Gente do samba,
Vamos apelar para a imparcialidade. Vários mangueirenses ilustres,
independentemente da idade ou até da condição física, sambaram no chão
nesse dia. Vários deles pagaram a própria fantasia, como no caso do
jogador Júnior e da cantora Rosemary. Beth, segundo a direção da
Escola, foi ao barracão buscar a fantasia - de ala, que recebeu de
graça - e queria desfilar no carro dos baluartes com fantasia
diferente dos demais. Segundo informações que tive ela foi barrada no
carro não por ser Beth Carvalho, mas porque o diretor responsável pelo
carro, que também desfilava nele, julgou que a Escola poderia ser
prejudicada por isso. Todos os passistas que viram a cena entenderam a
justificativa; tanto é que aplaudiram a iniciativa do senhor idoso,
não propriamente "um velho gagá".
Ou seja:
1. Beth Carvalho ganhou sua fantasia;
2. Beth Carvalho sabia que sambaria no chão desde sempre, desde o dia
em que buscou a fantasia;
3. Beth Carvalho sabia que sua fantasia seria a única diferente dos
demais participantes do carro onde estavam os "baluartes";
4. Eu, no lugar de Beth Carvalho, sem condições de desfilar no chão,
não atrapalharia a minha escola, que tanto amo. Iria para o camarote e
torceria de lá, numa boa, como muitos já fizeram;
5. Todos sabem que Beth Carvalho tem problemas políticos com esse
grupo que ocupa a direção da Mangueira atualmente. Não sei julgar se
este grupo é honesto, desonesto ou descompromissado com a história de
glórias da Estação Primeira. Muito menos sei dizer a respeito do grupo
de oposição que do qual ela faz parte. Ela teria criado um fato para
detonar a atual direção da Escola? Não sei. Dizer isso seria pura
maldade.
6. A Escola perderia décimos de pontos pelo fato de a fantasia dela
estar em desacordo dom as demais no carro alegórico? Não sei. Acho que
sim. Mas não sou expert no assunto.
No mais, uma história dessas envolve vaidades pessoais. Isso pode ser
a diferença de um Paulinho da Viola para uma Beth Carvalho. Paulinho,
se barrado no carro dos baluartes da Portela, iria para as
arquibancadas torcer pela sua Escola. Discretamente. No dia seguinte,
talvez, a mulher dele iria divulgar uma nota imprensa. Mas acho que
ela não faria isso de novo (como no caso do Reveillon de 1993), pois
por muito pouco não enterrou seu casamento. Uma história dessas,
portanto, não tem lado. E nem merece tantas manifestações de apoio e
nem de tomadas de partido tão radicais. O caso do Nelson sargento é
totalmente diferente.
Abs,
Eugenio
Em 22/02/07, Gata Oxum<[EMAIL PROTECTED]> escreveu:
Soni Palhares voce como sempre falou e disse!
A desculpa tem que ser formal e muito publica, pois a humiliacao foi
notoria.
gataOxum!
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