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Ney Gastal <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:  Já de minha parte, tenho outra 
interpretação:
Apesar de ter sido orçado inicialmente em menos de R$ 500.000,00 a serem
bancados pela iniciativa privada, segundo garantiam seus organizadores, este
Pan acabou custando *mais de R$ 4 bilhões, para cobrir o mesmo projeto
orçado em R$ 500 mil*.
Por que?
Porque quem acabou pagando a conta foi o povo brasileiro, que, como se sabe,
está entre "os mais ricos e abastados do mundo". Para evitar mal entendidos,
aviso: é ironia.
Jamais saberemos (ainda que imaginemos) como o valor inicial pode ter sido
multiplicada por seis simplesmente porque a conta foi repassada ao Poder
Público.
Mas se é verdade que esta fortuna foi paga pelo povo, é verdade também que o
povo foi deixado de fora dos portões da festa de abertura. Os desvalidos que
Lula engana com projetos sociais que ou foram criados antes dele, que os
manteve, ou foram mudados em seu governo, quase sempre para pior, estes
foram mantidos de fora.
Quem estava no estádio era a classe média carioca. Os ricos, aquela faixa de
pessoas que pode assistir a espetáculos deste tipo em telões de LCD de 60
polegadas, no conforto de suas salas climatizadas, bebendo uísque
estrangeiro - e que não liga a mínima para o governo, seja qual for -, e os
pobres, que não tinham dinheiro para lá estar e ficaram em casa assistindo
tudo em suas tevezinhas de 20 polegadas e tubo redondo - justamente aqueles
que são iludidos pelo discurso de Lula - todos estes estavam ausentes.
Restaram os lugares do estádio para a classe média despencante, esta que
sonha com BMWs e grandes telões em coberturas de luxo, mas que só pode
fingir que é o que não é, inclusive comparecendo a "eventos" para tentar
mostrar que "está por dentro". Ora, esta gente sabe bem que a situação está
uma merda, que a cidade está mergulhada numa guerra civil cada vez mais
próxima de suas vidas cada vez piores. Esta gente já não votava em Lula.
Ao aceitar patrocinar um espetáculo onde seus eleitores ficariam de fora, o
próprio governo Lula abriu espaço para a vaia. Megalômano como sempre e
crente que é o rei da cocada, líder do país, herói do mundo (enfim, uma
espécie de George W. Bush brasileiro) Lula foi ao estádio de discurso na mão
e sem sequer um plano de contingência para o caso das coisas darem erradas.
Deram, e ele deu vexame.
Quanto a Geisel, citado em outro momento por ter sido aplaudido na década de
70 no mesmo Maracanã, sempre vale lembrar que o fato aconteceu poucas
semanas depois dele ter desmontado o esquema torturador instalado em São
Paulo, abrindo caminho (à força, é verdade) para a redemocratização.
Pior foi Médici, também aplaudido no mesmo estádio lotadíssimo, no auge da
ditadura, só porque o Brasil tinha conquistado o tri-campeonato do mundo.
É saudável que o carioca finalmente tenha aprendido a dar a César o que é de
César, vaiando aos que merecem ser vaiados.
Porque, vamos convir, esta vaia dada a Lula na abertura do Pan - ainda que
por uma platéia restrita - foi danada de merecida.




Em 16/07/07, Eduardo S. Martins escreveu:
>
> A vaia foi ensaiada pelos funcionários públicos dispensandos pelo Cesar
> Maia. Depois a massa foi junto, já que no Brasil a gente vaia até minuto
> de
> silêncio, como dizia do Nelson Rodrigues. O Rio de Janeiro é isso, vaia o
> Lula e aplaude o Cesar Maia.
> abs.
> Edu Mar
>
> ----- Original Message -----
> From: "thiago lenine" 
>
>
> É...não sei se o povo do rio é o que há. Afinal esse povo vaiou o Lula,
> mas
> na década de 70 aplaudia o general Geisel de pé no mesmo Maracanã. De
> qualquer forma foi uma expressão legítima de descontentamento com o
> governo,
> principalmente com o que vem acontecendo no combate a violência, afinal
> esse
> pan custou quase 4 bilhões de reais e muitas vidas, pois o esquema de
> segurança que vem sendo adotado está deixando muita gente inocente morta.
> Espero que após o Pan essa operação de segurança seja mais eficaz e
> principalmente que não desapareça fazendo com que fique a impressão de que
> essas pessoas estão morrendo a toa, simplesmente para que o Brasil seja
> sede
> de um grande evento.
> Ainda não sei também se a capital do Brasil fosse o no rio o presidente
> seria outrom ou se seria melhor. Naõ sei porque isso faria sentido. Não há
> nenhum esclarecimento especial neste belo e pequenino estado.
> A abertura foi bacana. Só que eu não aguento mais ver a Daniela Mercury em
> tudo que acontece no Brasil. Esse negócio de playback é meio paia também.
> Mas fazer um som bacana mesmo no Maracanã não deve ser muito fácil, mesmo
> com 4 bilhoes de reais, que com certeza, não foram todos investidos no
> Pan.
> Afinal conhecemos o povo do Rio e do Brasil
>
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