Alguem por acaso leu esse livro e sabe se o mesmo fala de sambistas ou 
sobre o samba? Quem sao os compositores ou compositoras comentadas?
 
Muito obrigada
gataoxum> From: [EMAIL PROTECTED]> To: [email protected]> Date: Sat, 
25 Aug 2007 00:56:07 -0300> Subject: [S-C] Música Popular Brasileira Hoje 
(livro)> > A notícia a velha, mas eu ainda não conhecia esse livro.> > > 
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u66992.shtml> > > 07/01/2007 
- 11h40> > Coletânea de 99 textos analisa 99 representantes da MPB; leia 
capítulo> > Publicidade da Folha Online> > A série da "Folha Explica" sobre MPB 
é organizada pelo professor Arthur > Nestrovski, que traz 99 ensaios sobre 99 
representantes da música popular > produzida hoje em dia no Brasil. Leia a 
seguir o primeiro capítulo.> > Divulgação> > Coletânea de 99 textos analisa 99 
representantes da música brasileira> > Entre os autores dos textos estão 
escritores, poetas e acadêmicos, além de > críticos musicais e jornalistas 
especializados ou não. Mais que simples > relatos biográficos, os textos 
embutem de uma visão sociocultural.> > Aparecem na lista os Titãs por Roberto 
Ventura, Braguinha por Rodrigo Naves, > Dorival Caymmi por Lorenzo Mammì, 
Paulinho da Viola por Nuno Ramos, Bebel > Gilberto por Alcino Leite Neto, Jorge 
Ben Jor por José Geraldo Couto e Jards > Macalé por Celso Favaretto.> > Arthur 
Nestrovski é articulista da Folha, em que escreve sobre literatura e > música 
desde 1992. Autor de "Ironias da Modernidade" (Ática, 1996) e "Notas > 
Musicais" (Publifolha, 2000), e organizador também de "Aquela Canção" > 
(Publifolha, 2005), entre outros livros.> > "Folha Explica MPB hoje"> Autor: 
Arthur Nestrovski (org.)> Editora: Publifolha> Páginas: 320> Quanto: R$ 23,00> 
Onde comprar: nas principais livrarias, pelo telefone 0800-140090 ou pelo > 
site da Publifolha> > > 
-------------------------------------------------------------------------------->
 > > Confira a introdução do "Folha Explica Música Popular Brasileira hoje":> > 
Na Zoeira da Banguela> > Uma das autoras deste livro, Maria Rita Kehl, costuma 
dizer que tem dupla > cidadania: a brasileira e a da música popular brasileira. 
A frase > multiplica-se em mil ecos, ressoando pelas cavernas da consciência da 
> maioria de nós --de todos nós que, pelos motivos mais variados, e com a > 
devida dose de ambivalência, nos descrevemos como "brasileiros". Vivemos > 
diariamente em dois países: alguns minutos com intensidade, com imaginação, > 
com despregamento, na música popular brasileira; o resto, no outro.> > Esses 
dois países têm quase tudo em comum; mas o primeiro transcende o > segundo, 
fazendo dele um ponto de partida para a construção da nossa > república das 
letras, que é também das melodias, e explica o que o outro não > sabe ouvir, em 
tons impossíveis de não ouvir. "Na zoeira da banguela" (como > diz Lenine), 
"despencando da ladeira", quem não escuta essa "alma > brasileira"?1> > E quem 
não sente o peso das aspas, maior ou menor segundo o grau de ironia > do 
artista? E quem de nós pode deixar de aplicar, então, o melhor remédio do > 
mundo para aspas?> > Por tudo isso, não haveria tema melhor para comemorar a 
chegada ao volume 50 > desta série, autodefinida como uma enciclopédia (para 
sempre em construção) > de assuntos de todas as áreas, explicados "num contexto 
brasileiro". E mais, > "uma enciclopédia de vozes também: as vozes que pensam, 
hoje, temas de todo > o mundo [?] neste momento do Brasil". Nada mais justo que 
as vozes se > voltem, agora, para as vozes que cantam --que explicam-- que 
justificam o > Brasil.> > É bom esclarecer logo que o livro não é uma 
enciclopédia2, nem tem pretensão > de definir um cânone da música popular 
brasileira hoje. Trata-se, menos > sistematicamente, de uma antologia de 99 
comentários, sobre 99 nomes da > nossa música.3 Na soma de assuntos, cria-se um 
panorama do cenário atual; > mas o livro deixa de fora dezenas de compositores, 
cantores e > instrumentistas que estariam aqui se o limite de tamanho fosse 
outro.> > Na maior parte dos casos, a escolha dos nomes partiu dos próprios 
autores. > Exceto quando houve múltipla solicitação. Muita gente, por exemplo, 
pediu > para escrever sobre Chico (a Rita levou). Em nome da soberania 
nacional, > Nuno Ramos protestou contra a entrega de Caymmi a Lorenzo Mammì: 
"autor de > um ensaio definitivo sobre João Gilberto, autor também de uma 
introdução > antológica sobre Tom Jobim --e agora Caymmi?!" Mas quem poderia 
reclamar de > escrever sobre Paulinho da Viola? (Nuno certamente não reclamou.) 
Pedro > Alexandre Sanches perdeu, com isso, a oportunidade de escrever sobre > 
Paulinho; mas quem poderia reclamar de escrever sobre Lenine? (Pedro > 
certamente não.) O que tirou as chances de Maria Rita escrever sobre Lenine, > 
mas essa não pode mais reclamar de nada.> > "Quando penso no futuro, não 
esqueço meu passado", dizia o pai de Paulinho > da Viola4. Os textos a seguir 
não contrariam a frase; mas, em boa medida, a > invertem. Pensam no passado sem 
esquecer o futuro. Quer dizer: voltam-se > para o que foi feito e procuram, a 
partir disso, imaginar caminhos para > nossa música.> > Num tempo não muito 
distante --"página infeliz da nossa história/ passagem > desbotada na memória/ 
das nossas novas gerações"5--, a música popular foi > uma reserva de 
resistência, em plena derrocada do humano. De lá para cá, as > coisas mudaram 
muito; nem por isso as canções deixam de guardar seu sentido > mais aberto e 
corajoso, perpetuamente relevante. A música popular brasileira > é também uma 
de nossas reservas mais ricas de afeto, humor, sabedoria. E as > coisas mudaram 
para melhor, sem dúvida, de 1964 para cá; mas ninguém pode > dizer que já está 
bom.> > Entre os direitos inalienáveis que deveriam ser de todos nós, como 
diziam > Jefferson e Adams há mais de dois séculos, estão a vida, a liberdade e 
a > busca da felicidade. A vida é essa; a liberdade (pelo menos jurídica) > 
existe. Já a busca da felicidade, no Brasil? como a felicidade é difícil. > Por 
outro lado, existe a música popular brasileira.> > 1 "Jack Soul Brasileiro", em 
Na Pressão (1999).> 2 Mesmo porque já existe a Enciclopédia da Música 
Brasileira - Erudita, > Folclórica e Popular (São Paulo: Art 
Editora/Publifolha, 3a ed., 2000), com > seus filhotes (Erudita, Popular, 
Sertaneja e Samba e Choro).> 3 Por que 99? Para evitar a ilusão de completude 
do 100. A vaga que resta > deixa um espaço aberto para todos os músicos que 
acabaram não entrando: de > Luiz Melodia a Martinho da Vila, de Elton Medeiros 
a Joyce, Virgínia > Rodrigues, Zélia Duncan - cada leitor saberá preenchê-la 
com algum nome > injustiçado. Cabe salientar que um dos critérios para inclusão 
no livro era > que fossem artistas vivos (com a triste exceção de Cássia Eller, 
que morreu > em dezembro de 2001, quando o trabalho já estava em andamento).> 4 
"Dança da Solidão" em Dança da Solidão (1972). Vale lembrar que "meu pai", > no 
caso, é um músico e tanto: César Faria, violonista do conjunto Época de > 
Ouro.> 5 "Vai Passar" (Francis Hime-Chico Buarque), em Chico ao Vivo (1999).> > 
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