Zé Colméia em atividade, filosofando:
Primeiro ato, segura o bicho!, Baita Intelectual.
“Estive em uma feijoada na casa do Márcio Greyck no ano passado e tive 
a honra de conhecer o compositor e poeta Carlos Colla. Figuraça, baita 
intelectual, mas sem soberba. Ele, que é um gozador, definiu muito bem 
essa gente.”

Segundo ato, na remandi!, Zecapagodiscos e Vanguarda.
“Taí a verdadeira essência do samba, 
Multiplicidade, ubiquidade, convivência, tolerância, ousadia, 
miscigenação cultural, mistura, inovação. 
Conservando a arte com olhos no futuro. É assim que se planta, na 
aglutinação saudável da tradição com a vanguarda.”
Zé,
Deixa de ser contraproducente, quanta previsibilidade...
A massa, de fianca,  manja bem os teus encontros históricos.
Quando adolescente, menos ou mais tonto, certamente você não almoçou com 
Agostinho Neto, né? Bom, só falta dizer que discutiu internacionalismo cubano e 
foi aplaudido por nossos irmãos.
E a honra de conhecer João Cabral, solta o preso, Zé, vc teve?
Acho que sim...  
Sou tiete, vc é foda!    

 “Multiplicidade, ubiquidade, convivência, tolerância, ousadia, 
miscigenação cultural, mistura, inovação.”
Estamirando: esperto ao contrário.
És o reaça – salvo exceção pesada: Mainardinho – mais bonitinho que conheci.  
A tolerância, na tua ótiquinha reaçóide, é uma fábrica escravos, Goiabão!  
És professor?...
Caralho...

Em tempo: longe de purismos, quer inovar??, Velhas Virgens na cabeça! Qto ao 
enlatado, vanguarda é o caralho!

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