Olá, Lagosta,
Vejamos, então: L: " Nem vou entrar no mérito da qualidade musical do disco porque isso parece ser ponto pacífico, apesar de que acredito que essa sim deveria ser o principal foco de uma lista de discussão que versa sobre samba." Eu gostei bastante do disco, mesmo não gostando da voz da Cristina. Não sei se há um consenso. Muita gente aqui na TSC não ouve Cristina Buarque nem se forem pagos pra isso. Eu não gosto, mas respeito e escuto. O trabalho, em si, é bom. Não vi nada de revolucionário, nem ousado, nem arrojado, como afirmou um crítico (http://www.tratore.com.br/cd.asp?id=7898369065821). É arroz-com-feijão muito bem temperado, mas já comi arroz-com-feijão tão bom quanto este, com o mesmo tempero. Até melhor. L : "O que me chama a escrever é de como algumas pessoas podem tecer críticas tão acirradas e com tamanha propriedade tendo como base (ou escolhendo como referencial) apenas o que uma matéria jornalística tendenciosa, dentre as várias de circulação nacional (das que eu sei: CBN, Folha, Veja, Jornal do Brasil), diz." Novamente a ladainha dos ingênuos. A mídia opressora e reacionária deturpando os desavisados em benefício próprio. Isso é balela. L: "E trago alguns pontos a baila que dão mais estofo ao debate. Lendo as discussões vejo que é recorrente se referir aos membros do grupo como "elite", "aristocracia", "intelectuais", "sectários" pra não citar os mais pesados. Agora o que eu queria saber é que tipo de elite e aristocracia é essa. A que o repórter da Folha disse ser da "classe média baixa"? "Classe média baixa"??? Me faz graça saber que quem mora no Vila Ema, Jardim Planalto, Pirituba, Guaianazes... faz parte da tal classe média. Aos que não moram em São Paulo é claro que desconhecem que esses são bairros da periferia da capital paulistana (se bobear nem os que moram aqui conhecem). Curioso, agora o conteúdo da matéria serve. Isso é utilitarismo. Eu jamais fiz referência a qualquer tipo de elitismo ou aristocracia do ponto de vista econômico. Sempre foquei a questão cultural. A postura deles e dos amigos(alguns notoriamente íntimos) que aqui os defendem é de superioridade intelectual sim. Estão acima do resto. Enxergam-se por cima do restante, a maioria que julgam contaminados pela "mass media" e pela indústria cultural. Essa gente, acho que você se inclui aí, coloca-se à margem disso. Superiores, ouvem tocam, divulgam a "veradeira arte", o "único samba autêntico". O resto, pra essa gente, é perfumaria barata. L : "E ao Repórter, do que eu entendi da matéria, isso nem era tão importante. O importante, dentre outras polêmicas, era frisar que nas rodas desse pessoal não tocava-se sambas compostos pelos famosos compositores paulistanos. Tanto que a outra matéria, na mesma edição, era uma ode ao Projeto Rua do Samba. Antes que tentem, nada tenho contra o projeto do meu chegado Kaçula. O que critico aqui é o incentivo ao bairrismo incitado pelo rapaz que escreveu a matéria. Mas isso parece que os colegas da lista não se aperceberam." Não percebi o bairrismo. O nome de Zeca Pagodinho está no "lead" da matéria. É a "agressão aos ovidos" causada pela música de Zeca Pagodinho que "puxa" o interesse pela matéria. Esse é o mote. L: Pois bem, voltando ao que se diz sobre o assunto nessa lista, ainda dizer que nêgo que não tem nem ensino médio direito é considerado esnobe, a classe intelectual do país. É de lascar. Mas isso parece que também não tem na referida reportagem. Isso fui eu quem disse e reafirmo. Foi uma extensão da discussão. A postura do Terreiro é de indsifarçável esnobismo, nefelibata, arrogante. Achar que isso se relaciona ao fato de ter diploma ou não é estúpido. Até por que, eles já procuram demonstrar que estão acima do popularesco, do que é consumido culturalmente pela gentalha. Curso superior é absolutamente desnecessário nesse caso. L: O que vejo é uma rapaziada que estava de saco cheio, e isso não é de hoje, do que vem sendo veiculado nos meios de comunicação e fazem um samba de uma forma diferente, sambas, e estilos de samba, que quase não se ouvem, o quase é pra não ser tão pessimista quanto exige a realidade, hoje em dia. Essa parte é a mais intrigante. Mostrei o trabalho pra muita gente do meio. Apesar da Cristina (como tem gente que não gosta da voz dela, não sou só eu) a maioria gostou. No entanto, quando o quesito é arrojo, ousadia, novidade, diferença, ninguém viu nada de inovador nesse CD. Eu frequento rodas de samba há muitas décadas e pergunto: o que eles fazem de diferente? Nada. Jeito de tocar? Conheço dezenas de trabalhos parecidos, com o andamento mais lento mesmo, com menos quebradeira percursiva. Aqui em BH o "Na Cadência do Samba" faz um trabalho (no que toca a andamento, harmonização, arranjo, etc.) muito parecido. O próprio Galocantô, do Rio, já faz samba de terreiro com o mesmo estilo, mas não só samba de terreiro, seria muito desperdício que só fizessem isso. Ambos fazem parecido, só que sem excluir ninguém. Eles tocam samba de gente viva também. Acredita? L: "O engraçado também é a aura intelectual que se dá aos sambas que não se gravam hoje em dia. Dizer que partido alto, sambas de terreiro, sambas que eram gravados no rádio (para as "massas" se querem assim chamar) nas décadas de 30 até 70 eram coisa de intelecutual... É de estourar o cano." Aqui realmente te falta informação. Esses sambas nasceram mesmo no meio do povo. A forma como foram sendo incorporados e patrimonializados não tem nada de popular. Basta ver como foram criadas as estruturas preservacionsitas de cultura no Brasil. Leia um pouco sobre como a intelectualidade dominou o CPC da UNE e o MIS, por exemplo. A incorporação do segmento tradicionalista da cultura popular pela elite pensante tem dois marcos históricos relevantes. Mário de Andrade, quando pensava numa arte brasileira genuína, afirmava que era preciso que os intelectuais "assumissem o controle das tradições culturais populares". A construção desse ideário nacionalista previa intervenções dos artistas modernistas no sentido de preservar intacta a cultura, "temendo a contaminação estrangeira e local despreparada" (puro preconceito e xenofobia, é a mão branca da intelectualidade se apropriando da cultura popular). Começa, então, nos anos 20. Procure tomar contacto com os livros do Mário de Andrade ("Aspectos da Música Brasileira" e "Ensaios sobre a Música Brasileira"). Lê-los é indispensável para compreender a forma com a qual os meios intelectuais se apropriam da cultura popular. Outro marco importante é o livro de Tinhorão, "Música Popular: Um Tema em debate", lançado em 1966. Tinhorão se torna referência no meio acadêmico, defendendo de forma intransigente que nossa música popular deveria ser "autêntica", "pura", "tradicional" e "legítima", contra a "linguagem universal" proposta pela nova música que ele julgava ser uma "pasta sonora mole e informe". Tinhorão tornou-se o ídolo de 9 entre 10 teóricos da cultura popular. Apenas o velho, o intocado, deveria ser preservado. Evidentemente que isso careceria de uma ação intensa da intelectualidade. O movimento estudantil, ingenuamente, reitera o discurso nacional-populista de Tinhorão. O CPC da UNE, os CA's, Grêmios Estudantis e outras entidades de classe no país serão os grandes promotores desse segmento nos anos 60. "Opinião", do apolítico Zé Ketti, vira hino contra a repressão e chega aos teatros da zona sul, com Nara Leão (A Cristina Buarque daqueles tempos). O Zicartola, bar de Cartola e Dona Zica, vira ponto da intelectualidade. É lá que os sambistas do morro, muitos deles interpretados neste disco do Terreiro, tomam contato com a intelectualidade. Zuza Homem de Mello, Hermínio Bello de Carvalho e Ricardo Cravo Albin, bem ao jeito daquilo que invocava Mário de Andrade décadas antes, vão "organizar" o samba tradicional do Rio de Janeiro. O MIS foi fundado por Albin; são dele as diretrizes do processo de patrimonialização da cultura popular, em especial o samba carioca. Eu, particularmente, não conheço nada mais hermético, ortodoxo, fechado do que o MIS. O MIS é incorporativo, apropriativo; não é seletivo...É excludente mesmo. Fernando Faro, com seu Programa Ensaio, na TV Cultura, mantinha a linha. Não há sambista tradicional que não tenha feito uma edição do programa nos anos 60, que é muito bom, mas é feito pra elite, não pras massas ignaras. O formato, a emissora, o horário, tudo é intelectualizado no "Ensaio". Só os artistas são gente do povo, absorvidas pela política preservacionista e nacional-populista de cultura. Sempre foi assim. O nefelibatismo de nosa elite pensante e daqueles que adoram estar nela, com a lanterna na popa, iluminado o caminho da gentinha, sempre incorporou a arte popular, distanciando-a de seus fundadores, de sua gente, de sua matriz criativa. L: "Concordo que o momento em que foi gravado o disco, é pra atender uma demanda que procura essa estética. Mas o que esses rapazes fazem, não é de hoje. Convites para acompanhar intérpretes, participar da indústria fonográfica... Tenho certeza, que não faltaram. Agora o porquê nesse momento, o porquê com a Cristina. Isso também não se discute (imagino que nem interesse saber)." A Cristina afasta público. Isso é óbvio. É uma artista difícil. Eles sozinhos tem potencial de mercado. Não acho que vão recusar dinheiro. L: "E essa conversa de que determinado artista se tivesse morto seria adorado... Tenho lá minhas dúvidas... Do que eu conheço desse grupo, e da rapaziada que tem a mesma proposta (que não são poucos), a coisa não é o "endeusamento" dos artistas mortos e sim a preocupação de se fazer um samba de uma forma que não se faz mais e que ainda, não sei por quanto tempo, não foi totalmente esquecida. São 70 compositores representados nesse CD. 68 estão mortos. Tem ainda Jamelão (José Bispo) e o Monarco, com parcerias. Isso foi evidentemente intencional. Subliminarmente diz que o samba atual é muito inferior. Isso é determinismo cultural, intencional e político, nunca estético. L: "O estilo de samba com o qual esse artista citado foi consagrado (que certamente não é o samba de roda) é brutalmente veiculado. E foi exatamente para fazer (nem ouvir) outros estilos de sambas, alternativos ao que é imposto a pelo menos 20 anos é que essa turma começou a se reunir. Volto a dizer que não é de hoje e posso quase afirmar que isso é anterior ao movimento que vem acontecendo na Lapa carioca. Se não aconteceu antes, o que sei é que um nada tem a ver com o outro." Gravar um disco homenageando Heitor dos Prazeres (o do Zeca de 1999) ou a Gafieira (o mais recente dele) é algo "imposto"? Quanto à obra de Jorge Aragão (hehehe, não tem samba de roda?), você definitivamente não conhece. Ele não tem menos de meia centena de sambas de roda compostos. Nem todos são excelentes, como os de Aniceto também não são em sua totalidade. Mas você não se interessa. O fato de ser popular, vender muito e estar na boca do povão (brutalmente veiculado, como se fôssemos obrigados a ouvir algo... como você subestima a gente simples desse Brasil, meu caro) já o desencoraja. L: "E por falar nisso, quem vai a Lapa, já disse aqui em outras discussões, se sentirá em casa aqui em São Paulo nas rodas de samba da Vila Madalena e Perdizes. Alí sim pode se encontrar o que os colegas querem rotular de intelectualidade/elite (o que eu prefiro chamar de universitários classe média). Mas falar isso da rapaziada que está fazendo samba em São Mateus, São Rafael, Casa Verde, Belenzinho, nas quebradas do Tatuapé (sim existem) e afins... Oras com certeza não sabem do que se está falando." Bem, achei que o samba do Terreiro era tão diferente dos demais que ninguém se sentiria em casa ao ouvir o samba que rola na Vila Madaloca ou Perdizes, mas tudo bem. Quanto ao samba feito nas quebradas, acho que o exemplo intelectualidade/Zicartola que citei acima fala por si. L: "Ví também que alguém disse que os "artistas" deveriam se pronunciar. A não ser por um ou outro, sei que os participantes do grupo não tem "intimidade" com computadores e internetes. O porquê disso também não se questiona... Isso sim seria político. Bem, o debate é longo e infelizmente não pude acompanhar e discutir ponto a ponto. Fico por aqui." Até mesmo essa postura distante de "internetes" é política. Não se esqueçam que a internet caiu nas graças do povão. Eles não vão querer estar nesse meio. L: "E antes que o digam, não sou porta voz e nem "amiguinho" do grupo, considero-os muito e fecho com eles. E mesmo quando discordo de algumas coisas, ver pessoas intencionalmente montando uma imagem sobre outras e eu sabendo que está totalmente distorcido... Não dá, ainda não tenho estômago. De resto, sugiro que vejam, ouçam e se possível converse com a rapaziada. Tirem suas conclusões da personalidade deles conversando com cada um (ou com aqueles com quem se tem dúvidas do que disseram). Afinal é um grupo, não um partido, e por isso composto de pessoas diferentes." Na intimidade, várias pessoas que demosntram uma mentalidade obtusa e ortodoxa, mostram-se afáveis e agradáveis no contato pessoal. Você e a turma do Terreiro não devem fugir à regra. Você defende seus terreiristas, eu gosto de defender aquilo que é rotulado: "cafona", "simplório", "primitivo", "apelativo", "descartável", "brega", "comercial", "imposto pela mídia". Não é pelo Agepê, pelo Zeca, pelo Benito, pelo Revelação, pelo Fundo de Quintal que eu opero. É em nome da gente que consome, curte e se identifica com essa arte que eu canto, contra a tirania de se fabricar um consenso de que o povo é "massa de manobra", "massa ignara" e possui uma cultura sempre diminuída pela lógica capitalista. Eu convivo com essa gente. Sou um deles. E nunca vou subestimá-los só porque gostam de Zeca Pagodinho. Abs, Eugenio. Em 09/09/07, Jefferson Rodrigues<[EMAIL PROTECTED]> escreveu: > Olá Tribuneiros, > > Venho acompanhando as discussões que envolvem o trabalho da Cristina e > Terreiro Grande e algumas coisas me chamaram a atenção. Nem vou entrar no > mérito da qualidade musical do disco porque isso parece ser ponto pacífico, > apesar de que acredito que essa sim deveria ser o principal foco de uma lista > de discussão que versa sobre samba. > O que me chama a escrever é de como algumas pessoas podem tecer críticas tão > acirradas e com tamanha propriedade tendo como base (ou escolhendo como > referencial) apenas o que uma matéria jornalística tendenciosa, dentre as > várias de circulação nacional (das que eu sei: CBN, Folha, Veja, Jornal do > Brasil), diz. > E trago alguns pontos a baila que dão mais estofo ao debate. > Lendo as discussões vejo que é recorrente se referir aos membros do grupo > como "elite", "aristocracia", "intelectuais", "sectários" pra não citar os > mais pesados. > Agora o que eu queria saber é que tipo de elite e aristocracia é essa. A que > o repórter da Folha disse ser da "classe média baixa"? > "Classe média baixa"??? Me faz graça saber que quem mora no Vila Ema, Jardim > Planalto, Pirituba, Guaianazes... faz parte da tal classe média. Aos que não > moram em São Paulo é claro que desconhecem que esses são bairros da periferia > da capital paulistana (se bobear nem os que moram aqui conhecem). E ao > Repórter, do que eu entendi da matéria, isso nem era tão importante. O > importante, dentre outras polêmicas, era frisar que nas rodas desse pessoal > não tocava-se sambas compostos pelos famosos compositores paulistanos. Tanto > que a outra matéria, na mesma edição, era uma ode ao Projeto Rua do Samba. > Antes que tentem, nada tenho contra o projeto do meu chegado Kaçula. O que > critico aqui é o incentivo ao bairrismo incitado pelo rapaz que escreveu a > matéria. Mas isso parece que os colegas da lista não se aperceberam. > Pois bem, voltando ao que se diz sobre o assunto nessa lista, ainda dizer que > nêgo que não tem nem ensino médio direito é considerado esnobe, a classe > intelectual do país. É de lascar. Mas isso parece que também não tem na > referida reportagem. > O que vejo é uma rapaziada que estava de saco cheio, e isso não é de hoje, do > que vem sendo veiculado nos meios de comunicação e fazem um samba de uma > forma diferente, sambas, e estilos de samba, que quase não se ouvem, o quase > é pra não ser tão pessimista quanto exige a realidade, hoje em dia. > O engraçado também é a aura intelectual que se dá aos sambas que não se > gravam hoje em dia. Dizer que partido alto, sambas de terreiro, sambas que > eram gravados no rádio (para as "massas" se querem assim chamar) nas décadas > de 30 até 70 eram coisa de intelecutual... É de estourar o cano. > Concordo que o momento em que foi gravado o disco, é pra atender uma demanda > que procura essa estética. Mas o que esses rapazes fazem, não é de hoje. > Convites para acompanhar intérpretes, participar da indústria fonográfica... > Tenho certeza, que não faltaram. Agora o porquê nesse momento, o porquê com a > Cristina. Isso também não se discute (imagino que nem interesse saber). > > E essa conversa de que determinado artista se tivesse morto seria adorado... > Tenho lá minhas dúvidas... Do que eu conheço desse grupo, e da rapaziada que > tem a mesma proposta (que não são poucos), a coisa não é o "endeusamento" dos > artistas mortos e sim a preocupação de se fazer um samba de uma forma que não > se faz mais e que ainda, não sei por quanto tempo, não foi totalmente > esquecida. O estilo de samba com o qual esse artista citado foi consagrado > (que certamente não é o samba de roda) é brutalmente veiculado. E foi > exatamente para fazer (nem ouvir) outros estilos de sambas, alternativos ao > que é imposto a pelo menos 20 anos é que essa turma começou a se reunir. > Volto a dizer que não é de hoje e posso quase afirmar que isso é anterior ao > movimento que vem acontecendo na Lapa carioca. Se não aconteceu antes, o que > sei é que um nada tem a ver com o outro. > E por falar nisso, quem vai a Lapa, já disse aqui em outras discussões, se > sentirá em casa aqui em São Paulo nas rodas de samba da Vila Madalena e > Perdizes. Alí sim pode se encontrar o que os colegas querem rotular de > intelectualidade/elite (o que eu prefiro chamar de universitários classe > média). Mas falar isso da rapaziada que está fazendo samba em São Mateus, São > Rafael, Casa Verde, Belenzinho, nas quebradas do Tatuapé (sim existem) e > afins... Oras com certeza não sabem do que se está falando. > Ví também que alguém disse que os "artistas" deveriam se pronunciar. A não > ser por um ou outro, sei que os participantes do grupo não tem "intimidade" > com computadores e internetes. O porquê disso também não se questiona... Isso > sim seria político. > Bem, o debate é longo e infelizmente não pude acompanhar e discutir ponto a > ponto. Fico por aqui. > E antes que o digam, não sou porta voz e nem "amiguinho" do grupo, > considero-os muito e fecho com eles. E mesmo quando discordo de algumas > coisas, ver pessoas intencionalmente montando uma imagem sobre outras e eu > sabendo que está totalmente distorcido... Não dá, ainda não tenho estômago. > De resto, sugiro que vejam, ouçam e se possível converse com a rapaziada. > Tirem suas conclusões da personalidade deles conversando com cada um (ou com > aqueles com quem se tem dúvidas do que disseram). Afinal é um grupo, não um > partido, e por isso composto de pessoas diferentes. > > Um Abraço, > > Lagosta. > Flickr agora em português. Você clica, todo mundo vê. 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