Fábio,

Além do mais, se o objetivo fosse comercial mesmo era melhor que se
gravase o Sullivan ao invés do Arlindo. Como hitmaker o Sullivan é
muito mais competente.



Abs,

Eugenio

Em 20/09/07, Fabio Borges<[EMAIL PROTECTED]> escreveu:
> Eu sei que a briga é de cachorro grande, mas é chatão ficar aqui se 
> perguntando um monte de coisas, depois de ler uma pancada de e-mails, sem 
> mandar umzinho de volta... hehehe.
>
>  Vem cá, será que a Maria Rita tá mesmo preocupadíssima em vender cd? Será 
> que acreditam mesmo que o motivo maior de ela ter gravado um disco de samba 
> foi pra vender mais cd do que o anterior? Será que dinheiro foi problema pra 
> ela em algum dia de sua vida? É uma questão.
>
>  Então digamos que, influenciada pelo seu gosto pessoal ou pelo modismo da 
> Lapa, Maria Rita quis gravar um disco de samba; ou lhe sugeriram isso e ela 
> aceitou, pelos mesmos motivos supostos, que seja. E daí? "Mas ela gravou 
> assim e assado, com fulano em vez de beltrano..." ah, mas ela grava como bem 
> entender! Gravar samba é algo tão sagrado assim? Isso tá parecendo lista de 
> Beatles! :)
>
>  "Poxa, mas o marketing em cima é pesado..." Novamente, e daí? Eu vejo o 
> samba - entre outras coisas mais importantes (claro) - como mais um produto 
> musical a ser vendido para um público consumidor. E a melhor ferramenta que 
> existe para isso ainda hoje é o famigerado marketing. A gravadora tem mais é 
> que trabalhar em cima mesmo. É muito marketing pra Arlindo Cruz e pra um 
> trabalho que não traz novidade alguma? Sorte do Arlindo e azar da novidade! 
> Aliás, o que é conhecido de alguns pode ser novidade para muitos. Seja lá o 
> que for que esteja escondido nos guetos por décadas, se um dia atingir o 
> mainstream será uma novidade, não tem jeito... Além do que, vale lembrar que 
> a história está repleta de ineditismos falsos por conta de novidades 
> obscuras...
>
>  Pra terminar. Eu não conheço nada disso, então me digam, por favor (sério), 
> com qual critério apontam: "isso é samba", "isso não é samba"; "esse samba é 
> bom", "esse samba é ruim". Se usam muito baixo, piano e bateria, independente 
> de ritmo ou melodia, então não é samba? Se for assim, azar do samba... :P
>
>  abraços!
>  Fábio
>
>
>
> André Carvalho <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:  Nos moldes da Beth de hoje? 
> Ficaria ruim também... A Beth de hoje não é
> nenhum modelo de excelência quanto à arranjos e repertório...
>
> A Maria Rita foi muito ingênua. Deveria ter pesquisado mais e ter se
> preparado mais para fazer um disco de samba (samba?). Mas não. ela só quis
> aproveitar o "renascimento da Lapa", o modismo do samba para tentar vender o
> que ela não vendeu no último dico.
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> abçs.
> Fábio - Rio de Janeiro
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