*Em 22/09/07, José Luis Vivas Frontana <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:*
*Não vale a pena discutir com tolos.
JLV*
*"Não vale a pena discutir".*
**
*O tradicional argumento truculento de quem não tem argumentos racionais.*
*Enfim, a discussão já não é mesmo comigo, mas com a ficha técnica do filme.
*
**
*Ney*
**
*PS: Aí vão alguns outros depoimentos de brasileiros comuns que só agora, a
partir de agosto, no lançamento nacional, puderam assistir a
"Brasileirinho". Como se pode perceber, foram poucos os privilegiados que,
como José, "há mais de anos" puderam se entusiasmar com o filme
(provavelmente indo a festivais no exterior para assistí-lo; gente coisa é
outra fina) que todos concordamos ser ótimo:*
**
*"Vi ontem o filme "Brasileirinho", um belo trabalho sobre o chorinho, feito
por um finlandês, Mika Kaurismäki. Saí emocionadíssimo. Lá estava uma
esperança nas músicas e figuras de Maurício Carrilho, Teresa Cristina,
Luciana Rabello, Guinga, Paulo Moura, Zé da Velha, Cristóvão Bastos, Carlos
Malta, Yamandú Costa... tantos... Lá estava o indício de que a História de
um país gera também anticorpos contra o horror. (...)
Não percam esse filme. É um remédio melhor que qualquer Prozac."*
*Arnaldo Jabor (CBN dia 3/09 e Segundo Caderno/ O Globo dia 4/09)*
*"Uma das cenas mais memoráveis do imperdível filme "Brasileirinho" do
diretor finlandês Mika Kaurismäki é a do Guinga contando como nasceu a
música "Senhorinha", dedicada à sua filha. Depois Zezé Gonzaga canta a
música. Quem não se emocionar deve procurar um médico urgentemente porque
pode estar morto. (...) **O filme todo é uma exaltação do talento
brasileiro, da nossa vocação para a beleza tirada do simples ou, no caso do
chorinho, do complicado, mas com um virtuosíssimo natural que parece fácil.
Recomendo não só a quem gosta de música, mas a quem anda contagiado por
sorumbatismo de origem psicossomática ou paulista e achando que o Brasil vai
acabar na semana que vem. (...) **Uma das alegrias que nos dá o filme é
constatar que o chorinho, longe de estar acabando, está se revitalizando.
(...) Substitua-se o choro pelo Brasil que não tem nojo de si mesmo e
pronto: a esperança vem por aí."*
*Luís Fernando Veríssimo (O Globo, dia 2/09)*
*"A meio caminho entre o documentário musical e o filme-show, ele se
sustenta numa estrutura leve e solta que valoriza o chorinho como arte do
encontro."
*
*Carlos Alberto Mattos - O Globo/ Rioshow. Dia 24/08 (bonequinho aplaudindo
sentado)*
*"É através da música e do repertório que surgem os personagens, focalizados
com extrema competência de direção e fotografia, num documentário sem
precedentes no gênero." *
*Pedro Landim - O Dia/ Guia Show & Lazer. Dia 24/08 (quatro estrelas)*
*"O resultado desta produção que desembarca hoje no cinema é agradável,
trazendo à tona um sabor nostálgico ao evocar a tradição do choro, com
direito a lembranças dos antes tranqüilos bairros do subúrbio carioca."
*
*Daniel Schenker - Jornal do Brasil/ Programa. Dia 24/08 (duas estrelas)*
*"Baseado na intensa atividade de personagens vivos, Brasileirinho toma o
excelente Trio Madeira Brasil como mediador de encontros e lugares
envolvendo o choro."**
Lauro Lisboa Garcia - Estado de São Paulo (Caderno 2). Dia 27/08 (cotação:
bom)*
*"Mais que contar a história do choro ou mostrar um por um seus grandes
mestres, ele se propõe justamente a revelar a reverência dos jovens músicos
pelos mais antigos, as relações de convivência dentro das rodas - onde mesmo
o solista mais virtuoso joga a favor de uma coletividade - e como o gênero,
então confinado em redutos de chorões, ganhou as salas de aula a partir do
renascimento da Lapa há uma década."*
*João Pimentel - O Globo online. Dia 23/08*
*"Passeio pelas raízes do Brasil e filme musical, com rodas várias e
artistas de primeira, é documentário para ver com os dedos a tamborilar." *
*Ana Paula Souza - Revista Carta Capital. Dia 22/08*
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