"Potpourri ou Pot-Pourri [pō-poo’rē] (em francês, literalmente "vaso podre") é um termo originalmente utilizado para fazer referência a uma jarra com uma mistura pétalas de flores secas e especiarias utilizada para perfumar o ar. Na linguagem musical é um termo empregue para referir uma forma musical com estrutura ABCDEF... (sem repetição de temas), a mesma que um medley e, por vezes, que uma fantasia, sendo utilizada em músicas populares, ou de construção mais simples.

Nesta forma de orquestração, as secções individuais são simplesmente justapostas sem existir uma conexão trabalhada entre elas e sem existir repetição de temas. Isto é usualmente observado em composições que seguem uma série de temas, por exemplo em colectâneas de canções e de música de dança, ou em algumas óperas e operettas."

Agora fiquei com uma dúvida. Alguém me ajuda aí.

Ou eu entendi errado, ou o disco do Terreiro Grande é um grande pot-pourri!!! Aliás, 4 grandes.

Confere???

Aquele abraço,
Gabriel Gomes




Marco Vinícius escreveu:
Amigos de samba,

Que chato, me sinto, de certa forma, o grande causador do clima caótico que 
está rolando nessa tribuna.

Quando bolei o título a discussão, à respeito do cd, quis apenas chamar a 
atenção dos amigos de tribuna para um trabalho raro e digno de uma ótima 
análise, ou melhor, estudo.

Ao ouvir esse “trabalho” eu me perguntei:

1. 37 músicas em um cd , e nenhum pot-pourri? -Nunca vi. Essa quantidade de músicas, deve ser algo inviável, pois só os direitos devem comer toda a renda do projeto.

2.15 músicos amadores em um disco de samba, ao vivo, quando?
-Até onde eu sei não há registro parecido na história do samba.
3.Um formato totalmente inovador, 4 faixas de quase meia hora cada?
-Nunca houve algo parecido em toda a história da MPB.

4.  Que samba é esse?
Todos os músicos, todos, tocam de uma forma totalmente peculiar. Lembram, e 
muito, o samba da Portelinha de Alvaiade e Manacéia, mas quem ouvir o cd saberá 
o que estou falando. Ao contrario do que dizem é música nova e de qualidade 
altíssima que está pintando por aí.

5. Como um grupo de jovens que não tem o mínimo de contato direto com os 
grandes sambistas do passado, que moram centenas de quilômetros de Oswaldo 
Cruz, Mangueira e Madureira, conseguiram dar continuidade ao samba que era 
feito nesses lugares tão distantes de sua realidade?
-Eu posso afirmar, em quase três décadas fazendo música SÉRIA no Rio, em Sampa, 
na Bahia e em Minas, nunca presenciei nada igual. Aparentemente não vejo uma 
resposta cabível para essa pergunta. Alguém tem?

6. Em nenhum momento da história do samba brasileiro um grupo de sambistas, que 
não fossem oriundos do Rio de Janeiro, arrancaram elogios tão emocionados dos 
cariocas, que sempre menosprezaram o samba que não fosse deles. Até nomes como: 
Lupicínio, Batatinha, Riachão, Vansoline, Gudin, Adoniram, são motivos de 
chacota em roda de samba no Rio. E fora os depoimentos de músicos cariocas que 
vimos aqui nessa tribuna, o elogio do músico Thiago Prata, que daqui a pouco 
tempo será um dos grandes violonistas do Brasil está aqui.
Amigos,

Ao escrever nessa tribuna “LIVRE” pensei que a discussão caminharia para esse 
lado. Pois não existe um ser humano na terra que possa contestar a importância 
e a ousadia desse magnífico trabalho que enche o peito dos verdadeiros 
sambistas de esperança,e os leigos e invejosos de ódio!

PS:. Leigos e invejoso, lavem as bocas antese de pensarem na existência da 
Santíssima Cristina Buarque.

Evangelização,é mole?rsrsrsrsrsrsrs

Abraços afetuosos aos verdadeiros amigos do samba.

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