Bizarrice foi mato no especial Samba na Cidade, pograminha que passou na grobo, 
que Zeca ciceroneou geral.

Um festival de personas bizarras: ministro, flertando com o Major Marciano, 
mais lembrava o Predador – só faltou o governador da Califórnia, anabolizado de 
grosa, tentando metralhar o bicho; Ivete Zagalo estava disfarçada de Alice 
(grandalhona, amiga de Olívia Palito), com uma chapinha da hora e um pisante 
invocado (48) – e o gringão, hein!?:  "quero tchorar"; Pro Sóbrinha sobrou o 
parceiro ideal – dizem que o duo lembrou Dilermando Pinheiro e Ciro Monteiro, é 
mole?????!!!!!!!!; Porpetinha do Banjo e o Mamá Sérgio pagaram de astronautas, 
maravilha total; Dibobo Nogueira – que tem o timbre do pai, e também tem 
talento, mas gosta de gravar as impecáveis canções do João com um 
acompanhamento pagoderóide – parecia o boneco Falcon vestindo um canônico do 
Capone. Beth, toda de branco, lembrava o boneco da Michelin, o abominável homem 
das neves e o monstro de marsh dos Caça-fantasmas – sem falar no éhhh que ela 
adora usar como carimbo. 

Nem vou estender mais a lista. Aquela barulhada (tututututum) manjada, venhamos 
e convenhamos, ninguém agüenta mais.

O palhaço maior – que é um dos maiores instrumentistas (gaita) do Brasil, 
deveria ter noção do ridículo – era o Rindo Hora.

Vocês mandam o samba pra UTI. Ainda bem que tem gente pra salvar.

Tive pena do Paulão, Elton e Dona Ivone. Eles não merecem mesmo. 

 

Inté.

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