É, pessoal,

Eles se vão, como foram Cartola, Pixinguinha, Nelson Cavaquinho e Donga. São 
uma grande perda, numa época em que os mestres nos faltam para qualquer coisa.

Infelizmente nosso país é arrasado por bajuladores de Jorge Aragão, ou seja, 
esses pseudo-sambistas que primeiro plagiam o pior do soul norte-americano 
apenas botando pandeiro e cavaquinho, fazendo aquelas coreografias com as 
pernas, para depois se auto-proclamarem "bambas do samba" e puxar o saco do 
Jorge Aragão e Zeca Pagodinho, imitando (mal) os clichês.

Mas um dias Revelações e Exaltasambas se vão embora, Belos e Alexandres Pires 
desaparecerão, levados pelo tempo, enquanto os verdadeiros sambistas, mesmo 
falecidos há tempos, estão sempre vivos pela sua força artística, pela sua luz 
própria, que em nenhum momento deve ser confundida com as luzes artificiais de 
"domingões", "sabadões" e coisa e tal.

Sei que as perdas são dolorosas, mas ficam as lições dos verdadeiros mestres 
que partem, mas cuja arte tem sua força perene e eterna.

Abraços a todos.

Alexandre Figueiredo
http://br.geocities.com/alexfig1971
 
       
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