Creio que todas as versões já foram apresentadas, e cada um pode tirar suas 
próprias conclusões. Para não continuar ocupando o espaço da agenda com a 
polêmica, tiro meu time de campo e vou fazer meu samba em outro lugar. Antes, 
porém, queria fazer alguns esclarecimentos.

Como a própria Júnia disse acima, foi-nos "comunicada" a decisão de fazer a 
parceria com o Bebel, ou seja, fomos informados unilateralmente de que não 
poderíamos mais fazer o samba nas condições em vínhamos realizando. Isso não é 
negociação, nem é uma maneira digna de tratar quem conseguiu, de fato, e sem 
cobrar um tostão, criar um espaço de samba no Clube, que antes não existia. 
Lamento profundamente que todo o esforço e todo o carinho que investimos, assim 
como nosso papel no "momento histórico de revitalização do Clube da Imprensa de 
Brasília", não tenham sido reconhecidos pelo Clube de maneira condigna.

Quanto ao Bebel, como músico que é, deveria ter discernimento para perceber que 
você não é recebido em uma roda de samba e logo depois negocia a ocupação do 
espaço em que você foi recebido sem conversar com os responsáveis pela roda. 
Agir dessa forma configura, sim, uma séria pisada de bola, e ao agir assim ele 
estava sujeito a receber a reação que recebeu.

Por fim, só uma nota sobre o ECAD: o fiscal só bateu lá porque, conforme 
soubemos depois, alguém do Clube resolveu divulgar a Roda no Correio 
Braziliense, sem nosso conhecimento.

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