Marcelo queridinho tem notícia de meus discos?) Melissa, que já chega cheia de boas falas e histórias bonitas como essa da senhorinha chorando no choro, seja bem-vinda!
Vocês dois estão errados... Nas áreas de risco citadas pela Christiane De Jesus, o negócio não é samba e nem choro, aliás, o choro lá não é música, é aquele doído que às vezes não pode derramar uma lágrima sequer. O que embala as áreas de risco é o Funk (proibidão na maioria dos casos) e os hinos evangélicos! Nas áreas de risco não tem mais curimba, viu? Se tocar samba é pagodez da pior categoria... de Belo pra trás... Edu, vc está precisando do ar marinho para refrescar sua memória sobre os altos e baixos da tribuna!!! Eita cabra chato, sô. hahahahahahahaha Venha no final de semana que eu te levo sábado na roda da Ouvidor e no domingo a gente pega o trem e vai para Oswaldo Cruz comer (devidamente ajoelhado) a rabada da Tia Neném, que para quem não sabe é viúva de Sr. Manacéa!!!! bjks Lucia Helena ---------- Cabeçalho original ----------- De: [EMAIL PROTECTED] Para: [email protected],"Melissa de Araujo Borges" [EMAIL PROTECTED] Cópia: Data: Mon, 3 Nov 2008 07:08:14 -0800 (PST) Assunto: [S-C] ATENÇÃO!!! Melissa, não distorça o que eu disse! Vc disse que pra mim: "... o "Choro" que você menciona como sendo menos "vital" que o Samba..." eu escrevi: "O samba em si, pode servir como uma válvula de escape emocional, por sinal mais do que o choro, pra quem vive em regiões de risco como as descritas pela Christiane." É BEM DIFERENTE!!! Pra que não haja dúvidas sobre isso vou ser mais claro, (e por sinal faz poucas semanas que eu tive que resolver um problema sério com uma pessoa muito querida, porque pegaram um texto meu, mudaram o sentido de um monte de coisas e mantiveram minha assinatura como se fosse eu o autor, e a pessoa veio tirar satisfações comigo dizendo que era o meu nome que tava escrito) Não coloquei em momento algum o samba acima do choro ou vice-versa em termos de importância poética, simbólica, social ou o escambal. O que eu quis dizer, é que EM ÁREAS DE RISCO (se não sabe exatamente a que estou me referindo, então vc não vive o samba tão bem assim), o samba tem um poder de penetração muito maior do que o choro. E isso não se deve a qualquer característica musical dos estilos ou intelectual de quem ouve (muito menos racial, pras carapuças de plantão). É fato: se vc subir qualquer morro tomado pelo tráfico de drogas e contar quantas pessoas vão estar ouvindo/tocando samba e quantas pessoas vão estar ouvindo/tocando choro, o samba vai ser mais numeroso. Não estou a fim de defender nenhuma tese quanto a porque isso acontece. Estava falando de outra coisa: quis mostrar em que ponto haveria uma ligação entre o assunto-tema dessa tribuna e o e-mail (muito importante por sinal) da Christiane. Sinta-se livre pra debater minhas idéias (e de todos, afinal é pra isso que estamos aqui), mas tome um mínimo de cuidado pra não distorcer o que as pessoas escrevem. Muita gente lê isso aqui e ás vezes vem gente importante do mundo da música pedir pra gente prestar conta do que acham que a gente escreveu. Já perdi um emprego por causa disso. Marcelo Neder _______________________________________________ Para CANCELAR sua assinatura: http://www.samba-choro.com.br/tribuna/cancela Para ASSINAR esta lista: http://www.samba-choro.com.br/tribuna/assina Antes de escrever, leia as regras de ETIQUETA: http://www.samba-choro.com.br/tribuna/netiqueta
