O trabalho do terreio Grande resgata a a forma mais original do Samba de Terreiro, do Partido Alto. Entao fica complicado fugir do Rio de Janeiro. Querer cobrar a inclusao de um repertorio de compositores paulistas para este estilo . Seria o mesmo que cobrar que um grupo de BLUS se espelhe em Celso Blus Boy ao inves de John Lee Hooker, Muddy Waters, BB King...
Sao Paulo tem bons sambistas historicos mas as caracteristicas sao diferentes. flw Fabio Padilha(gangaz) 2009/5/19 Artur de Bem <[email protected]> > Eu passei todo o momento daquela discussão do Terreiro Grande sem poder dar > pitaco porque não tinha ouvido o cd ainda.Pensei em retomar a discussão, > mas > não tinha gancho. > Agora sim. > > Eu não discordo em nada do TG. Dos sambas que eu ouço dessa rapaziada que > citasse, da Lapa, não ouvi nenhum samba de terreiro gravado como samba de > terreiro. Aí é que eu volto a minha crítica de que, se for pra gravar samba > antigo, grava na linguagem do samba antigo. E o TG faz isso perfeitamente. > Pode até ter alguma coisa nova, não moderna, mas nova, dentro da linguagem > do samba de terreiro, mas eles gravam bunitinho da forma como o compositor > fez. > > Samba de SP? Deve ter muitos bons. Mas aí pode entrar, também, uma questão > de preferência do TG, que, por sinal, é a mesma que a minha. Pra mim, samba > de terreiro e partido alto são as melhores vertentes do samba. > > > Felicidades, um forte abraço e um grande beijo. > > Artur de Bem > (48) 9969-0311 > http://arturdebem.blogspot.com > > E o povo continua cantando: "Foi em Diamantina / Onde nasceu JK / Que a > Princesa Leopoldina / Arresolveu se casá..." (Sérgio Porto) > > > 2009/5/19 Sonia Palhares Marinho <[email protected]> > > > > > André: > > > > > > Penso que os bons sambas inéditos para serem gravados, principalmente se > > forem de compositores desconhecidos, precisam ser aceitos nas rodas de > > samba. Soube através de uma migo do Rio que o Zé Luiz do Império Serrano > > teria dito que já não teria mais interesse em gravar cds próprios e sim, > > fazer com que seus sambas fossem divulgados na rodas de samba - não sei > se > > isso é mesmo verdade -, mas faz sentido. Veja, os sambas do Wanderley > > Monteiro, alguns muito bonitos, tem sido cantados nas rodas de samba de > > Brasília, é claro que os novos intérpretes terão interesse em gravar > esses > > sambas. Mas também não dá para fazer uma roda de samba só com sambas > > inéditos. > > > > Aí eu volto àquela crítica que eu fiz ao pessoal do Terreiro Grande > quando > > gravou aquele cd com a Cristina Buarque, "resgatando" sambas antigos das > > escolas de samba cariocas, trabalho que, como disse na época, vários > > artistas do Rio de Janeiro já vinham fazendo há tempos desde que começou > a > > revitalização da Lapa - Pedro Miranda, Teresa Cristina, Pedro Paulo > Malta, > > Alfredo Del-Penho, Mariana Bernardes, Nilze Carvalho entre outros -. > Porque > > não procuraram gravar os bons sambas inéditos de São Paulo, por exemplo? > > Acho que material deve ter de sobra, não? > > > > > > Abraços. Sonia Palhares (BsB-DF) > > > _______________________________________________ > Para CANCELAR sua assinatura: > http://www.samba-choro.com.br/tribuna/cancela > Para ASSINAR esta lista: > http://www.samba-choro.com.br/tribuna/assina > Antes de escrever, leia as regras de ETIQUETA: > http://www.samba-choro.com.br/tribuna/netiqueta > _______________________________________________ Para CANCELAR sua assinatura: http://www.samba-choro.com.br/tribuna/cancela Para ASSINAR esta lista: http://www.samba-choro.com.br/tribuna/assina Antes de escrever, leia as regras de ETIQUETA: http://www.samba-choro.com.br/tribuna/netiqueta
