Escrever o nome do Arlindo Cruz na mesma linha em que se escreve o do Belo é de uma ignorância sem precedentes....
abs.
Edu

PS: E a propósito, esta primeira que você cantou aí abaixo não é samba, é uma modinha cantando em seus shows pelo Ari Toledo.

----- Original Message ----- From: "Artur de Bem" <[email protected]>


Então tá!
Arlindo é igual ao Terreiro Grande!
Belo é igual ao Candeia!
E o Chrigor só não é chamado de Paulo da Portela por pouco...

Vamos colocar tudo no mesmo balaio e vender como "Samba".

Vamos parar de rotular tudo! Não existe samba de terreiro, samba de quadra,
samba enredo, samba de breque, samba de partido alto, partido alto, samba
dolente, samba sincopado, pagode. Tudo é tudo. Tudo é samba.

Vou fazer um pot-pourri cantando esses 2 sambássos:
"Aí eu vendo essa merda, encho o cu de dinheiro, e a Rosinha que se foda, eu
vou morar num puteiro"
"Me sinto igual a uma folha caída, sou o adeus de quem parte, pra quem a
vida, é pintura sem arte"

Ué... é tudo igual...


Felicidades, um forte abraço e um grande beijo.

Artur de Bem
(48) 9969-0311
http://arturdebem.blogspot.com

E o povo continua cantando: "Foi em Diamantina / Onde nasceu JK / Que a
Princesa Leopoldina / Arresolveu se casá..." (Sérgio Porto)


2009/5/20 Eugenio Raggi <[email protected]>

André,


Na prática a questão não é, nem nunca foi musical ou artística ou cultural.

Na verdade o que se discute não é a qualidade do trabalho do Terreiro
Grande. Eu, particularmente, gosto do disco deles com a Cristina Buarque,
mesmo não admirando a voz da Cristina. Não acho que Cristina canta mal.
Apenas não gosto do jeito que ela canta.

O que permeia a discussão é - de fato - a constante necessidade de auto
proclamação da qualidade. Tudo que se faz fora da linha do TG é visto (por
eles, o que é pior) como sub-cultura, sub-arte, samba-mercadoria, pagode
mauricinho.

A grande diferença entre o Terreiro Grande e, por exemplo, Arlindo Cruz, é
que Arlindo Cruz acha que faz um samba DIFERENTE do Terreiro Grande. Mas o
Terreiro Grande e seus integrantes tem a absoluta certeza de quer fazem uma
música MUITO SUPERIOR CULTURALMENTE àquela feita por Arlindo Cruz.

E julgamentos de superioridade cultural na minha terra tem um nome:
DETERMINISMO CULTURAL. Um primo-irmão do facismo.

Abs,

Eugenio

2009/5/20 Eduardo S. Martins <[email protected]>

Nem café "Seleto" eu tomo viu Sonia...rrrrrrrrrsssssssssss........
abs.
Edu

----- Original Message ----- From: "Sonia Palhares Marinho" <
[email protected]>


Posso falar por mim, não estou no centro de nada, estou em Brasília que é
apenas a capital federal e a capital política do país. Ah! Também não
pertenço a grupo seelto algum. Aliás, nem SELETA eu tomo!!! :-):-)



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