Legal, voce ta certo,  vou fazer a segunda e a melodia , afinal ja é 2010
ok !!!!!!!
  ----- Original Message ----- 
  From: JOEL
  To: CIDAO
  Cc: Eugenio Raggi ; Sambista Comuna ; Artur de Bem ; Tribuna
  Sent: Tuesday, January 05, 2010 11:11 AM
  Subject: Re: [S-C] Manifesto Comunista para o Sambista


  Essa tribuna que trata de cultura e arte
  Às vezes deixa de fazer a sua parte
  E ao invés de divulgar esse mundo rico
  Perde enorme tempo para criar conflito.
  Esquecendo-se alguns, que divergir faz parte
  Detona um ao outro sem o menor pudor
  Quando o mundo está a precisar
  De compreensão, de unidade e de amor!
  O mundo rico da música
  Não quer que ninguém se degladie
  Existem para promover a paz
  E também a alegria
  E o melhor que a gente faz
  É produzir poesia.
  Que 2010 seja um pouco diferente
  Ao acessar a tribuna
  Que pense a melhor forma de dizer
  Porque do outro lado tem gente!

  Feliz 2010 e todos os demais 2000!

  Um abraço!
  Joel de Oliveira




  2010/1/5 CIDAO <[email protected]>

    O Eugenio, acho que voce gosta de jazz , tem sotaque americano,  é anti 
comunidades, e adora o Nixon  não é?

    CIDÃO
      ----- Original Message ----- 
      From: Eugenio Raggi
      To: Sambista Comuna
      Cc: Tribuna ; Artur de Bem
      Sent: Tuesday, January 05, 2010 7:45 AM
      Subject: Re: [S-C] Manifesto Comunista para o Sambista


      Pois é,


      Li, reli e continuo com a mesma impressão.

      Se é pra fazer uma defesa da proposta libertária do copyleft, seria 
bastante louvável.

      Ficar exaltando o gênero como superior ou mesmo dizer que a produção 
cultural brasileira atual é uma podridão é mero juízo de valor.

      Só desagrega, cria preconceitos e não leva  a nada.

      Mesmo porque, estética musical nada tem a ver com proposta política. É 
apenas gosto, paladar artístico.

      Abs,

      Eugenio






      2010/1/4 Sambista Comuna <[email protected]>

        Eugenio, te aconselho a reler o Manifesto, você não entendeu nada...



        2010/1/4 Eugenio Raggi <[email protected]>

          Arur,

          Não precisa de entrelinhas.

          Basta ler o texto diretamente:

          "(...)tais produtos culturais que venham a servir de bálsamo em 
meio a tanta podridão que contamina e envenena nossa música e nossa 
cultura."

          O samba como "bálsamo" em meio à "podridão".

          Lanterna na popa. Isso é ridículo, nefasto até.

          Abs,

          Eugenio






          2010/1/4 Artur de Bem <[email protected]>

            Acho que tu le muita entrelinha... até onde não existe...



            Felicidades, um forte abraço e um grande beijo.

            Artur de Bem
            (48) 9969-0311
            http://arturdebem.blogspot.com

            E o povo continua cantando: "Foi em Diamantina / Onde nasceu JK 
/ Que a Princesa Leopoldina / Arresolveu se casá..." (Sérgio Porto)



            2010/1/4 Eugenio Raggi <[email protected]>

              Artur,

              Acho que vc não entendeu nada. Por trás do suposto apego pela 
arte popular e/ou bom humor do tal manifesto, o que fica claro é:

              - A noção destemperada, arrogante e preconceituosa de arte de 
vanguarda. Como se ouvir gravações de  Cartola ou Brancura salvasse povos da 
mais completa ignorância.

              - Fica clara a impostura de um leninismo cultural. Como se uma 
pseudo-elite esclarecida e bem intencionada iluminasse o caminho da 
desaculturada massa ignara que vive distante dos grandes centros urbanos.

              A postura cultural mais respeitosa e condizente com a 
pluralidade e a democracia seria o respeito às manifestações artísticas 
locais, guardadas as suas peculiaridades, regionalismos e identidades que 
lhe são inerentes.

              O samba é apenas mais uma das muito ricas manifestações 
culturais desse país. Tudo que ele não necessita são imposituras políticas, 
esse maoísmo cultural que se cerca de politização barata, um sub-produto da 
Guerra Fria que norteia muitas vezes esse tipo de retórica.

              Quem deve ser agente de sua produção cultural é o próprio 
povo. Não uma vanguarda que se julga elitizada, superior e proprietária da 
verdade artística. O caminho - errado e imoral - sempre foi esse, desde que 
Villa Lobos implantou o Canto Orfeônico nas escolas. Impor, impor e impor.

              E aqui - nesse pseudo-manifesto - o que eu vejo são 
imposições. Novamente.

              Abs,

              Eugenio







              2010/1/4 Artur de Bem <[email protected]>

                Então porque não entras no fórum de discussão da Tribuna 
Viola-Chamamé?


                No manifesto não foi dito que o samba era o único e soberano 
exemplar da cultura brasileira. Disse que é um exemplar. Negar isso é 
burrice.


                O cara quer ajudar a distribuir sambas que muita gente ainda 
não conhece e queres podar isso?




                Felicidades, um forte abraço e um grande beijo.

                Artur de Bem
                (48) 9969-0311
                http://arturdebem.blogspot.com

                E o povo continua cantando: "Foi em Diamantina / Onde nasceu 
JK / Que a Princesa Leopoldina / Arresolveu se casá..." (Sérgio Porto)



                2010/1/4 Eugenio Raggi <[email protected]>

                  Então tá...


                  Manifesto só para o samba?

                  É o único legítimo exemplar da cultura popular?

                  Moda de viola? Chamamé? Catira? Rasqueado?

                  Qual artista é mais "legitimamente popular"? Wilson 
Batista ou Helena Meirelles?


                  Um tipo de manifestação dessas só contribui para que se 
propague essa estúpida ideia de samba como gênero de vanguarda. Feito pelo 
povo mas incorporado pelas elites intelectualizadas.

                  Lamentável!





                  2010/1/4 Artur de Bem <[email protected]>


                    Salve!



                    Felicidades, um forte abraço e um grande beijo.

                    Artur de Bem
                    (48) 9969-0311
                    http://arturdebem.blogspot.com

                    E o povo continua cantando: "Foi em Diamantina / Onde 
nasceu JK / Que a Princesa Leopoldina / Arresolveu se casá..." (Sérgio 
Porto)



                    2010/1/4 Sambista Comuna <[email protected]>



                      Novo blog na área: 
http://downloadecomunismo.blogspot.com/


                      Para entenderem a linha editorial das postagens leiam 
o Manifesto Comunista para o Sambista






                      O samba é de todos. Suas melodias e poesias devem ter 
como destino os ouvidos e corações daqueles que bebem o seu néctar e se 
fazem disso para levar uma vida mais digna. Vive melhor quem samba, já 
cantou o poeta e essa é umas das verdades absolutas da humanidade. Dessa 
maneira, é fundamental que quebremos as barreiras das gravadoras e do 
capital. Para isso, devemos levar os sambas de maneira gratuita para os 
milhões de sambistas que não têm acesso às jóias escondidas em lojas, e 
vivem, forçadamente, longe do conhecimento destas obras que devem chegar a 
todos.

                      A intenção deste sambista comuna que escreve estas mal 
traçadas linhas é, através do grande poder de difusão que a Internet possui, 
fazer chegar aos mais distantes rincões do Brasil discos de samba 
recém-lançados que não podem ser encontrados no interior desse vasto e 
portentoso país. Não é justo que apenas os moradores das grandes capitais 
possam adquirir os bons discos de samba. Não é correto que apenas aqueles 
que detêm o monopólio do capital possam ter acesso à musicas tão belas que 
falam do povo e dos sentimentos mais puros da humanidade. O samba é 
expressão popular da cultura brasileira e deve chegar a todos, sem 
distinção.

                      É fundamental que, juntamente aos discos de extrema 
qualidade que deverão ser colocados a disposição do povo brasileiro, esteja 
disponível aos sambistas informações e reflexões a respeito da importância 
de tais produtos culturais que venham a servir de bálsamo em meio a tanta 
podridão que contamina e envenena nossa música e nossa cultura.

                      Este manifesto e a posterior atuação deste sambista 
comuna visam levar os sambas que ficariam embargados em discos às rodas de 
samba, para que estes sambas ganhem vida e valor, sendo cantados em alto e 
bom coro por sambistas de todo o Brasil.

                      Ao povo o que é do povo: o samba.

                      Sambista comuna


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