Caio
A Sônia até já comentou sobre o atraso do colunista e eu completo
dizendo
que além de atrasado, ele precisa usar outras fontes, porque no
nosso guia comentado
tem mais de 600 blocos listados!!!!
Apesar de não ir aos blocos sugeridos pelo Ruy Castro, percebo que
ele teve a sabedoria de no sábado ir ao espetacular desfile do Nem
Muda nem Sai de Cima
que esse ano homenageou o nosso querido amigo Moacir Luz!!!!
Um beijo
LH
PS- meu provedor está sonegando msgs da tribuna... só as vejo no
e-mail da moderação, mas acho chato responder de lá, porque não
é um e-mail pessoal
On Sáb 30/01/10 18:00 , Caio Tiburcio [email protected]
sent:
Hoje, na Folha de São Paulo, Ruy Castro fala da nossa paixão
pelo Carnaval de Rua do Rio de Janeiro.
O artigo está abaixo transcrito.
Caio Tiburcio
RUY CASTRO
À solta nas ruas
RIO DE JANEIRO - Todo ano, a 6 de janeiro, Dia de Reis, assim que
minha vizinha retira de sua porta a decoração de Natal -dois
sininhos prateados e uma coroa de azevinho amarrada com fita
vermelha- aplico à minha a de Carnaval: um saco de filó com confete
e serpentina e uma pavorosa máscara de clóvis, tudo comprado na Casa
Turuna. Eu e a vizinha nos entendemos: respeito sua opção religiosa,
e ela, minha opção pagã.
Daí que, até março, a trilha sonora deste apartamento varia
pouco. São marchinhas dos anos 1930 a 1960 e sambas de Carnaval (dos
mais nobres, como "Agora é Cinza", de Bide e Marçal, aos mais
fuleiros, como "Oba!", do Bafo da Onça) e um ou outro samba-enredo,
gênero este que deve ser apreciado com moderação. Amigos de
visita, em seus delírios, imaginam sentir no ar um aroma de Rodo
Metálico.
O Carnaval já está à solta no Rio, e o impecável site Bafafá On
Line relaciona mais de 40 eventos só neste fim de semana, entre rodas
de samba, saídas de bandas, ensaios de blocos, bailes à fantasia,
concurso de marchinhas e um dilúvio de feijoada quase equivalente à
quantidade de chuva em São Paulo. Uma novidade é a volta do Cacique
de Ramos e do dito Bafo da Onça, os dois grandes blocos de embalo,
esteios do Carnaval carioca desde que Oscar Niemeyer usava
chuca-chuca.
Falando em blocos, este ano estou na dúvida entre seguir o Spanta
Neném, na Lagoa, o Xupa Mas Não Baba, em Laranjeiras, ou o Perereca
Imperial, em São Cristóvão. E não vejo a hora de me postar na fila
do gargarejo diante do palanque do rancho Flor do Sereno, em
Copacabana, ouvindo aqueles sons de 1920, que são o lirismo e a
eternidade do Carnaval.
Parece um milagre, mas, depois de décadas condenado ao Sambódromo
e aos aparelhos de TV, o Carnaval está de volta, e para valer, às
ruas do Rio.
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz3001201005.htm [1]
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Atualizado em 02/02/2010
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