gostaria de não receber mais a tribuna.grato

Em 26 de fevereiro de 2010 11:51, <[email protected]>escreveu:

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>   1. Re: Res: O Estado de São Paulo/Olhar Sobre o Mundo: Samba da
>      Vela (Phadha Phada)
>   2. Re: Quem é você que não sabe o que diz!!! Em samba no Rio se
>      samba! (Carolina)
>   3. Re: Quem é você que não sabe o que diz!!! Em samba no Rio se
>      samba! (JL Vivas)
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> Message: 1
> Date: Fri, 26 Feb 2010 09:56:16 -0300
> From: Phadha Phada <[email protected]>
> Subject: Re: [S-C] Res: O Estado de São Paulo/Olhar Sobre o Mundo:
>        Samba da Vela
> To: Sérgio Moraleida Gomes <[email protected]>
> Cc: Carolina <[email protected]>,   "haroldo \( Banda da Barra \)"
>        <[email protected]>,       [email protected]
> Message-ID:
>        <[email protected]>
> Content-Type: text/plain; charset="windows-1252"
>
> Sergio,
> As pessoas estao fazendo uma grande confusao do proposito do Samba da Vela.
> Que na verdade e' um Sarau de Samba e poesia.
> Algo original  e como tal  e' formatado para atender  as necessidades de
> expressao daquela comunidade.
> Sao 3 horas dedicadas exclusivamente a materia essencial  que compoe uma
> roda de samba ou
> seja a exposicao da parte musical do samba.
>
> Exemplo que  deveria ser seguido por todas as alas de compositores das
> Escolas de Samba.
> Imaginem se os  caras fizessem algo parecido, reunioes periodicas,
> apresentassem composicoes, discutissem sobre samba.
> E em determinado mes do ano fizessem compilacoes desse trabalho e lancassem
> anualmente um disco de samba de terreiro
> dos compositores da agremiacao.
> Eu garanto que essas reunioes inclusive iriam impactar  nessa  palhacado
> toda envolvendo disputa de samba enredo, e teriamos qualidade maior   na
> avenida.
>
> Quanto ao choro, eu vejo que  ele esta se tornando  cada vez menos
> popular.Tanto na sua execucao quanto na audicao.
> MEsmo fenomeno se viu com o JAZZ.
> E a popularidade que restou do choro vem do tempo em que ele  ainda era
> dirigido ao povo.
>
>
>
>
> abs
> Fabio Padilha(gangaz).
>
>
>
> Em 26 de fevereiro de 2010 00:34, Sérgio Moraleida Gomes <
> [email protected]> escreveu:
>
> >  Gangaz,
> >
> > Embora a sua observação sobre o "objetivo daquela roda de choro" deva ser
> > real, não sei se nas rodas de choro isso seja tão incomum assim.
> > Por exemplo, a acreditar no que dizem livros e depoimentos de alguns, nas
> > rodas de choro na casa do Jacob do Bandolim era proibido beber, fumar
> (entre
> > outras coisas que nem me lembro agora), e havia um intervalo onde eram
> > servidos apenas os quitutes elaborados pela esposa do mesmo. Acho que
> isso,
> > inclusive, já foi narrado aqui na lista há uns anos atrás.
> >
> > E mais: não sei bem em que ano (1996 ou 1997?) estive no Clube do Choro
> de
> > Fortaleza/CE,  um local  nos fundos de uma casa no centro da cidade onde
> > diversos chorões se reuniam regularmente uma vez por semana.. Engraçado é
> > que alguns amigos daquela cidade que gostavam do gênero não conheciam tal
> > clube. Se não me falha a memória, tomei conhecimento dele também através
> > desta lista. Havia um pequeno palco, umas quarenta cadeiras e diversas
> fotos
> > e textos do Jacob. Pelo que fui informado, o clube existia desde os anos
> > cinquenta e havia sido fundado por um chorão local que era amigo do
> mestre
> > do bandolim.  Na época, o clube era mantido pelo filho desse chorão,
> então
> > falecido. Achei muito interessante toda a história do clube, o carinho e
> o
> > sentido de preservação que tratavam esse nosso gênero musical tão
> > importante. Mas no local, durante as apresentações, não era permitido
> > conversas, bebidas e fumo. E havia um intervalo onde era servido um
> > cafezinho. Não sei a quantas anda esse espaço pois não voltei mais a
> > Fortaleza e talvez alguém aqui da lista possa dar outras informações (ou
> > mesmo me corrigir, pois só estive lá no clube uma vez).
> >
> > Nos dois casos, uma primeira explicação talvez apressada é o local
> > (residências particulares) onde eram realizadas tais rodas de choro. Mas
> não
> > creio que seja só isso. Rodas de choro tem particularidades. É diferente
> de
> > roda de samba. E, sem entrar em maiores discussões lembremos da história:
> o
> > choro na sala e o samba no quintal. E, nesse contexto de então, quem eram
> os
> > musicos e participantes das duas rodas.
> >
> > Particularmente também não gosto desse clima, seja para o choro e muito
> > menos para o samba, embora, para ouvir Jacob e sua turma, Pixinguinha e
> > tantos outros, eu deixaria até de comer os quitutes uma noite inteira.
> Mas
> > que isso não sirva de uma crítica ao Samba da Vela que, pelo que sei, tem
> lá
> > suas razões para promoverem aquelas rodas em tal clima. E pelo que já
> ouvi,
> > a qualidade da musica é muito boa.
> >
> > No samba, então, minha exigência de tais liberalidades costuma ser bem
> > maior. Inclusive, muitas vezes não gostei de shows de sambistas que
> > considero do primeiro time. No samba, considero essa relação palco x
> platéia
> > um tanto complicada e dai... A interação da roda é outra coisa. E prá
> tal,
> > sem conversas, brincadeiras, a participação, a cachaça e a cerveja, entre
> > outras coisas mais, fica muito difícil.
> >
> > Abraços,
> > Sérgio Moraleida
> >
> >
> >
> >
> >
> >
> >
> >
> >
> >
> > Phadha Phada escreveu:
> >
> > Mas ao meu ver, o objetivo daquela roda de choro do filme brasileirinho,
> > nao era retratar uma roda autentica.
> > Foi uma montagem em formato de clipizinho para ser inserido no meio do
> > filme.
> >
> > Mas agora se eh pra rotular o^"espirito da roda de samba"  vamos colocar
> os
> > pingos nos "is",  apesar da falta de cerveja, pinga e gargalhada na
> VELA...
> > Ela tem muito mais cara de samba, do que certos grupinhos burocraticos
> > casuarianos  de "malandrios" universitarios que pipocam na cidade
> > maravilhosa.
> > O rapaziadinha que deveria se trancar no AP, se afundar no  Black
> > Label, e sussurrar aquela  meia duzia de cancoes do repertorio
> bossanovista.
> >
> > att
> > Fabio Padilha(gangaz)
> >
> >
> > Em 25 de fevereiro de 2010 17:55, Carolina <[email protected]
> >escreveu:
> >
> >> A roda de samba do filme Brasileirinho sobre o choro me fez lembrar
> muito
> >> essa roda do samba da vela.
> >> O olhar estrangeiro sobre o filme possibilitou algumas cenas curiosas,
> >> como as gravações de rodas de choro espalhadas pelas ruas da cidade. A
> roda
> >> registrada em frente ao Real Gabinete Português de Leitura, situado
> próximo
> >> a Praça Tiradentes acontece no meio da rua, com músicos tocando e casais
> de
> >> figurantes dançando alegremente a sua volta. Não é algo incomum na
> cidade do
> >> Rio de Janeiro, encontrar rodas de choro que aconteçam na rua em plena
> praça
> >> pública, (por exemplo, a roda de choro da Praça São Salvador) mas a roda
> >> cinematográfica não conseguiu passar veracidade. Basta conhecer
> minimamente
> >> uma roda de choro ou samba para compreender que embora tudo ocorra
> >> ?ordenadamente?, a roda possui uma dinâmica própria que por vezes beira
> a
> >> confusão: músicos tocando, povo ao redor dançando e conversando,
> tilintares
> >> de talheres e copos, bem distantes da roda registrada no filme.
> >> O samba da vela me pareceu a roda do filme. Ordenada demais! Falta
> >> cerveja, caldinho de feijão, cabrocha sambando...Não me crucifiquem!!!
> Nunca
> >> fui e acho a iniciativa muito legal. Conheci o pessoal do samba aqui no
> Rio
> >> na quadra da Portela no clima... feijoada da Velha Guarda, na época que
> a
> >> feijoada era da Velha Guarda... quem já foi sabe como é. Povo sambando,
> >> cerveja rolando, Surica gritando... kkkkk
> >>
> >> Abraços Carol.
> >>
> >>
> >>  Em 25/02/10, haroldo ( Banda da Barra ) <[email protected]>
> >> escreveu:
> >>
> >>> Deve ser meio enfadonha essa passividade obrigatoria,afinal,trata-se de
> >>> uma roda de samba.Acho que quem frequenta deve fazer muito sacrificio
> para
> >>> ficar quetinho ouvindo samba que,garantem, ser bom.Essa rigidez nada
> tem a
> >>> ver com a descontracao do nosso ritmo.Como tudo muda,quem sabe,com o
> >>> tempo,os organizadores venham  modificar o andamento dos
> >>> trabalhos,permitindo uma biritinha,umas palminhas,um corinho e uma
> >>> dancadinha.Tudo inho,mas que pode deixar a gente com vontade de ir
> >>> la.Haroldo
> >>>
> >>> __
> >>
> >>
> >
> -------------- Próxima Parte ----------
> Anexo em HTML limpo e removido
>
> ------------------------------
>
> Message: 2
> Date: Fri, 26 Feb 2010 10:20:43 -0300
> From: Carolina <[email protected]>
> Subject: Re: [S-C] Quem é você que não sabe o que diz!!! Em samba no
>        Rio se samba!
> To: JL Vivas <[email protected]>
> Cc: "haroldo \( Banda da Barra \)" <[email protected]>,
>        "[email protected]" <[email protected]>,
>  Roberto
>        Ponciano <[email protected]>
> Message-ID:
>        <[email protected]>
> Content-Type: text/plain; charset="iso-8859-1"
>
> E não viu nego sambando??? Tá de sacanegam comigo!!!
>
> Carol
>
>
> Em 25/02/10, JL Vivas <[email protected]> escreveu:
> >
> > Fui no Pedra do Sal, recomendação la Lucia Helena, que entende dessas
> > coisas melhor que ninguém. Tenho dois vídeos que eu mesmo fiz no youtube.
> >
> > Fui na Rua do Ouvidor. Recomendação da LH também. Tenho outros dois
> vídeos
> > no youtube, e um zilhão de fotos.
> >
> > Fui na Lapa, Carioca da Gema, Trapiche, e outros lugares. Vi a Teresa
> > Cristina Cristina e Semente, Paulão 7 Cordas, etc.
> >
> > Fui no Bip-Bip, me levou a LH. Se ela é sacana não sei.
> >
> > Fui na baixada também, até Pavuna e depois, passei por todo o baralho do
> > Moyséis.
> >
> > Fui na Sapucaí em noite de ensaio da Portela. Não tinha turista nenhum.
> Só
> > eu talvez. Lotado, tudo gente da casa.
> >
> > Não fui no Rio Scenarium, não sei onde fica, nem tinha ouvido falar
> antes.
> >
> > Obrigado pelo oferecimento anyway, está anotado.
> >
> > JLV
> >
> > Roberto Ponciano wrote:
> >
> >   Meu Deus, meu caro amigo! Mas onde te levaram no Rio!?
> >
> > Tu foi a um samba no Rio e não sambou?
> >
> > Que samba era este, pelo amor de Deus!
> >
> > Sapucaí não conta, aquilo não é roda de samba, é espetáculo para
> > turistas...
> >
> > Em todas as casas de samba da Lapa se samba e muito.
> >
> > Em todas as feijoadas das velhas guardas...
> >
> > Nos piores pagodes mauriçolas se samba também...
> >
> > Então, algum amigo sacana seu te levou nos piores sambas do Rio.,.
> >
> > Por que estou com a Carol, em samba que se preze no Rio, a maioria samba,
> > até os turistas arriscam passos desastrados...
> >
> > Seja no Trapiche, Carioca da Gema, Democráticos...
> >
> > O lugar que menos se samba na noite do Rio deve ser no Rio Scenarium, a
> > casa mais cara e mais mauriçola da noite...
> > De repente foste lá. Viu um monte de gente num desfile de moda
> brega-Barra
> > da Tijuca e pouca gente sambando.
> >
> > Nos outros... Todo mundo samba, nem que seja no lugar.
> >
> > Nilze de Carvalho e Sururu na Roda, por exemplo, você samba até passando
> > pela rua do CCC (que não é Comando de Caça aos Comunistas, mas Centro
> > Cultural Carioca).
> >
> > Na boa, da próxima vez que vieres, nos avise e te levamos em todos os
> > sambas da boa.
> >
> > Se em algum não tiver gente sambando, eu te pago uma caixa de cerveja!
> >
> > Abraços, Visite minha página pessoal:
> > http://geocities.yahoo.com.br/cariocabeto
> >
> > --- Em *qui, 25/2/10, JL Vivas <[email protected]> <[email protected]
> >*escreveu:
> >
> >
> >
>
>
>
> --
> Beijos Carol.
> -------------- Próxima Parte ----------
> Anexo em HTML limpo e removido
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> Fim da Digest Tribuna, volume 6, assunto 179
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