Este de Lupicinio, e' genial, representa a caracteristica mais marcante das mulheres A "insustentavel saciedade" rs rs rs...
SOZINHA. Vivia sozinha, Num ranchinho velho, feito de sopapo, O seu rádio de noite era o canto de um sapo, Sua cama uma esteira entendida no chão. Sua refeição era um bocado de charque e farinha, Pois nem prá comer a coitada não tinha, Sequer no café, um pedaço de pão. Levei pro meu sítio, Troquei por cetim os seus trapos de chita, Até prá "marvada" se ver mais bonita Pus luz no seu quarto, invés de candeeiro. E só por dinheiro, sabem o que fez essa ingrata mulher?: Fugiu com o doutor que eu mesmo chamei E paguei prá curar os seus bichos-de-pé. Assim me falou Um pobre matuto, coitado, chorando Em seu desespero foi me ensinando, Que em todo lugar mulher sempre é mulher. Se pede uma flor e a gente lhe dá ela exige uma estrela E se por acaso ela não obtê-la Se vai com o primeiro homem que lhe der. att Fabio Padilha(gangaz) Em 8 de março de 2010 16:03, elida kronig <[email protected]>escreveu: > Grata, CIDAO! > > Pra manter o ritmo da tribuna, os meninos bem que poderiam indicar sambas > feitos em homenagem a nós. > Mas não vale aquele "mulher/mulher/mulher" do Neguinho da Beija-flor... Não > sai disso... :) > > Beijinhos especiais a todas tribuneiras. > > _______________________________________________ > Tribuna mailing list > [email protected] > http://www.samba-choro.com.br/cgi-bin/mailman/listinfo/tribuna > >
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