A matéria ficou ótima. Mandou bem Dé.
Mas melhor ainda foi a roda... sensacional!!!
E eu, carregando as bençãos do mestre.
Boa semana a todos.
Má

-- 
Marília Pereira de Carvalho
msn: [email protected]

2010/5/31 Joao Stattmiller <[email protected]>

> Boa. E ja agora um abraco ai ao tio Ney Lopes ;)
>
> J
>
>
>   On 5/28/10, Sonia Palhares Marinho <[email protected]> wrote:
>
>>   O samba bate outra vez
>>
>>
>>
>> 28/05/2010 15:13:12
>>
>>
>>
>>
>>
>> *Projeto resgata tradição dos clubes paulistanos e tem no samba sua forma
>> de expressão *
>> *
>> *
>> *Por Lucas Conejero e André Carvalho
>> *
>>
>> O  Projeto Anhangüera Dá Samba, tradicional roda de samba realizada
>> mensalmente no Bom Retiro, região central da cidade de São Paulo, completa
>> seu terceiro ano de existência e resistência com a ilustre presença de Nei
>> Lopes, um dos maiores letristas da música brasileira e grande estudioso da
>> cultura negra. A apresentação acontece nesta sexta-feira, 28.
>>
>> Instrumento de resgate e manutenção das raízes samba, o projeto idealizado
>> pelo pesquisador Arthur Tirone chega a 35º edição com a desenvoltura de um
>> mestre sala que apresenta sua porta-bandeira na avenida. A música popular
>> brasileira é mostrada no sentido mais puro de sua essência, de maneira
>> autêntica, sem deturpações.
>>
>> Os encontros ocorrem às últimas sextas-feiras de cada mês. Um grupo de
>> sambistas (Inimigos do Batente) recebe um convidado especial para uma roda
>> nas dependências de um antigo clube de várzea, o Anhangüera. São duas
>> importantes instituições da cultura brasileira - o futebol de várzea e o
>> samba - que juntas, preservam-se e valorizam-se.
>>
>> A batucada acontece no chão, à beira do gramado, sob a imagem de Nossa
>> Senhora Aparecida. “A idéia de um projeto cultural – mais precisamente no
>> campo da música – é antiga”, afirma Tirone. “Como historiador das coisas do
>> bairro e do clube, busco revitalizar o lado social do Anhangüera - que até a
>> década de 60 foi referência na cidade pelos grandes bailes, festas e
>> concursos de todas as espécies”, completa e explica o pesquisador, neto dos
>> fundadores italianos do clube.
>>
>> Para primeira edição, em maio de 2007, foi convidado Wilson Moreira,
>> monstro sagrado do samba. De lá pra cá, diferentes gerações, sotaques e
>> escolas de sambistas se apresentaram por ali. Nomes consagrados se
>> intercalavam a outros menos conhecidos pelo grande público. No repertório
>> dos bambas, muitos sambas clássicos, outros tantos inéditos.
>>
>> Contemplado com o convite inaugural do projeto, Wilson “Alicate” Moreira
>> ainda teve a distinção de ter sido o único a ter repetido sua apresentação,
>> no aniversário de 2 anos. E ele quer mais: “É um projeto muito bonito e
>> importante para nossa cultura popular. Fico feliz em saber que existe e
>> poder participar. Esse pessoal do Inimigos do Batente é nota dez. Espero
>> voltar lá o mais rápido possível.
>>
>> É importante destacar o fato do Projeto Anhangüera dá Samba fazer parte de
>> um amplo movimento de resgate e manutenção da cultura popular em andamento
>> no Brasil. Ele se manifesta nas mais diversas frentes e à margem do mercado,
>> cria uma série de alternativas para aqueles que não encontram espaço nas
>> telas de TV e nas emissoras de rádio.
>>
>> Toda essa efervescência não poderia ter outro resultado: o aparecimento de
>> uma nova safra de compositores, intérpretes e ritmistas na cena da música
>> popular. Nomes como Paulinho Timor, Edu Batata e Douglas Germano compõe a
>> trilha sonora que faz sambar a jovem boemia da Paulicéia.
>>
>> Expoente da nova geração, o compositor Douglas Germano se apresentou
>> recentemente no clube. Ele ressalta que assim como o seminal projeto Mutirão
>> do Samba - do qual foi fundador - o Anhanguera não tem apelo comercial. “É
>> algo espontâneo, um grupo de amigos reunidos que cantam velhas canções e
>> novas composições. Pela primeira vez tive a oportunidade de apresentar
>> minhas músicas como convidado especial de uma roda.”
>>
>> Nos últimos três anos, o Anhanguera Dá Samba cumpriu com louvor seu papel
>> de aglutinador sociocultural, manteve a tradição dos antigos clubes de
>> bairro e levantou a bandeira do samba. Adoniram Barbosa, Madrinha Eunice e
>> Pato N'água - onde quer que estejam - devem sentir orgulho.
>>
>>
>> *Anhanguera Dá Samba
>>
>> Rua dos Italianos, nº 1261
>>
>> Bom Retiro, São Paulo
>>
>> Entrada R$15*
>>
>>
>> Fonte: http://www.cartacapital.com.br/app/materia.jsp?a=2&a2=10&i=6878
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