Por exemplo, o enredo nada a ver sobre o Beto Carreiro, regiamente pago por
ele, foi o início do inferno astral do Império Serrano, foi sua primeira
queda para o Grupo de Acesso e depois disso nunca mais a escola se firmou,
parece até praga...rsrsrsrs...
abs.
Eduardo Martins
----- Original Message -----
From: Sonia Palhares Marinho
Ary:
Nao vejo diferenca em se homenagear Bidu Sayao, por exemplo, e Roberto
Carlos - que já foi homenageado uma vez -, ambos sao figuras estranhas ao
samba, da mesma forma que uma escola homenageou os caminhoneiros - com
direito a Sula Miranda em carro alegórico. Se o enredo for bem desenvolvido
e contar a história que se propos, nao vejo mal algum. (desculpe a falta de
acentos, ainda nao me acertei com o teclado do meu notebook novo). A Estácio
de Sá fez um dos desfiles mais bacanas que já vi falando de Villa-lobos e do
seu Trenzinho Caipira. O ruim é quando o homenageado nao está a altura da
homenagem, como por exemplo, Chico Recarey e quetais que encomendam enredo
aos carnavalescos inescrupulosos por pura vaidade. Roberto Carlos tem quase
70 anos de idade e 50 anos de carreira de sucesso, gostemos ou nao. É o
maior artista popular brasileiro em atividade. Uma escola pode apresentar um
belo desfile falando de ópera, de teatro, de ballé, de música caipira, de
cultura indígena, de religiiao, de cinema, de história do Brasil, de lendas
e mitos ou de qualquer personalidade pública, desde que ela mereca a
homenagem. É a criatividade do carnavlesco, a qualidade do samba e a
disposicao dos integrantes na avenida que vao fazer a diferenca. Duro é ter
que aturar - como aconteceu - em pleno centenário de Cartola, a Mangueira
exaltando o centenário do frevo por conta de alguns caraminguás. Isso é que
nao dá para aturar.
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