vou tentar um no partido alto: improvisado de agora mesmo!

vejamos:

Arlequim, com sua graça e carisma,
Se fez assim, o mais querido do salão.
Colombina, nega forte e decidida,
apesar de não ser tão bonita,
Conquistou admiração...

Pierrot, embriagado e perdido,
já careca de saber... que neste carnaval
já não tinha mais lugar.

Desde os tempos modernosos
os salões modificados
tem seu publico fiel

Arlequim e Colombina..
formam par bem trabalhado
em compasso... com o povo dos salões

pronto...
agora o DOI CODI não pesca!
rs
Em 17 de setembro de 2010 21:43, vini correia <[email protected]>escreveu:

> concordo, aqui é o espaço exclusivamente para se debater o samba e o choro.
>
> para falar de política aqui na tribuna tem que ser através do samba, viu?
> mas através de parábolas e metáforas, meu caro, como se fazia
> antigamente... e torça para a censura não te pegar rsrsrs
>
> funciona mais ou menos assim como os versos que eu fiz...rsrs... só pra
> fazer graça
>
> no baile de mascaras daqueles saloes
> o samba é sem compasso, desafina os coracoes
> segue sem cadencia, beleza e poesia
> colarinhos e gravatas são suas alegorias
>
> colombina indecisa se entregou ao Arlequim
> sambou pela esquerda e direita bem assim
> colombina que por fim o elegeu seu rei dos reis
> nessa roda, nesse samba, o pierrot não tinha vez
>
> saravá!
> Vini
>
>
>
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-- 
Pablo Mattos
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