Alex, o cavaquinhista Leo Benon, aqui de Brasília conviveu bastante com o Pernambuco nos últimos tempos. Da última vez que conversei com o Leo, ele me disse que o Pernambuco estava bem velhinho e já muito debilitado, e que ele estava tentando registrar tudo que era possível em vídeo.
Tinha verdadeiras aulas de pandeiro nesses vídeos. Vou procurar saber o que vai ser feito com esse material. Aquele abraço, Gabriel Gomes 2011/7/21 Alex Mendes <[email protected]> > Caros amigos!! > > No site www.chorinhobrasil.com.br tem um excelente vídeo do Pernambuco do > Pandeiro!! > > Acredito que tenha sido seu último registro em vídeo, foi gravado ao vivo > no programa Chorinho Brasil do apresentador João Thomás do Amaral em São > Paulo > > Acessem e coloquem seus comentários no site, é uma forma de movimentar e > registrar a importância de Pernambuco que foi um dos maiores músicos que já > passaram pela Música Brasileira e é digno de nosso respeito e > reconhecimento!! > > Abraço a todos!! > > Alex Mendes > > ------------------------------ > To: [email protected] > Date: Sat, 9 Jul 2011 21:49:40 +0000 > From: [email protected] > Subject: [S-C] Morre Pernambuco do Pandeiro, um dos fundadores do Clube do > Choro de Brasília > > *Correio Braziliense > > Morre Pernambuco do Pandeiro, um dos fundadores do Clube do Choro > > > *Um dos músicos que ajudaram a fazer a história do choro brasiliense, > Pernambuco do Pandeiro morreu na madrugada de hoje, no Hospital Santa Luzia, > devido à falência múltipla de órgãos. Ele faria 87 anos no próximo dia 30. > Estava internado desde o último sábado, quando chegou ao hospital com febre > alta e falta de ar. A diabetes agravou o quadro de pneumonia. O velório será > neste domingo, a partir das 10h, na Capela 10 do Campo da Esperança. O > enterro está marcado para as 15h30. > > Pernambuco do Pandeiro — na certidão, Inácio Pinheiro Sobrinho — nasceu em > Gravatá de Bezerro (PE), em 30 de julho de 1924. Antes de completar um ano, > mudou-se com a família para Lagoa de Roça (PB), onde viveu até o começo da > adolescência. De lá, seguiu de navio, com a mãe e dois irmãos, para o Rio de > Janeiro. Foi na capital fluminense que iniciou a carreira de músico, aos 15 > anos, após ser aprovado, em primeiro lugar, no programa de calouros A hora > do pato, na Rádio Mayrink Veiga. > > No Rio, o músico viveu seus tempos de glória na era de ouro do rádio. > Integrou conjuntos regionais sob a batuta de maestros como Radamés Gnattali > e Severino Araújo, e acompanhou cantores do naipe de Francisco Alves, > Orlando Silva, Nelson Gonçalves e Aracy de Almeida. Ele veio para Brasília > em 1959, a convite de Juscelino Kubistchek. "Vim para ser músico da Rádio > Nacional, mas não deu muito certo e aí fui fichado na Novacap, na qual me > aposentei", contou, em entrevista ao Correio, em janeiro de 2010. > > Na década de 1970, Pernambuco do Pandeiro frequentava rodas de choro > promovidas em apartamentos da cidade, como o da flautista Odette Ernest Dias > e o do jornalista Raimundo de Brito. Foram nesses encontros — com músicos > cariocas transferidos para a capital — que se formou a turma que daria > origem ao Clube do Choro, fundado em 1977. > > Reco do Bandolim, presidente do Clube do Choro, credita a Pernambuco do > Pandeiro os papéis de músico influente e grande estimulador das novas > gerações de instrumentistas. "Ele foi pioneiro. Sempre esteve presente no > movimento do choro", comenta o bandolinista. "Era uma pessoa da maior > generosidade e dedicou a vida inteira ao pandeiro, instrumento aparentemente > pequeno, mas que é essencial na música brasileira. Ele tinha uma noção clara > disso." > > Nos últimos anos, Pernambuco morava num apartamento modesto da 410 Sul e > participava de uma roda de choro nas tardes de sábado, na comercial da QI 13 > do Lago Norte. Era um dos mais entusiasmados da turma. "Além de grande > músico, ele era uma simpatia, alegre, animado. A música brasileira deve > muito a ele", diz o bandolinista Dyonisio Della Penna, o Coqueiro, > organizador dos encontros semanais no Lago Norte. > > > * > http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/diversao-e-arte/2011/07/09/interna_diversao_arte,260456/morre-pernambuco-do-pandeiro-um-dos-fundadores-do-clube-do-choro.shtml > *<http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/diversao-e-arte/2011/07/09/interna_diversao_arte,260456/morre-pernambuco-do-pandeiro-um-dos-fundadores-do-clube-do-choro.shtml> > > > > JORNAL DE BRASÍLIA > > Morre Pernambuco do Pandeiro, um dos fundadores do Clube do Choro de > Brasília > > > Morreu na madrugada de hoje (9), perto de fazer 87 anos, o percussionista > e compositor Pernambuco do Pandeiro. Ele estava internado há uma semana e > morreu em decorrência da falência múltipla de órgãos. > Em depoimento à Rádio Nacional, gravado em 2008, Inácio Pinheiro Sobrinho > (nome de batismo) lembrou que faz parte da história de Brasília, aonde > chegou em 1959, a convite do presidente Juscelino Kubitschek, para tocar na > Rádio Nacional. > > Junto com outros músicos que eram funcionários públicos e foram > transferidos para a capital, como Avena de Castro, Nilo Costa, Tio João, > Hamilton Costa, Neuza França e Odete Ernest Dias, começaram as reuniões > musicais nas próprias casas dos “chorões”. > Na década de 70, começaram as apresentações públicas. O então governador > Elmo Serejo Farias assistiu a uma delas e cedeu as instalações de um antigo > vestiário do Centro de Convenções para as reuniões dos músicos. A partir > daí, foi fundado o Clube do Choro de Brasília no dia 09 de setembro de 1977. > Pernambuco do Pandeiro começou a carreira na década de 1940, no Rio de > Janeiro, com apresentações na Rádio Clube Fluminense em Niterói e nas boates > Dancing Brasil e Farolito. > Depois, passou a integrar o regional de César Farias, pai de Paulinho da > Viola. Também tocou com Pixinguinha e Benedito Lacerda na Rádio Tupi. Na > década de 50, criou seu próprio conjunto, quando lançou Hermeto Pascoal. > > Percorreu vários países divulgando a música brasileira e tocou também no > conjunto que acompanhava Waldir Azevedo. Ainda em Brasília, em 1982, > apadrinhou e deu o nome à dupla Dois de Ouro, formada por Hamilton de > Holanda – na época com seis anos de idade – e o irmão, Fernando César. > O velório será amanhã, no cemitério Campo da Esperança, em Brasília, a > partir das 10h, na Capela 10. O enterro está marcado para as 15h30. > > Fonte: Agência Brasil > > http://www.jornaldebrasilia.com.br/site/noticia.php?id=352487&secao=N > > _______________________________________________ Tribuna Livre, uma lista de > discuss�o de Samba & Choro Para cancelar: > http://www.samba-choro.com.br/tribuna/cancela Assine: > http://www.samba-choro.com.br/tribuna/assina Estatutos da Gafieira: > http://www.samba-choro.com.br/tribuna/estatutos > > _______________________________________________ > Tribuna Livre, uma lista de discussão de Samba & Choro > Para cancelar: http://www.samba-choro.com.br/tribuna/cancela > Assine: http://www.samba-choro.com.br/tribuna/assina > Estatutos da Gafieira: http://www.samba-choro.com.br/tribuna/estatutos > >
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