-----Mensagem Original-----
Caros colegas
 
Na qualidade de cidad�o brasileiro sinto-me indignado com o julgamento a favor da medida de racionamento de energia, no qual foi julgado legal o corte de luz, prova-se que a justi�a neste Pa�s � extremamente politiqueira, a popula��o brasileira j� est� consciente de que � necess�rio o racionamento, e todos est�o contribuindo para a economia de energia, por�m, ficamos a merc� de uma pol�tica covarde, n�o entra na minha cabe�a como posso ter minha luz cortada com a conta em dia, extremamente dif�cil de se entender.
 
Com este julgamento fiquei totalmente incr�dulo com os Julgadores, � uma prova, sem sombra de qualquer d�vida que a justi�a de muito tempo deixou de ser cega, imparcial, e na medida do poss�vel justa.
 
Neste pa�s em que esc�ndulos s�o acorbetados pelo presidente, homem este que deveria mandar averiguar para punir os culpados, preocupa-se t�o somente em fazer manobras politiqueiras para dar prosseguimento ao seu governo desastroso.
 
Espero n�o ser o �nico com tal sentimento de vergonha por ser brasileiro.
 
Aloisio J�nior.
____________________________________________________________________________________________________________
 
STF considera constitucional a medida provis�ria do racionamento
28/06/2001
O governo federal conseguiu garantir no Supremo Tribunal Federal a medida provis�ria que regulamenta o racionamento de energia el�trica, com a cobran�a de sobretaxa e com cortes de fornecimento a quem n�o economizar energia dentro das metas estipuladas.

Os ministros Moreira Alves, Sydney Sanches, Sep�lveda Pertence, Celso de Mello, Carlos Velloso, Maur�cio Corr�a, N�lson Jobim e Ellen Gracie Northtfleet, do Supremo Tribunal Federal, deram seus votos em favor da constitucionalidade da medida provis�ria do governo sobre o racionamento de energia el�trica. Seis votos seriam suficientes para a vit�ria do governo. A vota��o terminou em oito a dois.

Com isso, caem as liminares contra a cobran�a de sobretaxa e os cortes no fornecimento.

Os �nicos votos contra o governo foram os do ministro N�ri da Silveira, que indeferiu a medida provis�ria do governo sobre o plano de racionamento de energia, no julgamento pelo STF da a��o declarat�ria de constitucionalidade movida pelo governo para tentar derrubar liminares contra a medida, e do presidente do STF, Marco Aur�lio Mello, que, �ltimo a votar, fez duras cr�ticas � medida provis�ria. "Jamais vi uma medida provis�ria t�o arcaica e ef�mera como esta", declarou, dizendo que "perdemos os par�metros".

S�o 11 ju�zes do STF no total, mas, como o ministro Ilmar Galv�o estava viajando, e s� dez votaram.

Silveira � o ministro relator tanto da ADC (a��o declarat�ria de constitucionalidade) quanto das Adins (a��es diretas de inconstitucionalidade) contra o plano de racionamento.

Silveira afirmou que os consumidores podem requerer na Justi�a que n�o seja feito o corte no fornecimento de energia como puni��o para quem n�o economizar.

Na leitura de seu voto, Silveira disse que o corte � uma penalidade e que os recursos arrecadados com a sobretaxa deveriam ir primeiro para as prestadoras e para as melhorias do servi�o.

Existem pelo menos 50 liminares em todo o pa�s contra a medida provis�ria. Todas essas liminares caem com a liminar favor�vel ao governo. A liminar � v�lida apenas por seis meses. O governo aposta que nesse per�odo j� estar� solucionada a crise energ�tica.

O advogado-geral da Uni�o, Gilmar Mendes, admitiu que tomou um "susto" com o voto do relator, pois Mendes achava que ele seria contra apenas o corte no fornecimento.

------------------------------
Endere�os da lista:
Para entrar: [EMAIL PROTECTED]
Para sair: [EMAIL PROTECTED]
------------------------------

Grupos.com.br
p�gina do grupo diret�rio de grupos diret�rio de pessoas cancelar assinatura

Responder a