Magno: Sobre o Caso #2.
Não há polêmica alguma em cima dessa situação, em outras palavras: 'A regra é clara'. O GPL refere-se a direitos sobre o software, e é muito limitante no que diz respeito a reutilização e a modificação do código fonte. A redistribuição é muito simples, basta disponbilizar o código fonte, oq pode ser feito pelo desenvolvedor original, neste caso. Só pra citar outro exemplo, é como vc incorporar o gcc no produto para que se possa compilar uma modificação do software. Não há problemas com esse caso. Ainda mais no exemplo citado, caso real, onde o software é voltado para o funcionamento em servidores intel. Fabio. On 12/9/05, Magno K. Nardin <[EMAIL PROTECTED]> wrote: > Em Sex, 2005-12-09 às 14:39 -0200, Fabio A Mazzarino escreveu: > > > Caso #2: > > A empresa precisava fazer indexação e pesquisa em arquivos texto. > > Verificou-se a existência de um software livre e uma biblioteca que > > tinham esta funcionalidade, porém ambos eram licenciados sob a GPL. > > Solução: Incorporou-se o software GPL binário. Ou seja, o software > > proprietário chama o software GPL pela linha de comando. Assim > > isoularam-se os códigos, e não foi preciso licenciar o código > > proprietário pela GPL > > > Acho que o exemplo ajuda a deixar mais claro, não ajuda? > > Fábio, > > Só uma coisa para esclarecermos melhor a questão: há uma polêmica grande > em torno dessa segunda opção? Ou não? Acredito que quem optar por essa > segunda forma tem que estar pronto para enfrentar os riscos de eventuais > questionamentos, talvez até se preparar para enfrentar demandas na > justiça, dependendo de onde esse hardware vá ser vendido. Os americanos, > por exemplo, gostam de processo mais que a gente :) > -- > Magno K - LinUser # 142.324 > > > > > -- > ubuntu-br mailing list > [email protected] > www.ubuntu-br.org > http://lists.ubuntu.com/mailman/listinfo/ubuntu-br > > > -- ubuntu-br mailing list [email protected] www.ubuntu-br.org http://lists.ubuntu.com/mailman/listinfo/ubuntu-br

