Em Domingo 11 Junho 2006 19:21, Thadeu Penna escreveu: > Lucas Arruda (llbra) escreveu: > > Galera, > > > > vcs tao esquecendo que um sistema a gente instala do zero, se nao nao > > fica > > tão bom assim. > > > Isto é para Red Hat e rpms :)
Permita-me discordar, Thadeu. Mas não é bem assim. Tá certo que eu adorei o Ubuntu e provavelmente não vou nunca mais usar outra distribuição em minha vida, mas uma boa distribuiçao baseada em RPM permite, SIM, fazer upgrades sem sustos. Fui usuário de Conectiva Linux entre as Versões 5 e 10 e tive várias oportunidades de testar isso. Do conectiva 5 para o 6 eu reinstalei do zero porque eu não sabia nada de linux e não sabia que dava para fazer upgrade (lol). Do conectiva 6 para o 7 eu fiz upgrade através do CD da finada revista do linux e tudo funcionou muito bem (mas eu não tinha pacotes "estrangeiros" instalados). Do conectiva 7 para o 8 eu fiz upgrade através da internet. Não ficou muito bom porque eu tinha instalado uma pá de pacotes estrangeiros. além do mais a conectiva lançou o 8 com um KDE beta (e olha que eles eram uma distro baseada em KDE). Então eu tive que fazer um upgrade do 8 para o 8+ via CD e muita coisa ficou funcionando errado. Daí eu reinstalei o 8+ a limpo e parei com a mania de instalar rpms estranhos. Quando queria um programa que não estava na distro eu compilava na mão com --prefix=/opt e instalava com make install. Daí deu para instalar do 8 para o 9 e do 9 para o 10 sem susto. Tudo bem que o Ubuntu é muito bom, mas os maiores problemas das distribuições em rpm não são causados pelo sistema rpm em si, mas pela "fuçação" por parte dos usuários (que não ocorre em um ambiente de produção -- o que explica porque o upgrade nesses sistemas é mais garantido). -- José Geraldo Gouvêa -- ubuntu-br mailing list [email protected] www.ubuntu-br.org https://lists.ubuntu.com/mailman/listinfo/ubuntu-br

