Isso é configurável com uma opcao chamada async ou sync no modo de montagem. Muitas distros preferem o modo async porque o próprio sistema operacional baixa os buffers gradativamente a medida que o sistema de I/O vai ficando ocioso e voce nem sente, parece que a gravacao foi automatica.
No modo sync o pendrive fica mais seguro podendo ser retirado sempre que a luz apagar, porém o sistema fica bem mais lento a medida que le/grava nestes dispositivos USBs. Tem micros que até o mouse anda mais lento na tela no momento que está gravando na unidade USB, portanto é mil vezes melhor o modo async na minha opnião. Eu tenho um pendrive da kingston acho que mais de 1 ano, é uma unidade de 1GB e uso desse pendrive quase que exclusivamente no linux. Meu irmão que usa apenas Windows comprou a 2 meses um pendrive kingston também de 1GB que era menor em tamanho que o meu e branquinho e já deu defeito. O sistema dele travou, e ele resolveu retirar o pendrive enquanto o LED estava piscando. Tentei recuperar o pendrive dele no meu sistema com gparted, mount, cfdisk e por fim um formatador da HP para Windows e nenhum foi capaz de recuperar. Essa foi a segunda vez que vejo alguem perder um pendrive, a primeira vez também foi Windows e pela mesma razao, retirar o pendrive sem "remove-lo com segurança". Portanto, é sábio nunca retirar o pendrive (especialmente no windows) quando o dispositivo não for ejetado ou com o led piscando. Mesmo no linux eu não arrisco, até mesmo porque o tipo de partição vfat é o mesmo usado pelo windows. []'s Renato escreveu: > Notei que no ubuntu ele não grava imendiatamente no pendrive, por isto > a melhor opção é pedir para desmontar o volume. Quando usa o suse > podia retirar imediatamente, mas ele montava com uma opção de flush, > ou coisa parecida. > -- ubuntu-br mailing list [email protected] www.ubuntu-br.org https://lists.ubuntu.com/mailman/listinfo/ubuntu-br

