Bom dia. Vejo que o problema que originou toda essa linha de discussão foi um erro de interpretação, revelado aos poucos por todos os que dela participaram.
Vejam bem: Se eu falo do Ubuntu para o meu vizinho, que usa Windows desde criancinha, é claro que vou usar o que é fácil e conhecido para ele como exemplo -- nas aulas de catecismo e na escola sabatina/dominical se aprende que isto é o argumento da parábola, muito usado pelo Carpinteiro de Nazaré. Se o cara me pergunta: "Como é esse Ubuntu?" Eu respondo: "é um Linux, com um ambiente gráfico parecido com o Windows". Que pecado cometo? O de tratar a pergunta dele de maneira didática, recorrendo a um elemento que para ele é comum. Ele sabe como o Windows funciona, e testa. É CLARO que nada que fazia normalmente no Windows ele fará no Ubuntu, mas aí cabe a eu repetir: "é parecido" -- e começar a mostrar o que o Ubuntu tem de melhor em relação ao Janelas da MinúsculaMacia. Aos poucos, ele pergunta: "E o Office"? -- "é instalado por padrão, o OpenOffice.org". "E o Windows Media Player?" -- "Tem o RythimBox (ACHO que é assim), o xine, esse, esse, esse...". "E para jogar?" -- "Tem o Wine para emular jogos do Windows, mas também tem muito jogo massa para Linux"... Aos poucos, vou mostrando ao sujeito que o Ubuntu é uma boa escolha de sistema operacional -- se ele quebra o paradigma de computação pessoal que está acostumado e aceita um novo, ótimo. Se demorar, que seja mais e mais doutrinado. Se não aceita, paciência. O que o autor da reportagem quer fazer é essa doutrinação, partindo do conhecido para explicar o desconhecido. É claro que, nesse caso, comparações são comuns e necessárias até, até porque se o cara ta acostumado a ir para Painel de Controle|Impressoras e Aparelhos de Fax, vai ser complicado, apesar de óbvio, encontrar Sistema|Administração|Imprimindo. Emular não deve ser compreendido no sentido de copiar, mas sim no de se passar por. Se disser que o Writer emula o Word, não quero dizer necessariamente que seja uma cópia, mas que funções no Word estão presentes no Writer. Uma olhadela cuidadosa num texto evita esse tipo de conclusões. E concluindo, acho a reportagem no IDG muito proveitosa sim. Muitos usuários Windows lêem o IDG, com certeza podem ler a matéria e testar o Ubuntu. Portanto, não vejo que a matéria tenha algum sentimento de favorecimento ao Windows, porque seria contraditório falar bem de um sistema operacional que estaria sendo colocado como cópia do outro. []s, J. -----Mensagem original----- De: [EMAIL PROTECTED] [mailto:[EMAIL PROTECTED] Em nome de Lucas Arruda (llbra) Enviada em: domingo, 4 de março de 2007 23:19 Para: Lista de discussão do LoCoTeam Brasileiro Assunto: Re: [Ubuntu-BR] Matéria sobre Linux no IDG Now O problema todo e que esses usuarios sempre tem a base do Windows. Apesar de parecer sem maldade, falar que ele e substancialmente diferente em relacao ao Windows e maldade, pois poe o Windows como se ele fosse uma referencia para SO pelo fato de ser mais usado. Mas, de certo modo, achei que ele nao foi tao desfavoravel ao Linux e ate mencionou que seria uma epoca boa para migrar para ele e que o Windows novo esta meio fora da realidade. Na boa, uma coisa que temos que reconhecer e que o Linux tem um monte de problemas, assim como o Windows. -- Lucas Arruda lucasarruda.com -- Interessado em aprender mais sobre o Ubuntu em português? http://wiki.ubuntu-br.org/ComeceAqui - ubuntu-br mailing list [email protected] https://lists.ubuntu.com/mailman/listinfo/ubuntu-br -- Interessado em aprender mais sobre o Ubuntu em português? http://wiki.ubuntu-br.org/ComeceAqui - ubuntu-br mailing list [email protected] https://lists.ubuntu.com/mailman/listinfo/ubuntu-br

