Em 10/02/08, Artur Oliveira Gomes <[EMAIL PROTECTED]> escreveu: > > Rogério, > Creio que para estabilidade de sistemas, uma versão LTS seja a mais indicada > para servidores. O fato de ter uma versão LTS, significa dizer que teremos > atualizações constantes enquanto houver o prazo estipulado pelos > desenvolvedores da distro para trabalhar no assunto. > As outras versões não-LTS tem uma desvantagem visível: Não continuação do > projeto naquela versão. Aí sim, teriamos problemas de vulnerabilidade > quanto > à segurança.
Oi Rogério, Normalmente eles chamam de LTS (Long Term Suport). Bom, no meu entendimento as versões intermediárias servem mais como teste e tentativas entre as versões LTS do que propriamente versões estáveis. Por exemplo, muita gente reclamou da última versão (7.10) porque deu problema em coisas que não dava problemas na versão anterior. Agora a Canonical tá fazendo uma força danada para ver se teremos uma LTS na próxima (8.04). Talvez se repita o mesmo que na versão LTS anterior e atrase uns 2 meses (a versão 6.06 era para ser 6.04). No mais, você pode fazer atualizações de 6 em 6 meses para teste e nos servidores colocar somente as LTS. Para desktops valeria o mesmo raciocínio, mas para alguns (os usuários mais experientes ou aqueles que gostam de fortes emoções) pode deixar as versões intermediárias. Note que as novas versões vem com mais funcionalidades e, portanto, pode ser interessante para alguns tipos de usuários (domésticos, por exemplo). Usuários de deskop de empresas normalmente usam quase sempre os mesmos aplicativos de forma que não há tanta necessidade de atualizações constantes. Acho que é isso. André -- Interessado em aprender mais sobre o Ubuntu em português? http://wiki.ubuntu-br.org/ComeceAqui - ubuntu-br mailing list [email protected] https://lists.ubuntu.com/mailman/listinfo/ubuntu-br

