2009/8/31 Salles <[email protected]>: > Um rápido comentário... > > Banda larga via rede elétrica pareceu ser, de início, uma plataforma que > permitiria uma verdadeira integração digital no país... mas não é bem > assim. > Além dos problemas ainda enfrentados com interferências, o que vai > praticamente obrigar os usuários a adequar eletrodomésticos e luminárias > eletrônicas, a intenção da distribuição da banda deverá ser "embutida" > em um pacote de TV ou acessórios, ou seja, o que seria um custo mínimo > para os consumidores, passará a ser uma assinatura não tão "barata". > O que poderia privilegiar áreas geográficas de baixa renda na verdade > não o fará... salvo a consciência dos investidores na tecnologia > "abrirem a mão" e ceder sòmente a banda e não um pacote obrigatório. > > Bem, vamos ver como fica essa história.
É sempre assim. A Oi vendendo o Velox casado com algum "provedor" sendo que, tecnicamente, ela mesma é o provedor e portanto pratica venda casada. As operadoras móveis fazendo corpo mole para usar a portabilidade numérica exigida desde a privatização das telecomunicações. Os royalties do pré-sal que seriam divididos de modo igual entre os Estados Federados vão ficar a maior parte com os Estados produtores (e os outros ~20 Estados que se lasquem). Infelizmente, no Brasil, ainda persiste essa mentalidadezinha de gente pequena, que não reage ao que acontece de errado ou de maneira a prejudica-lo. Por isso esse País é do jeito que é; e se o povo não mudar sua cabeça, vai ficar assim por mais 500 anos. E como o País vai poder mudar? Com educação e politização. Educação de qualidade, com professores valorizados e crianças estudando em tempo integral. Politização séria, ensinando a criança a pensar por si e decidir o destino da Nação. Quando apareceu essa história de banda larga elétrica, já estava me preparando pra taroba. E já começou a aparecer a cabeça... > > Salles (Nethell) Ubuntu User 24389 -- João Santana Enrolado para normatizar TCC, monografia, dissertação, ou tese? Escreva um email para mim! +++ "Uma coisa é ser agnóstico; outra, distinta, é considerar mera estupidez o que não pode ser explicado pela razão; uma coisa é ser ateu; outra, distinta, é achar que os crentes merecem a fogueira — ainda que seja a da desmoralização. Uma coisa é ser laico e advogar um estado idem; outra, diferente, é perseguir as religiões e os signos religiosos. Uma coisa é defender firmemente que a religião não degenere em fanatismo e sectarismo; outra, distinta, é perseguir fanática e sectariamente os que fazem questão de evidenciar a sua religião." Reinaldo Azevedo. -- Mais sobre o Ubuntu em português: http://www.ubuntu-br.org/comece Lista de discussão Ubuntu Brasil Histórico, descadastramento e outras opções: https://lists.ubuntu.com/mailman/listinfo/ubuntu-br

