Em Seg, 2009-12-14 às 21:02 -0200, Paulo de Souza Lima escreveu: > Por isso sugeri o Gnome Format e outro colega sugeriu clicar com o botão > direito no ícone do pendrive.
Realmente, utilizar um terminal para isso é para quem gosta de praticar, não há necessidade de fugir do ambiente gráfico disponivel. > Sobre a questão de formatar o pendrive ou apagar os arquivos, vou dar um > exemplo de uma situação em que a formatação é necessária: experimentem > baixar o Moblin e seguir os passos para instala-lo no pendrive. verão que > ele formata o pendrive em um outro sistema de arquivos. Por isso, não basta > apenas apagar. Tem de formatar se quiser tirá-lo do pendrive. Sim, Paulo, mas isso é um caso especial já que habitualmente a maioria trabalha com pendrives em fat16 e fat32 depedendo da capacidade e, nesses casos, a formatação é desnecessária. > Outra coisa: falaram sobre a vida útil da memória se formatar repetidas > vezes. Formatar significa dividir o disco (ou pendrive) em partes chamadas > blocos (Na minha época se chamavam setores, mas isso não vem ao caso). Cada > bloco recebe um código no início e no final e têm tamanho fixo. O restante é > apagado (cada byte é colocado em 00 ou FF, dependendo da tecnologia). Isso > pode desgastar a memória? Sim e não. cada célula tem uma, digamos "garantia" > de fábrica de fazer X operações de escrita e Y de leitura durante a vida > útil. Isso não significa que ele vai pifar quando chegar nesse número. Ele > pode pifar logo depois ou bem depois disso (em alguns casos antes). Em geral > bem depois. De qualquer forma, esse número é, provavelmente, muito superior > ao que você fará durante os um ou dois anos que utilizará o dispositivo até > joga-lo fora e comprar um outro com maior capacidade. Portanto, acho essa > preocupação irrelevante... Sim, é irrelevante devido à provável substituição em curto tempo do dispositivo, certamente antes dele alcançar os limites de vida útil. Mas devemos lembrar que a formatação lógica de um circuito integrado é diferente da formatação física de um HD. Este último é projetado para permitir reformatações de baixo e alto nível e armazenamento de dados renováveis, enquanto os circuitos integrados foram projetados para armazenar dados fixos com baixo índice de renovação. Claro, eles evoluíram bastante e hoje você pode utilizá-los com a facilidade de renovação da dados, mas sua limitação é bem inferior à de um dispositivo físico. > Claro. Isso é minha opinião pessoal. Respeito quem pensa o contrário. Hehehehe... se pensarmos bem, realmente é muito difícil alguém manter em uso um pendrive por mais de dois anos :) Salles (Nethell) Ubuntu User 24389 Linux User 496632 -- Mais sobre o Ubuntu em português: http://www.ubuntu-br.org/comece Lista de discussão Ubuntu Brasil Histórico, descadastramento e outras opções: https://lists.ubuntu.com/mailman/listinfo/ubuntu-br

