>
> > Bom, você vai me chamar de chato (deve ser pelo fato de eu ser
> metrologista,
> > mas...),
>
> De jeito nenhum, lido com metrologia há anos no dia a dia, tenho
> parentes e vários amigos aqui no Ipem e no Inmetro e dou plena
> confiabilidade às suas palavras.
>

Opa! Estamos em casa, então :)


>
> > mas discordo dessa informação de que circuitos integrados foram
> > projetados para baixo índice de renovação.
> > Isso é um contrasenso, já que circuitos eletrônicos (memórias) são muito
> > mais rápidos, confiáveis e sofrem menos desgaste do que aparatos
> mecânicos
> > (HDs). Portanto, a vida útil de um pendrive, ou de memórias flash em
> geral
> > deve ser, necessariamente, maior do que a de HDs. Se não fosse assim,
> porque
> > alguns fabricantes colocariam memórias flash em seus equipamentos
> (netbooks)
> > no lugar de HDs? O fato é que o único motivo para que isso não tenha
> > acontecido num panorama geral, é que o preço das memórias flash ainda é
> > alto.
>
> É Paulo, tomei como base alguma experiência antiga com eproms que
> raramente permitiam segunda ou terceira gravação


Eu lembro disso :D


> e informações que lí em
> especificações de flash cards nos sites de alguns fabricantes quando fiz
> testes de instalação do Ubuntu nestes, lembro que um deles inclusive
> (não me recordo, mas creio que a Sundisc) recomendava a não formatação
> consecutiva das memórias.
>

Eu também lembro de ter lido coisas semelhantes há muito tempo atrás, mas
fiquei pensando nesses casos que não fazem sentido. Isso carece de um pouco
mais de pesquisa da minha parte, também ;)

Abraço.
-- 
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