Em 22 de setembro de 2010 14:01, João Víctor <[email protected]>escreveu:
> verificar uso:
> free -m
>
>
Espero que você saiba ler o free. Ele é meio estranho. Explicando:
$ free -m
total used free shared buffers cached
Mem: 2004 1901 102 0 48 712
-/+ buffers/cache: 1139 864
Swap: 1027 19 1007
Na coluna "free" aparece primeiro 102 e abaixo tem 864. O valor real é o
864. Neste valor estão descontados os buffers e o cache, que ocupam memória
apenas para deixar a máquina mais rápido.
Explicando mais: Você abre o OpenOffice pela primeira vez. Demora bastante,
ele vai todo pra memória. Aí você trabalha nele e fecha-o. Ele sai da
memória, mas fica em cache. Na prática, ele sai da contagem onde tem o 864 e
fica na "cached". Isso faz com que se você abrir o OpenOffice novamente, ele
abra mais rápido. Mas assim que você abrir outro software que precisar dessa
memória, a cache será liberada automaticamente.
Daí você não precisa executar manualmente aquele seu script de "liberar
memória". Ele só limpa a cache forçadamente, e pode até ser mais danoso do
que útil.
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Humberto Fraga
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