Prezados Senhores,
Tenho acompanhado as discussões contudo não havia ainda participado de nenhuma que contivesse tantas informações como essa, sobretudo, a explanação do senhor Jorge com relação as colocações do senhor Marcos. Estão todos de parabéns. Paz e bem. Luisa >From: "jhpetretski" <[EMAIL PROTECTED]> >Reply-To: [email protected] >To: <[email protected]> >Subject: Re: [BURN] Folha Online: Gigantesco asteróide poderá colidir com a >Terra em 2102 >Date: Fri, 10 Mar 2006 12:04:20 -0300 > >Marcos. O objetivo de uma lista é a troca de informações. Eventualmente >isso pode incorrer em um debate. Mas mesmo quando isso ocorre... há que se >manter o bom humor, o respeito mútuo e a racionalidade na troca de >argumentos. Vc tá zangado por que? Porque discordaram de vc? Então... >talvez vc devesse reconsiderar a sua participação em uma lista de >discussão... qualquer lista de discussão. Eu não li isso em uma "revista em >quadrinhos". Nada contra HQs... eu gosto pacas... leio HQs desde os cinco >anos, há exatamente 42 anos atrás. Nem em nenhum filme da globo. Não que eu >não goste de filmes, gosto muito, mas não assisto a globo, existem outros >canais mais do meu gosto. E mesmo eu não tenho muito tempo para assistir >tv. Tenho um punhado de estudantes de graduação, mestrado e doutorado sob >minha orientação que me tomam muito tempo. E mesmo que tivesse tempo >sobrando... não procuraria me informar sobre o assunto em revistas em >quadrinhos. Faria o que faço... daria uma olhada nos sites das agências >aeroespaciais, nas revistas de divulgação científica (Ciência Hoje p.e.) e >periódicos especializados (Aerospace Science and Technology, Planetary and >Space Science, Space Science Reviews, etc., etc., etc.). Não que eu seja >especialista nisso. Não sou. Minha praia mesmo é a biotecnologia, mais >especificamente a proteômica; "O espaço... a fronteira final...tchan" , >exobiologia, etc., são apenas coisas das quais eu gosto, tanto que estou >aqui nesta lista. :o) >De qualquer forma... Não tenho muito tempo pra ficar discutindo. Como disse >antes, dê uma olhada nas várias fontes de informação disponíveis antes de >assentar uma posição. Se o problema é o inglês, existem tradutores >disponíveis na web. O próprio google tem uma engine de tradução. Não fica >lá uma brastemp mas dá pro gasto. Agora... eu recomendo sempre pros meus >alunos a aprender a ler em inglês. Nunca fiz curso de inglês, aprendi lendo >com um dicionário do lado. No começo a gente rateia, tosse... mas com o >tempo forma vocabulário e aí... sem perceber... tá lendo fluentemente. Não >fala, mal consegue entender quando falam em inglês com a gente, mas lê bem, >o que já quebra um galhão. O que é útil pra tudo. O inglês é a linguagem >técnico-científica contemporanea... já foi o alemão... já foi o francês... >amanhã pode ser o chinês... mas hoje é o inglês. Então vale a pena >aprender. Então... a opinião não é minha, é dos caras que ralaram a vida >inteira sobre o assunto. Eu concordo com a opinião deles porque os >argumentos (deles) me pareceram razoáveis. Usar um artefato nuclear >explosivo... é a pior das soluções. Inclusive porque não se sabe muito >sobre a dinâmica de uma explosão nuclear no espaço. Nunca se fez isso. >Inclusive... boa parte da onda de choque de uma explosão nuclear vem da >rápida expansão dos gases da atmosfera, coisa que, vc bem sabe, inexiste no >espaço. Mas... dê vc mesmo uma olhada no que existe de informação... e tire >suas próprias conclusões... não vou mais encher seu saco. :o) >[]s >Jorge. > > ----- Original Message ----- > From: marcosthbr > To: [email protected] > Sent: Thursday, March 09, 2006 11:41 PM > Subject: Re: [BURN] Folha Online: Gigantesco asteróide poderá colidir >com a Terra em 2102 > > > Parece que existe uma falta de entendimento ou de comunicação de > alguma das partes. Não sei em que revista em quadrinhos vc leu isso. > Como vc sabe a massa exata do corpo celeste? É asteróide, meteoro, > meteoroide ou meteorito? Qual sua velocidade e trajetória exatas. > Qual seria a potencia da explosão? Não disse que teria que ser > despedaçado ou esmigalhado e sim apenas mudar sua trajetória com o > impacto. Mas e se ele fosse despedaçado. Vc sabe todos os dados > anteriores para dizer quais seriam em media os tamanhos dos > fragmentos e se eles não seriam ainda mais reduzidos ao entrar na > atmosfera, pelo atrito. As coisas não seriam como naquele filme que > não lembro o nome, mas que passou ha um mes atras na globo.--- Em > [email protected], "jhpetretski" <[EMAIL PROTECTED]> escreveu > > > > Não Marcos... naum no cinema. Na realidade as soluções mais > factíveis são justamente as que não usa explosivos. Uma explosão > poderia gerar fragmentos que somente multiplicariam o problema, ao > invés de uma pedra caindo teríamos duas ou três ou milhares. Uma das > soluções que usam explosivos mostra que seria necessário coloca-los > nas proximidades do asteróide e detona-las. Perto o bastante para que > as explosões mudassem a trajetória mas longe o suficiente para que o > asteróide não fosse fraturado. Na verdade... das propostas em > estudo... usar explosivos é considerada a mais complicada. Mas dê uma > olhada no link abaixo e tire suas próprias conclusões. É uma página > legal pq traz os links para as agências espacias e centros de > pesquisa que elaboraram os projetos. E é claro que existe muita > teoria, muita calculeira, mas é a mesma teoria que colocou o homem na > lua. Até agora tem funcionado. > > Jorge. > > > > > http://en.wikipedia.org/wiki/Asteroid_deflection_strategies#Nuclear_we > apons > > > > PS: E quanto a idéia de pintar o asteróide, baseada no efeito > Yarkovsky... não seriam necessários séculos. Mas semanas ou meses. Se > vc não o que é efeito Yarkovsky... pode dar uma olhada na página e > aprender. > > > > > > -- Original Message ----- > > From: marcosthbr > > To: [email protected] > > Sent: Wednesday, March 08, 2006 4:30 PM > > Subject: Re: [BURN] Folha Online: Gigantesco asteróide poderá > colidir com a Terra em 2102 > > > > > > Alias, eu jamais e em momento algum disse que o corpo celeste > teria > > que ser "explodido". Dependendo da massa, nem todo o arsenal > nuckear > > existente em nosso planeta poderia "expolodi-lo". Mas justamente > o > > impacto, se bem calculado poderia alterar a trajetória. Se alguem > > entendeu quwe eu disse que teria que ser explodido, despedaçado, > > desintegrado, tirou conclusões próprias em sem base. "simples"??? > > Rsss...No cinema talvez!--- Em > > [email protected], "jhpetretski" <[EMAIL PROTECTED]> > escreveu > > > > > > Sem querer ficar dando uma de chato Marcos... são relativamente > > simples sim. :o) > > > Não precisa explodir o asteróide. Olha a resposta do Leonardo. > > Basta mudar a rota dele. Alternativamente... em alguns casos > bastaria > > pintar um dos lados do asteróide com tinta prêta, isto bastaria > para > > que um de seus lados ficasse mais quente do que o outro, causando > uma > > leve, mas talvez suficiente, mudança em sua órbita. Mais rápido e > > mais simples é acoplar uma sonda na superfície do asteróide e > usar os > > motores da mesma para desloca-lo da rota. > > > []s > > > Jorge. > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > marcosthbr escreveu: > > > > > > > > > As coisas não são tão simples assim. Sim, existe tecnolgia para > > > desviar a trajetória do asteróide, mas não como na versão > > > cinematografica. Teriam que ser mísseis atomicos, certamente, > mas > > > haveria a necessidade de dados exatos sobre a trajetória, > > velocidade > > > e massa do asteróide, para se calcular a força necessaria e o > > angulo > > > de impacto, além do que os mísseis existentes são planejados > para > > > operar em nossa atmosfera e não no vácuo; nada que não possa > ser > > > modificado e planejado sem grande perda de tempo. E não tenho > > > informações sobre a massa e velocidade do corpo. Se for muito > > grande, > > > não teriamos tecnologia para eviotar o impacto.--- Em > > > [email protected], "jhpetretski" <[EMAIL PROTECTED]> > > escreveu > > > > > > > > Fique tranquila Juliana, hoje mesmo já seria possível mudar a > > rota > > > de um asteróide sem precisar convocar um grupo de astronautas > > > aposentados. O que aliás foi (mais) uma confusão do autor do > texto > > > postado. Em Armagedon os convocados são um grupo de > especialistas > > em > > > perfurações para prospecção de petróleo. Os astronautas > aposentados > > > foram convocados em outro filme... Cowboys do Espaço, para > > consertar > > > um satélite russo carregado de ogivas nucleares, nada a ver com > > > asteróides. O coitado do Pike tá querendo um pouco de atenção, > > > agarrando-se nas mesmas coisas de sempre, sensacionalismo, um > > cenário > > > apocalíptico, teorias conspiratórias, etc... o de sempre... :o) > > > > []s > > > > Jorge. > > > > ----- Original Message ----- > > > > From: Juliana Guirra > > > > To: [email protected] > > > > Sent: Saturday, March 04, 2006 9:21 PM > > > > Subject: Re: [BURN] Folha Online: Gigantesco asteróide > poderá > > > colidir com a Terra em 2102 > > > > > > > > > > > > Caros amigos, > > > > > > > > A informação não é bem essa. O asteroide chegará bem antes. > > Leiam > > > este texto: > > > > > > > > Asteróide MN4: A destruição a caminho da Terra > > > > > > > > Uma aproximação alarmante, que aconteceu em dezembro de > 2004, > > > passou completamente despercebida do grande público. Falo das > > futuras > > > órbitas do asteróide MN4. Apesar dos enormes esforços > matemáticos > > dos > > > astrônomos que tentaram descobrir a trajetória deste corpo > > celestial, > > > capaz de destruir uma cidade inteira, a imprensa internacional > não > > > deu nenhuma atenção às aterradoras informações que eram > liberadas > > > pela comunidade científica. > > > > > > > > Entretanto, é importante lembrar que nesta época a mídia já > > > estava bastante ocupada cobrindo a tragédia do tsunami na Ásia, > de > > > maneira que um outro acontecimento previsto para o ano de 2029 - > e > > > ainda não totalmente confirmado -, acabou ficando em segundo > plano. > > > Muito ironicamente se o MN4 tivesse caído sobre o oceano nesta > > época > > > também teria causado um tsunami de enormes proporções. Seria > isso > > um > > > sinal dos deuses ou somente mais uma coincidência científica? > Mesmo > > > com o asteróide atingindo nível 4 na Escala de Torino, o maior > > risco > > > já registrado desde a sua criação, poucas pessoas deram atenção > a > > > esse fato. > > > > > > > > Tal escala é uma forma de avaliar o risco oriundo de um > corpo > > > celestial - ou Near Earth Object (NEO) - passando próximo à > Terra e > > > vai de zero, que corresponde a nenhum risco, até 10 que > significa a > > > certeza de impacto. A maioria dos asteróides está situada no > nível > > 0 > > > ou 1, no máximo. Por isso, parece bastante significativo que os > > > astrônomos tenham colocado o MN4 no nível 4, praticamente a > metade > > da > > > escala. Então, o que é afinal de contas essa ameaça que os > > astrônomos > > > chamam singelamente de MN4 e porque eles estão tão preocupados? > > > > > > > > A pré-descoberta > > > > > > > > O MN4 foi descoberto em junho de 2004, mas logo depois foi > > > perdido de vista - o que costuma acontecer com muitos objetos > deste > > > tipo. Uma busca empreendida por telescópios civis e militares > [Sim > > > eles também têm seus observatórios] finalmente conseguiu > localizá- > > lo > > > em 20 de dezembro do mesmo ano. Foi então que os astrônomos > > > descobriram que ele poderia acertar a Terra em 13 de abril de > 2029. > > > Neste momento, com o MN4 sob a mira dos telescópios, foi > possível > > > associar as observações atuais com as antigas - feitas em > junho - e > > > obter uma órbita mais precisa. Também conseguiram rever os > arquivos > > > astronômicos e verificar se o MN4 aparecia em alguma imagem > mais > > > antiga, um tipo de pesquisa chamada pelos astrônomos de pré- > > > descoberta. > > > > > > > > Assim, as informações procuradas foram finalmente > encontradas. > > E, > > > à medida que o Natal se aproximava e dados mais precisos eram > > > utilizados para definir a órbita do objeto, o risco de impacto > em > > > 2029 cresceu significativamente! Inicialmente, era de um em 5 > mil, > > > mas logo depois caiu para 2 mil. Mais adiante foi reduzida para > uma > > > chance em 38 e continuou diminuindo, até chegar a 17. Além > disso, > > não > > > ajudou em nada quando alguém lembrou que 13 de abril de 2029 é > uma > > > sexta-feira. No dia 27 de dezembro, quando notícias se > espalhavam > > > velozes na imprensa internacional, falando do tsunami ocorrido > 24 > > > horas antes, a posição do MN4 estava totalmente definida: O > > asteróide > > > viajava numa órbita mais segura do que se pensava inicialmente. > > > > > > > > Aproximação prevista para 2029 > > > > > > > > Mas não completamente segura. Entretanto, naquele momento, > esta > > > informação falando de um possível impacto de um asteróide sobre > a > > > Terra, numa data ainda futura, não era assim tão significativa > > quanto > > > à tragédia recente. A conclusão que os astrônomos chegaram é > que > > > expectativa mais imediata para com o MN4 melhorou, mas para o > > futuro > > > próximo ela piorou bastante. A aproximação prevista para 2029 > ainda > > > está muito longe de ser confortável. Os cálculos mostram que em > 13 > > de > > > abril daquele ano, o asteróide irá passar por nós a distância > de > > > 25.600 km. > > > > > > > > Isso pode parecer muito para o leitor desavisado, > entretanto, é > > > uma altura menos até que a dos satélites de comunicação > [Utilizados > > > na transmissão de informações, na pesquisa científica e nas > > > telecomunicações em geral, na retransmissão de sinais de rádio > e de > > > televisão e na interligação de redes de computadores, como a > > > internet]. Mais ainda, esta passagem, muito próxima da > gravidade do > > > nosso planeta, irá alterar a órbita do MN4 de tal maneira que > no > > seu > > > próximo retorno, em abril de 2036, estará mais próximo ainda da > > > Terra! Talvez o suficiente para que o impacto aconteça... > > > > > > > > Missão suicida > > > > > > > > Isso quer dizer então que a ameaça de impacto foi, > > simplesmente, > > > alterada de uma possibilidade em 2029, para outra ainda maior > em > > > 2036! Mesmo que nós consigamos escapar da primeira, a segunda > > > passagem será mais arriscada, o que poderá continuar crescendo > > > progressivamente no futuro, se houver... Alguns astrônomos já > têm > > até > > > dito que "este aí está determinado a nos pegar!" Mas há também > uma > > > boa notícia. Pelos menos nós ainda temos tempo para tentar > fazer > > > alguma coisa. Se o MN4 fosse nos acertar em, digamos, uns seis > > meses, > > > não haveria muito que fazer. > > > > > > > > Não daria tempo para reunir um grupo de astronautas > aposentados > > > numa missão suicida, anunciar ao mundo que nós temos gasto > alguns > > > milhões de dólares construindo um ônibus espacial secreto e > seguir > > > rumo a este monstro de pedra para explodi-lo com uma bomba > nuclear. > > > Essas coisas funcionam muito bem nos filmes de Hollywood, como > em > > > Armageddon [1998], encenados por algum herói das telas, mas > > encontram > > > muito pouca correspondência no mundo real. Na realidade, o > poder > > > econômico americano funciona muito bem na hora de levar milhões > de > > > pessoas para os cinemas, mas tem uma atitude bem diferente na > hora > > de > > > tornar real uma iniciativa científica desse porte. Não tenho > > nenhuma > > > dúvida, caso o impacto em 2004 tivesse acontecido, de que o > tsunami > > > teria sido um alívio aos poderes estabelecidos. Essa catástrofe > > > natural seria um disfarce perfeito para esconder o > inevitável... > > > > > > > > Todos nós estamos familiarizados com a maneira como que as > > > agências de inteligência controlam as informações sobre os > UFOs. > > > Entretanto, poucas pessoas sabem que eles também mantêm uma > > > vigilância cuidadosa com os asteróides. Apesar disso - e para a > > nossa > > > satisfação -, acredito que ainda teremos muitas notícias sobre > como > > > essas manipulações de informações ufológicas são realizadas. > Com > > > certeza, muita coisa ainda será esclarecida nestes próximos > anos. E > > > quando isso acontecer, o interesse deles em acobertar notícias > > sobre > > > asteróides não será uma coisa tão surpreendente. > > > > > > > > Fato intrigante > > > > > > > > No verão passado, um colaborador me telefonou falando em > nome > > de > > > uma dessas autoridades de dentro dos corredores do poder. O > sujeito > > > queria saber mais sobre rumores que estavam circulando do > possível > > > impacto de um asteróide com a Terra em 120 dias. A CIA estava > > > investigando o assunto e ele queria saber o quê os > profissionais > > que > > > trabalham nesta área tinham a dizer. Pareceu-me que essa > autoridade > > > ouviu histórias de que a CIA andava apavorada com a notícia e > > queria > > > saber mais, mas esta pessoa, obviamente, não tinha acesso a > > > informações desta investigação específica. > > > > > > > > Fui obrigado a fazer uma pergunta óbvia para saber a partir > de > > > quando esses 120 dias começariam, para que eu pudesse associar > a > > > preocupação em pauta com eventos futuros. Apesar disso, eu já > tinha > > > uma boa intuição de que esse período terminaria em 29 de > setembro > > de > > > 2004. Então, quando o colaborador retornou a ligação, descobri > que > > > estava certo! A data correspondia à aproximação do asteróide > > > Toutatis. Só que esta ligação aconteceu em junho, e eu fiquei > me > > > perguntando se a real preocupação não seria o MN4. Em dezembro > > estive > > > longe do trabalho, desfrutando o meu primeiro feriado de Natal > em > > > muitos anos. Enquanto isso, recebi diversas chamadas telefônica > de > > um > > > astrônomo de plantão, ligando de um celular que deveria ser > > utilizado > > > somente em emergências. > > > > > > > > Pensava que este feriado seria meu, mas o MN4 tinha outros > > > planos. Finalmente, chegou a mensagem de texto: "Você tem > alguma > > > informação sobre o MN4?" Ela foi direcionada ao meu número > pessoal, > > > conhecido somente por algumas poucas pessoas. "Que > surpresa...", > > > pensei comigo mesmo enquanto comia outro pedaço de torta. > Parecia > > que > > > ambos os asteróides, tanto o Toutatis quanto o MN4, eram do > > interesse > > > das agências de inteligência. De fato, durante os últimos 18 > meses, > > > descobri que eles estavam muito mais interessados em NEOs do > que se > > > poderia imaginar. > > > > > > > > Acobertamento de informações > > > > > > > > Controlar a Ufologia é coisa fácil para as agências de > > > inteligência e, aliás, eles devem até se sentir em casa numa > > > atividade dessas. Mas quando o assunto são os asteróides, a > coisa > > > fica bem mais complicada, porque é está relacionada à ciência > > > contemporânea e não há como disfarçar isso das pessoas. Se eles > > > tentarem jogar um véu sobre os olhos do público, dezenas de > > > pesquisadores que não têm vínculo com as agências > governamentais > > irão > > > abrir a boca, desmascarando-os facilmente. Isso sem falar na > enorme > > > quantidade de astrônomos amadores que hoje em dia conseguem ter > um > > > equipamento tão eficiente quanto o dos profissionais de uma > década > > > atrás. > > > > > > > > Vale lembrar que, apenas no espaço de 10 anos, a qualidade > dos > > > equipamentos e a disponibilidade de computadores com softwares > > > específicos, revolucionaram a astronomia amadora, > possibilitando > > que > > > qualquer pessoa seja capaz de ter acesso a imagens que, há > pouco > > > tempo atrás, eram restritas aos profissionais. Mais ainda, esta > > > tecnologia continua evoluindo o tempo todo! O que é uma boa > notícia > > > para o humilde amador, que tem os olhos voltados para o céu, > porém > > é > > > uma péssima informação para as agências de inteligência, que > querem > > > esconder eventos astronômicos importantes. > > > > > > > > Rede de controle oficial > > > > > > > > É interessante ressaltar que geralmente sou abordado por > alguns > > > curiosos querendo saber se "um asteróide estiver realmente em > rota > > de > > > colisão com a Terra, o grande público irá saber?" A minha > resposta > > é > > > sempre a mesma: "Creio que não..." Há um acordo geral a nível > > > governamental de não dizer nada, alegar ignorância, falar que > foi > > um > > > dos asteróides que eles não conseguiram rastrear e, no momento > do > > > impacto, torcer para que não seja tão ruim assim. Mas, na > > realidade, > > > é praticamente certo que alguém de fora da rede de controle > oficial > > > veja o objeto, coloque a notícia na internet e incentive outros > a > > > investigar, de maneira que a verdade vai acabar aparecendo. > > > > > > > > O grande problema com o MN4 - e daí o susto - é que o risco > de > > > impacto ser muito grande, somente 1 em 17, enquanto que a maior > > > probabilidade encontrada até hoje tinha sido o 1950 DA, com > apenas > > 1 > > > em 600. Se essa notícia tivesse recebido a devida atenção em > > dezembro > > > de 2004, teria sido um choque mundial. E é por isso que eu > tenho > > > certeza que o tsunami se levantaria do mar como um grande > alívio > > para > > > os poderes dominantes. > > > > > > > > Destruição em massa > > > > > > > > Bom, sei que têm aparecido algumas teorias conspiratórias > > dizendo > > > que o tsunami teve origens não naturais, mas não estou entre os > que > > > defendem esta idéia... Pelo menos no que se refere ao MN4, > várias > > > iniciativas independentes estão trabalhando separadamente no > > > asteróide, tentando descobrir o quê está realmente acontecendo. > > Isso > > > fez com que as coisas saíssem do controle das agências de > > > inteligência. É verdade que os astrônomos estavam certos de que > o > > > impacto em dezembro de 2004 era altamente improvável, mas é bom > > > lembrar que algo mais entrou em jogo durante essa aproximação. > > > Passando a uma distância tão pequena do nosso planeta, a órbita > do > > > asteróide foi significativamente alterada, de maneira que o > risco > > de > > > impacto cresceu muito nas próximas aproximações, principalmente > na > > de > > > 13 ou 14 de abril de 2036. > > > > > > > > Para a nossa sorte, este asteróide não é tão grande quanto > o > > que > > > destruiu os dinossauros. Estima-se que o algoz dos répteis > gigantes > > > tinha cerca de 12 km de comprimento, enquanto o MN4 apresenta > > somente > > > 320 m. Mas, mesmo assim, ele seria capaz de destruir uma cidade > > > inteira, se ela tivesse o azar de estar exatamente sobre o > local de > > > impacto. Ou então, criar um tsunami gigante, no caso de cair no > > mar. > > > O MN4 com uma massa de 79 trilhões de quilogramas, causaria o > > impacto > > > correspondente a uma explosão de 850 megatons de TNT, ao cair > com > > uma > > > velocidade de 12,6 km/s. > > > > > > > > Cálculos do impacto > > > > > > > > Os lugares onde não se deve estar em 13 ou 14 de abril de > 2036 > > > são as regiões entre + 3 e + 1 GMT. Isso significa o leste da > > Europa, > > > Rússia, Ásia central, Japão, Austrália etc. E o quê pode > acontecer > > se > > > o MN4 cair sobre Terra firme? Bem, no local do impacto e num > raio > > de > > > 3 km, a Terra será escavada numa profundidade de até 1 km. Além > > > disso, a maior parte dos detritos será atirada violentamente na > > > atmosfera. Surgirá uma cratera com cerca de 500 m de > profundidade e > > 6 > > > km de diâmetro. > > > > > > > > - Num raio de 5 km de distância: todos os prédios serão > > > destruídos e detritos com até 10 m de comprimento cairão do > céu. A > > 10 > > > km de distância, arranha-céus de aço serão contorcidos ou > > derrubados, > > > mas a chuva de detritos terá fragmentos com cerca de 1 m de > > > comprimento. > > > > > > > > - Até 30 km de distância do local de impacto: 90% das > árvores > > > serão derrubadas ou totalmente destruídas. Com o deslocamento > de > > ar, > > > prédios serão destruídos e fortes terremotos serão sentidos. > > > > > > > > - A 80 km de distância: somente as janelas serão quebradas, > mas > > > os tremores de terra ainda serão capazes de sacudir casas e > carros. > > > > > > > > - A 800 km de distância: cairá uma fina poeira e um forte > > trovão > > > será ouvido, mas não haverá terremoto. > > > > > > > > Neste momento, o MN4 foi rebaixado para o nível 1 da escala > de > > > Torino, mas nos próximos encontros é provável que ele retorne > para > > 4 > > > ou mais. Mesmo que não ocorra nenhum impacto em 13 de abril de > 2029 > > e > > > a preocupação for transferida para 2036, os moradores da > Europa, > > > África e Ásia central poderão vê-lo passar por cima das suas > > cabeças > > > como uma estrela visível a olho nu, se arrastando no céu, um > pouco > > > mais lento que um satélite. > > > > > > > > Aqueles que estiverem na Ásia, no momento em que mantiverem > os > > > olhos no céu, com certeza irão se lembrar do tsunami e se > > questionar > > > se dali a sete anos haverá Natal... Por outro lado, do ponto de > > vista > > > astronômico, será um evento raro, apesar de apostar que estará > > > nublado na Inglaterra, exatamente no momento em que o viajante > > > celestial passar aqui para nos assombrar. De uma forma ou > outra, > > esta > > > passagem de 2029 fornecerá aos astrônomos os dados que eles > > precisam > > > para calcular com mais precisão os eventos de 2036. > > > > > > > > Andrew Pike foi por muitos anos o correspondente de > astronomia > > da > > > revista inglesa UFO Magazine e colaborador da UFO Review desde > seu > > > lançamento. Este texto foi traduzido por Paulo Santos, da > Equipe > > UFO. > > > Fonte: UFO Review [www.uforeview.net]. > > > > > > > > Autor: Andrew Pike > > > > Fonte: Andrew Pike > > > > > > > > > [As partes desta mensagem que não continham texto foram > removidas] > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > ======================================================== > > A A1 Web Solutions hospeda o site da BURN > > Hospede seu site ufológico aqui e ganhe 10% de desconto > > > > http://www.a1web.com.br/ > > > > ======================================================== > > Brazilian UFO Research Network - http://www.burn.com.br/ > > ======================================================== > > > > "Os incapazes de atacar um pensamento atacam o pensador" > > [ Paul Valéry ] > > > > -------------------------------------------------------- > > > > Duvidas sobre a lista? Ler historico? Como mudar suas > > configurações? Quer sair da lista? 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