Prezados Senhores,


Tenho acompanhado as discussões contudo não havia ainda  participado de 
nenhuma que contivesse tantas informações como essa, sobretudo, a explanação 
do senhor Jorge com relação as colocações do senhor Marcos. Estão todos de 
parabéns.

Paz e bem.

Luisa


>From: "jhpetretski" <[EMAIL PROTECTED]>
>Reply-To: [email protected]
>To: <[email protected]>
>Subject: Re: [BURN] Folha Online: Gigantesco asteróide poderá colidir com a 
>Terra em 2102
>Date: Fri, 10 Mar 2006 12:04:20 -0300
>
>Marcos. O objetivo de uma lista é a troca de informações. Eventualmente 
>isso pode incorrer em um debate. Mas mesmo quando isso ocorre... há que se 
>manter o bom humor, o respeito mútuo e a racionalidade na troca de 
>argumentos. Vc tá zangado por que? Porque discordaram de vc? Então... 
>talvez vc devesse reconsiderar a sua participação em uma lista de 
>discussão... qualquer lista de discussão. Eu não li isso em uma "revista em 
>quadrinhos". Nada contra HQs... eu gosto pacas... leio HQs desde os cinco 
>anos, há exatamente 42 anos atrás. Nem em nenhum filme da globo. Não que eu 
>não goste de filmes, gosto muito, mas não assisto a globo, existem outros 
>canais mais do meu gosto. E mesmo eu não tenho muito tempo para assistir 
>tv. Tenho um punhado de estudantes de graduação, mestrado e doutorado sob 
>minha orientação que me tomam muito tempo. E mesmo que tivesse tempo 
>sobrando... não procuraria me informar sobre o assunto em revistas em 
>quadrinhos. Faria o que faço... daria uma olhada nos sites das agências 
>aeroespaciais, nas revistas de divulgação científica (Ciência Hoje p.e.) e 
>periódicos especializados (Aerospace Science and Technology, Planetary and 
>Space Science, Space Science Reviews, etc., etc., etc.).  Não que eu seja 
>especialista nisso. Não sou. Minha praia mesmo é a biotecnologia, mais 
>especificamente a proteômica; "O espaço... a fronteira final...tchan" , 
>exobiologia, etc., são apenas coisas das quais eu gosto, tanto que estou 
>aqui nesta lista. :o)
>De qualquer forma... Não tenho muito tempo pra ficar discutindo. Como disse 
>antes, dê uma olhada nas várias fontes de informação disponíveis antes de 
>assentar uma posição. Se o problema é o inglês, existem tradutores 
>disponíveis na web. O próprio google tem uma engine de tradução. Não fica 
>lá uma brastemp mas dá pro gasto. Agora... eu recomendo sempre pros meus 
>alunos a aprender a ler em inglês. Nunca fiz curso de inglês, aprendi lendo 
>com um dicionário do lado. No começo a gente rateia, tosse... mas com o 
>tempo forma vocabulário e aí... sem perceber... tá lendo fluentemente. Não 
>fala, mal consegue entender quando falam em inglês com a gente, mas lê bem, 
>o que já quebra um galhão. O que é útil pra tudo. O inglês é a linguagem 
>técnico-científica contemporanea... já foi o alemão... já foi o francês... 
>amanhã pode ser o chinês... mas hoje é o inglês. Então vale a pena 
>aprender. Então... a opinião não é minha, é dos caras que ralaram a vida 
>inteira sobre o assunto. Eu concordo com a opinião deles porque os 
>argumentos (deles) me pareceram razoáveis. Usar um artefato nuclear 
>explosivo... é a pior das soluções. Inclusive porque não se sabe muito 
>sobre a dinâmica de uma explosão nuclear no espaço. Nunca se fez isso. 
>Inclusive... boa parte da onda de choque de uma explosão nuclear vem da 
>rápida expansão dos gases da atmosfera, coisa que, vc bem sabe, inexiste no 
>espaço. Mas... dê vc mesmo uma olhada no que existe de informação... e tire 
>suas próprias conclusões... não vou mais encher seu saco. :o)
>[]s
>Jorge.
>
>   ----- Original Message -----
>   From: marcosthbr
>   To: [email protected]
>   Sent: Thursday, March 09, 2006 11:41 PM
>   Subject: Re: [BURN] Folha Online: Gigantesco asteróide poderá colidir 
>com a Terra em 2102
>
>
>   Parece que existe uma falta de entendimento ou de comunicação de
>   alguma das partes. Não sei em que revista em quadrinhos vc leu isso.
>   Como vc sabe a massa exata do corpo celeste? É asteróide, meteoro,
>   meteoroide ou meteorito? Qual sua velocidade e trajetória exatas.
>   Qual seria a potencia da explosão? Não disse que teria que ser
>   despedaçado ou esmigalhado e sim apenas mudar sua trajetória com o
>   impacto. Mas e se ele fosse despedaçado. Vc sabe todos os dados
>   anteriores para dizer quais seriam em media os tamanhos dos
>   fragmentos e se eles não seriam ainda mais reduzidos ao entrar na
>   atmosfera, pelo atrito. As coisas não seriam como naquele filme que
>   não lembro o nome, mas que passou ha um mes  atras na globo.--- Em
>   [email protected], "jhpetretski" <[EMAIL PROTECTED]> escreveu
>   >
>   > Não Marcos... naum no cinema. Na realidade as soluções mais
>   factíveis são justamente as que não usa explosivos. Uma explosão
>   poderia gerar fragmentos que somente multiplicariam o problema, ao
>   invés de uma pedra caindo teríamos duas ou três ou milhares. Uma das
>   soluções que usam explosivos mostra que seria necessário coloca-los
>   nas proximidades do asteróide e detona-las. Perto o bastante para que
>   as explosões mudassem a trajetória mas longe o suficiente para que o
>   asteróide não fosse fraturado. Na verdade... das propostas em
>   estudo... usar explosivos é considerada a mais complicada. Mas dê uma
>   olhada no link abaixo e tire suas próprias conclusões. É uma página
>   legal pq traz os links para as agências espacias e centros de
>   pesquisa que elaboraram os projetos. E é claro que existe muita
>   teoria, muita calculeira, mas é a mesma teoria que colocou o homem na
>   lua. Até agora tem funcionado.
>   > Jorge.
>   >
>   >
>   http://en.wikipedia.org/wiki/Asteroid_deflection_strategies#Nuclear_we
>   apons
>   >
>   > PS: E quanto a idéia de pintar o asteróide, baseada no efeito
>   Yarkovsky... não seriam necessários séculos. Mas semanas ou meses. Se
>   vc não o que é efeito Yarkovsky... pode dar uma olhada na página e
>   aprender.
>   >
>   >
>   > -- Original Message -----
>   >   From: marcosthbr
>   >   To: [email protected]
>   >   Sent: Wednesday, March 08, 2006 4:30 PM
>   >   Subject: Re: [BURN] Folha Online: Gigantesco asteróide poderá
>   colidir com a Terra em 2102
>   >
>   >
>   >   Alias, eu jamais e em momento algum disse que o corpo celeste
>   teria
>   >   que ser "explodido". Dependendo da massa, nem todo o arsenal
>   nuckear
>   >   existente em nosso planeta poderia "expolodi-lo". Mas justamente
>   o
>   >   impacto, se bem calculado poderia alterar a trajetória. Se alguem
>   >   entendeu quwe eu disse que teria que ser explodido, despedaçado,
>   >   desintegrado, tirou conclusões próprias em sem base. "simples"???
>   >   Rsss...No cinema talvez!--- Em
>   >   [email protected], "jhpetretski" <[EMAIL PROTECTED]>
>   escreveu
>   >   >
>   >   > Sem querer ficar dando uma de chato Marcos... são relativamente
>   >   simples sim. :o)
>   >   > Não precisa explodir o asteróide. Olha a resposta do Leonardo.
>   >   Basta mudar a rota dele. Alternativamente... em alguns casos
>   bastaria
>   >   pintar um dos lados do asteróide com tinta prêta, isto bastaria
>   para
>   >   que um de seus lados ficasse mais quente do que o outro, causando
>   uma
>   >   leve, mas talvez suficiente, mudança em sua órbita. Mais rápido e
>   >   mais simples é acoplar uma sonda na superfície do asteróide e
>   usar os
>   >   motores da mesma para desloca-lo da rota.
>   >   > []s
>   >   > Jorge.
>   >   >
>   >   >
>   >   >
>   >   >
>   >   >
>   >   >
>   >   >
>   >   >
>   >   >
>   >   > marcosthbr escreveu:
>   >   >
>   >   >
>   >   > As coisas não são tão simples assim. Sim, existe tecnolgia para
>   >   > desviar a trajetória do asteróide, mas não como na versão
>   >   > cinematografica. Teriam que ser mísseis atomicos, certamente,
>   mas
>   >   > haveria a necessidade de dados exatos sobre a trajetória,
>   >   velocidade
>   >   > e massa do asteróide, para se calcular a força necessaria e o
>   >   angulo
>   >   > de impacto, além do que os mísseis existentes são planejados
>   para
>   >   > operar em nossa atmosfera e não no vácuo; nada que não possa
>   ser
>   >   > modificado e planejado sem grande perda de tempo. E não tenho
>   >   > informações sobre a massa e velocidade do corpo. Se for muito
>   >   grande,
>   >   > não teriamos tecnologia para eviotar o impacto.--- Em
>   >   > [email protected], "jhpetretski" <[EMAIL PROTECTED]>
>   >   escreveu
>   >   > >
>   >   > > Fique tranquila Juliana, hoje mesmo já seria possível mudar a
>   >   rota
>   >   > de um asteróide sem precisar convocar um grupo de astronautas
>   >   > aposentados. O que aliás foi (mais) uma confusão do autor do
>   texto
>   >   > postado. Em Armagedon os convocados são um grupo de
>   especialistas
>   >   em
>   >   > perfurações para prospecção de petróleo. Os astronautas
>   aposentados
>   >   > foram convocados em outro filme... Cowboys do Espaço, para
>   >   consertar
>   >   > um satélite russo carregado de ogivas nucleares, nada a ver com
>   >   > asteróides. O coitado do Pike tá querendo um pouco de atenção,
>   >   > agarrando-se nas mesmas coisas de sempre, sensacionalismo, um
>   >   cenário
>   >   > apocalíptico, teorias conspiratórias, etc... o de sempre... :o)
>   >   > > []s
>   >   > > Jorge.
>   >   > >   ----- Original Message -----
>   >   > >   From: Juliana Guirra
>   >   > >   To: [email protected]
>   >   > >   Sent: Saturday, March 04, 2006 9:21 PM
>   >   > >   Subject: Re: [BURN] Folha Online: Gigantesco asteróide
>   poderá
>   >   > colidir com a Terra em 2102
>   >   > >
>   >   > >
>   >   > >   Caros amigos,
>   >   > >
>   >   > >   A informação não é bem essa. O asteroide chegará bem antes.
>   >   Leiam
>   >   > este texto:
>   >   > >
>   >   > >   Asteróide MN4: A destruição a caminho da Terra
>   >   > >
>   >   > >   Uma aproximação alarmante, que aconteceu em dezembro de
>   2004,
>   >   > passou completamente despercebida do grande público. Falo das
>   >   futuras
>   >   > órbitas do asteróide MN4. Apesar dos enormes esforços
>   matemáticos
>   >   dos
>   >   > astrônomos que tentaram descobrir a trajetória deste corpo
>   >   celestial,
>   >   > capaz de destruir uma cidade inteira, a imprensa internacional
>   não
>   >   > deu nenhuma atenção às aterradoras informações que eram
>   liberadas
>   >   > pela comunidade científica.
>   >   > >
>   >   > >   Entretanto, é importante lembrar que nesta época a mídia já
>   >   > estava bastante ocupada cobrindo a tragédia do tsunami na Ásia,
>   de
>   >   > maneira que um outro acontecimento previsto para o ano de 2029 -
>   e
>   >   > ainda não totalmente confirmado -, acabou ficando em segundo
>   plano.
>   >   > Muito ironicamente se o MN4 tivesse caído sobre o oceano nesta
>   >   época
>   >   > também teria causado um tsunami de enormes proporções. Seria
>   isso
>   >   um
>   >   > sinal dos deuses ou somente mais uma coincidência científica?
>   Mesmo
>   >   > com o asteróide atingindo nível 4 na Escala de Torino, o maior
>   >   risco
>   >   > já registrado desde a sua criação, poucas pessoas deram atenção
>   a
>   >   > esse fato.
>   >   > >
>   >   > >   Tal escala é uma forma de avaliar o risco oriundo de um
>   corpo
>   >   > celestial - ou Near Earth Object (NEO) - passando próximo à
>   Terra e
>   >   > vai de zero, que corresponde a nenhum risco, até 10 que
>   significa a
>   >   > certeza de impacto. A maioria dos asteróides está situada no
>   nível
>   >   0
>   >   > ou 1, no máximo. Por isso, parece bastante significativo que os
>   >   > astrônomos tenham colocado o MN4 no nível 4, praticamente a
>   metade
>   >   da
>   >   > escala. Então, o que é afinal de contas essa ameaça que os
>   >   astrônomos
>   >   > chamam singelamente de MN4 e porque eles estão tão preocupados?
>   >   > >
>   >   > >   A pré-descoberta
>   >   > >
>   >   > >   O MN4 foi descoberto em junho de 2004, mas logo depois foi
>   >   > perdido de vista - o que costuma acontecer com muitos objetos
>   deste
>   >   > tipo. Uma busca empreendida por telescópios civis e militares
>   [Sim
>   >   > eles também têm seus observatórios] finalmente conseguiu
>   localizá-
>   >   lo
>   >   > em 20 de dezembro do mesmo ano. Foi então que os astrônomos
>   >   > descobriram que ele poderia acertar a Terra em 13 de abril de
>   2029.
>   >   > Neste momento, com o MN4 sob a mira dos telescópios, foi
>   possível
>   >   > associar as observações atuais com as antigas - feitas em
>   junho - e
>   >   > obter uma órbita mais precisa. Também conseguiram rever os
>   arquivos
>   >   > astronômicos e verificar se o MN4 aparecia em alguma imagem
>   mais
>   >   > antiga, um tipo de pesquisa chamada pelos astrônomos de pré-
>   >   > descoberta.
>   >   > >
>   >   > >   Assim, as informações procuradas foram finalmente
>   encontradas.
>   >   E,
>   >   > à medida que o Natal se aproximava e dados mais precisos eram
>   >   > utilizados para definir a órbita do objeto, o risco de impacto
>   em
>   >   > 2029 cresceu significativamente! Inicialmente, era de um em 5
>   mil,
>   >   > mas logo depois caiu para 2 mil. Mais adiante foi reduzida para
>   uma
>   >   > chance em 38 e continuou diminuindo, até chegar a 17. Além
>   disso,
>   >   não
>   >   > ajudou em nada quando alguém lembrou que 13 de abril de 2029 é
>   uma
>   >   > sexta-feira. No dia 27 de dezembro, quando notícias se
>   espalhavam
>   >   > velozes na imprensa internacional, falando do tsunami ocorrido
>   24
>   >   > horas antes, a posição do MN4 estava totalmente definida: O
>   >   asteróide
>   >   > viajava numa órbita mais segura do que se pensava inicialmente.
>   >   > >
>   >   > >   Aproximação prevista para 2029
>   >   > >
>   >   > >   Mas não completamente segura. Entretanto, naquele momento,
>   esta
>   >   > informação falando de um possível impacto de um asteróide sobre
>   a
>   >   > Terra, numa data ainda futura, não era assim tão significativa
>   >   quanto
>   >   > à tragédia recente. A conclusão que os astrônomos chegaram é
>   que
>   >   > expectativa mais imediata para com o MN4 melhorou, mas para o
>   >   futuro
>   >   > próximo ela piorou bastante. A aproximação prevista para 2029
>   ainda
>   >   > está muito longe de ser confortável. Os cálculos mostram que em
>   13
>   >   de
>   >   > abril daquele ano, o asteróide irá passar por nós a distância
>   de
>   >   > 25.600 km.
>   >   > >
>   >   > >   Isso pode parecer muito para o leitor desavisado,
>   entretanto, é
>   >   > uma altura menos até que a dos satélites de comunicação
>   [Utilizados
>   >   > na transmissão de informações, na pesquisa científica e nas
>   >   > telecomunicações em geral, na retransmissão de sinais de rádio
>   e de
>   >   > televisão e na interligação de redes de computadores, como a
>   >   > internet]. Mais ainda, esta passagem, muito próxima da
>   gravidade do
>   >   > nosso planeta, irá alterar a órbita do MN4 de tal maneira que
>   no
>   >   seu
>   >   > próximo retorno, em abril de 2036, estará mais próximo ainda da
>   >   > Terra! Talvez o suficiente para que o impacto aconteça...
>   >   > >
>   >   > >   Missão suicida
>   >   > >
>   >   > >   Isso quer dizer então que a ameaça de impacto foi,
>   >   simplesmente,
>   >   > alterada de uma possibilidade em 2029, para outra ainda maior
>   em
>   >   > 2036! Mesmo que nós consigamos escapar da primeira, a segunda
>   >   > passagem será mais arriscada, o que poderá continuar crescendo
>   >   > progressivamente no futuro, se houver... Alguns astrônomos já
>   têm
>   >   até
>   >   > dito que "este aí está determinado a nos pegar!" Mas há também
>   uma
>   >   > boa notícia. Pelos menos nós ainda temos tempo para tentar
>   fazer
>   >   > alguma coisa. Se o MN4 fosse nos acertar em, digamos, uns seis
>   >   meses,
>   >   > não haveria muito que fazer.
>   >   > >
>   >   > >   Não daria tempo para reunir um grupo de astronautas
>   aposentados
>   >   > numa missão suicida, anunciar ao mundo que nós temos gasto
>   alguns
>   >   > milhões de dólares construindo um ônibus espacial secreto e
>   seguir
>   >   > rumo a este monstro de pedra para explodi-lo com uma bomba
>   nuclear.
>   >   > Essas coisas funcionam muito bem nos filmes de Hollywood, como
>   em
>   >   > Armageddon [1998], encenados por algum herói das telas, mas
>   >   encontram
>   >   > muito pouca correspondência no mundo real. Na realidade, o
>   poder
>   >   > econômico americano funciona muito bem na hora de levar milhões
>   de
>   >   > pessoas para os cinemas, mas tem uma atitude bem diferente na
>   hora
>   >   de
>   >   > tornar real uma iniciativa científica desse porte. Não tenho
>   >   nenhuma
>   >   > dúvida, caso o impacto em 2004 tivesse acontecido, de que o
>   tsunami
>   >   > teria sido um alívio aos poderes estabelecidos. Essa catástrofe
>   >   > natural seria um disfarce perfeito para esconder o
>   inevitável...
>   >   > >
>   >   > >   Todos nós estamos familiarizados com a maneira como que as
>   >   > agências de inteligência controlam as informações sobre os
>   UFOs.
>   >   > Entretanto, poucas pessoas sabem que eles também mantêm uma
>   >   > vigilância cuidadosa com os asteróides. Apesar disso - e para a
>   >   nossa
>   >   > satisfação -, acredito que ainda teremos muitas notícias sobre
>   como
>   >   > essas manipulações de informações ufológicas são realizadas.
>   Com
>   >   > certeza, muita coisa ainda será esclarecida nestes próximos
>   anos. E
>   >   > quando isso acontecer, o interesse deles em acobertar notícias
>   >   sobre
>   >   > asteróides não será uma coisa tão surpreendente.
>   >   > >
>   >   > >   Fato intrigante
>   >   > >
>   >   > >   No verão passado, um colaborador me telefonou falando em
>   nome
>   >   de
>   >   > uma dessas autoridades de dentro dos corredores do poder. O
>   sujeito
>   >   > queria saber mais sobre rumores que estavam circulando do
>   possível
>   >   > impacto de um asteróide com a Terra em 120 dias. A CIA estava
>   >   > investigando o assunto e ele queria saber o quê os
>   profissionais
>   >   que
>   >   > trabalham nesta área tinham a dizer. Pareceu-me que essa
>   autoridade
>   >   > ouviu histórias de que a CIA andava apavorada com a notícia e
>   >   queria
>   >   > saber mais, mas esta pessoa, obviamente, não tinha acesso a
>   >   > informações desta investigação específica.
>   >   > >
>   >   > >   Fui obrigado a fazer uma pergunta óbvia para saber a partir
>   de
>   >   > quando esses 120 dias começariam, para que eu pudesse associar
>   a
>   >   > preocupação em pauta com eventos futuros. Apesar disso, eu já
>   tinha
>   >   > uma boa intuição de que esse período terminaria em 29 de
>   setembro
>   >   de
>   >   > 2004. Então, quando o colaborador retornou a ligação, descobri
>   que
>   >   > estava certo! A data correspondia à aproximação do asteróide
>   >   > Toutatis. Só que esta ligação aconteceu em junho, e eu fiquei
>   me
>   >   > perguntando se a real preocupação não seria o MN4. Em dezembro
>   >   estive
>   >   > longe do trabalho, desfrutando o meu primeiro feriado de Natal
>   em
>   >   > muitos anos. Enquanto isso, recebi diversas chamadas telefônica
>   de
>   >   um
>   >   > astrônomo de plantão, ligando de um celular que deveria ser
>   >   utilizado
>   >   > somente em emergências.
>   >   > >
>   >   > >   Pensava que este feriado seria meu, mas o MN4 tinha outros
>   >   > planos. Finalmente, chegou a mensagem de texto: "Você tem
>   alguma
>   >   > informação sobre o MN4?" Ela foi direcionada ao meu número
>   pessoal,
>   >   > conhecido somente por algumas poucas pessoas. "Que
>   surpresa...",
>   >   > pensei comigo mesmo enquanto comia outro pedaço de torta.
>   Parecia
>   >   que
>   >   > ambos os asteróides, tanto o Toutatis quanto o MN4, eram do
>   >   interesse
>   >   > das agências de inteligência. De fato, durante os últimos 18
>   meses,
>   >   > descobri que eles estavam muito mais interessados em NEOs do
>   que se
>   >   > poderia imaginar.
>   >   > >
>   >   > >   Acobertamento de informações
>   >   > >
>   >   > >   Controlar a Ufologia é coisa fácil para as agências de
>   >   > inteligência e, aliás, eles devem até se sentir em casa numa
>   >   > atividade dessas. Mas quando o assunto são os asteróides, a
>   coisa
>   >   > fica bem mais complicada, porque é está relacionada à ciência
>   >   > contemporânea e não há como disfarçar isso das pessoas. Se eles
>   >   > tentarem jogar um véu sobre os olhos do público, dezenas de
>   >   > pesquisadores que não têm vínculo com as agências
>   governamentais
>   >   irão
>   >   > abrir a boca, desmascarando-os facilmente. Isso sem falar na
>   enorme
>   >   > quantidade de astrônomos amadores que hoje em dia conseguem ter
>   um
>   >   > equipamento tão eficiente quanto o dos profissionais de uma
>   década
>   >   > atrás.
>   >   > >
>   >   > >   Vale lembrar que, apenas no espaço de 10 anos, a qualidade
>   dos
>   >   > equipamentos e a disponibilidade de computadores com softwares
>   >   > específicos, revolucionaram a astronomia amadora,
>   possibilitando
>   >   que
>   >   > qualquer pessoa seja capaz de ter acesso a imagens que, há
>   pouco
>   >   > tempo atrás, eram restritas aos profissionais. Mais ainda, esta
>   >   > tecnologia continua evoluindo o tempo todo! O que é uma boa
>   notícia
>   >   > para o humilde amador, que tem os olhos voltados para o céu,
>   porém
>   >   é
>   >   > uma péssima informação para as agências de inteligência, que
>   querem
>   >   > esconder eventos astronômicos importantes.
>   >   > >
>   >   > >   Rede de controle oficial
>   >   > >
>   >   > >   É interessante ressaltar que geralmente sou abordado por
>   alguns
>   >   > curiosos querendo saber se "um asteróide estiver realmente em
>   rota
>   >   de
>   >   > colisão com a Terra, o grande público irá saber?" A minha
>   resposta
>   >   é
>   >   > sempre a mesma: "Creio que não..." Há um acordo geral a nível
>   >   > governamental de não dizer nada, alegar ignorância, falar que
>   foi
>   >   um
>   >   > dos asteróides que eles não conseguiram rastrear e, no momento
>   do
>   >   > impacto, torcer para que não seja tão ruim assim. Mas, na
>   >   realidade,
>   >   > é praticamente certo que alguém de fora da rede de controle
>   oficial
>   >   > veja o objeto, coloque a notícia na internet e incentive outros
>   a
>   >   > investigar, de maneira que a verdade vai acabar aparecendo.
>   >   > >
>   >   > >   O grande problema com o MN4 - e daí o susto - é que o risco
>   de
>   >   > impacto ser muito grande, somente 1 em 17, enquanto que a maior
>   >   > probabilidade encontrada até hoje tinha sido o 1950 DA, com
>   apenas
>   >   1
>   >   > em 600. Se essa notícia tivesse recebido a devida atenção em
>   >   dezembro
>   >   > de 2004, teria sido um choque mundial. E é por isso que eu
>   tenho
>   >   > certeza que o tsunami se levantaria do mar como um grande
>   alívio
>   >   para
>   >   > os poderes dominantes.
>   >   > >
>   >   > >   Destruição em massa
>   >   > >
>   >   > >   Bom, sei que têm aparecido algumas teorias conspiratórias
>   >   dizendo
>   >   > que o tsunami teve origens não naturais, mas não estou entre os
>   que
>   >   > defendem esta idéia... Pelo menos no que se refere ao MN4,
>   várias
>   >   > iniciativas independentes estão trabalhando separadamente no
>   >   > asteróide, tentando descobrir o quê está realmente acontecendo.
>   >   Isso
>   >   > fez com que as coisas saíssem do controle das agências de
>   >   > inteligência. É verdade que os astrônomos estavam certos de que
>   o
>   >   > impacto em dezembro de 2004 era altamente improvável, mas é bom
>   >   > lembrar que algo mais entrou em jogo durante essa aproximação.
>   >   > Passando a uma distância tão pequena do nosso planeta, a órbita
>   do
>   >   > asteróide foi significativamente alterada, de maneira que o
>   risco
>   >   de
>   >   > impacto cresceu muito nas próximas aproximações, principalmente
>   na
>   >   de
>   >   > 13 ou 14 de abril de 2036.
>   >   > >
>   >   > >   Para a nossa sorte, este asteróide não é tão grande quanto
>   o
>   >   que
>   >   > destruiu os dinossauros. Estima-se que o algoz dos répteis
>   gigantes
>   >   > tinha cerca de 12 km de comprimento, enquanto o MN4 apresenta
>   >   somente
>   >   > 320 m. Mas, mesmo assim, ele seria capaz de destruir uma cidade
>   >   > inteira, se ela tivesse o azar de estar exatamente sobre o
>   local de
>   >   > impacto. Ou então, criar um tsunami gigante, no caso de cair no
>   >   mar.
>   >   > O MN4 com uma massa de 79 trilhões de quilogramas, causaria o
>   >   impacto
>   >   > correspondente a uma explosão de 850 megatons de TNT, ao cair
>   com
>   >   uma
>   >   > velocidade de 12,6 km/s.
>   >   > >
>   >   > >   Cálculos do impacto
>   >   > >
>   >   > >   Os lugares onde não se deve estar em 13 ou 14 de abril de
>   2036
>   >   > são as regiões entre + 3 e + 1 GMT. Isso significa o leste da
>   >   Europa,
>   >   > Rússia, Ásia central, Japão, Austrália etc. E o quê pode
>   acontecer
>   >   se
>   >   > o MN4 cair sobre Terra firme? Bem, no local do impacto e num
>   raio
>   >   de
>   >   > 3 km, a Terra será escavada numa profundidade de até 1 km. Além
>   >   > disso, a maior parte dos detritos será atirada violentamente na
>   >   > atmosfera. Surgirá uma cratera com cerca de 500 m de
>   profundidade e
>   >   6
>   >   > km de diâmetro.
>   >   > >
>   >   > >   - Num raio de 5 km de distância: todos os prédios serão
>   >   > destruídos e detritos com até 10 m de comprimento cairão do
>   céu. A
>   >   10
>   >   > km de distância, arranha-céus de aço serão contorcidos ou
>   >   derrubados,
>   >   > mas a chuva de detritos terá fragmentos com cerca de 1 m de
>   >   > comprimento.
>   >   > >
>   >   > >   - Até 30 km de distância do local de impacto: 90% das
>   árvores
>   >   > serão derrubadas ou totalmente destruídas. Com o deslocamento
>   de
>   >   ar,
>   >   > prédios serão destruídos e fortes terremotos serão sentidos.
>   >   > >
>   >   > >   - A 80 km de distância: somente as janelas serão quebradas,
>   mas
>   >   > os tremores de terra ainda serão capazes de sacudir casas e
>   carros.
>   >   > >
>   >   > >   - A 800 km de distância: cairá uma fina poeira e um forte
>   >   trovão
>   >   > será ouvido, mas não haverá terremoto.
>   >   > >
>   >   > >   Neste momento, o MN4 foi rebaixado para o nível 1 da escala
>   de
>   >   > Torino, mas nos próximos encontros é provável que ele retorne
>   para
>   >   4
>   >   > ou mais. Mesmo que não ocorra nenhum impacto em 13 de abril de
>   2029
>   >   e
>   >   > a preocupação for transferida para 2036, os moradores da
>   Europa,
>   >   > África e Ásia central poderão vê-lo passar por cima das suas
>   >   cabeças
>   >   > como uma estrela visível a olho nu, se arrastando no céu, um
>   pouco
>   >   > mais lento que um satélite.
>   >   > >
>   >   > >   Aqueles que estiverem na Ásia, no momento em que mantiverem
>   os
>   >   > olhos no céu, com certeza irão se lembrar do tsunami e se
>   >   questionar
>   >   > se dali a sete anos haverá Natal... Por outro lado, do ponto de
>   >   vista
>   >   > astronômico, será um evento raro, apesar de apostar que estará
>   >   > nublado na Inglaterra, exatamente no momento em que o viajante
>   >   > celestial passar aqui para nos assombrar. De uma forma ou
>   outra,
>   >   esta
>   >   > passagem de 2029 fornecerá aos astrônomos os dados que eles
>   >   precisam
>   >   > para calcular com mais precisão os eventos de 2036.
>   >   > >
>   >   > >   Andrew Pike foi por muitos anos o correspondente de
>   astronomia
>   >   da
>   >   > revista inglesa UFO Magazine e colaborador da UFO Review desde
>   seu
>   >   > lançamento. Este texto foi traduzido por Paulo Santos, da
>   Equipe
>   >   UFO.
>   >   > Fonte: UFO Review [www.uforeview.net].
>   >   > >
>   >   > >   Autor: Andrew Pike
>   >   > >   Fonte: Andrew Pike
>   >   >
>   >   >
>   >   > [As partes desta mensagem que não continham texto foram
>   removidas]
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