acho que vou acompanhar você (risos)

2005/8/25, Marco <[EMAIL PROTECTED]>:
> 
> Santa paranóia.
> Oblações ao mestre!
> 
> (mudando chave para 8192 bits ou o mais próximo possível)
> --
> Marco de Freitas,
> NBR para a Internet já! Porque meu navegador não é penico.
> 
> http://www.abrasol.org/modules.php?name=News&file=article&sid=199
> http://www.w3.org/2003/03/Translations/byLanguage?language=pt-br
> http://www.petitiononline.com/we6k7496/petition.html
> http://www.dicas-l.unicamp.br/dicas-l/browsers.php
> 
> Alain escreveu:
> >
> >
> > Marco escreveu:
> >
> >>
> >> Não suprima nenhum dos cuidados paranóicos de praxe só por causa de um
> >> mero certificado.
> >
> >
> > Muito bom conselho. Não aposente o velho bom senso também.
> >
> >> Ainda creio que o uso de pares de chaves gnuPG seria a melhor opção.
> >
> >
> > Minha paranóia (!) diz que só se puder garantir que o arquivo da chave
> > não vai ser copiado. Aí complica...
> >
> > Eu gostaria muito de ter um sistema que usasse pares de chaves mas
> > também uma senha para liberar
> >
> >> Quando acesso o sítio do Banco do Brasil a criptografia usada é de 128
> >> bits. Meus pares de chaves gnuPG foram gerados com 1024 bits (o 
> padrão).
> >> Não julguei necessário gerar as chaves com 2048 bits.
> >
> >
> > Não podemos esquecer que gnuPG com 1024 é menos seguro que AES com 128!
> >
> > no Livro "Applied Cryptography" Bruce Schneier recomendapara chave
> > públicas para 2005: 1024 bits contra indivíduos e 2048 contra
> > governos/corporaćões, para 2015: 2048 ou 4096 bits. Ele também tem uma
> > tabela que mostra que 128 bits equivalem a 2304 bits se for uma chave
> > pública. Ainda tem uma recomendação interessante: para um dos maiores
> > segredos do mundo, a fórmula da Cocacola ele recomenda 112 bits (1792 se
> > public key) !!!
> >
> > Alain
> 
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