Licenças de uso e propriedade intelectual deveriam ser matéria OBRIGATÓRIA em cursos tecnicos e de 3ro grau, quem sabe matéria de vestibular e do Enem. Talvêz assim erradica-se a cultura da pirataria.
Olivier

Igor da Silva Erler wrote:

heheheh, meu problema é "Deixa o tecnico ir embora, que em meu departamento quem manda sou eu e instalo oque quiser", e se bater fiscalização, é responsabilidade do meu departamento .... Pior é quando alguem resolve "ajudar" e traz de casa o computador com 10000 programas uteis(leia pirataria mesmo)... Não sei se voces sabem mas : "se esta dentro do orgao publico, é responsabilidade do orgao TODO EQUIPAMENTO E SOFTWARE"....


Em 02/09/05, Marco <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:
E digam logo que o DOC vai acabar. Agora a nova onda é o formato da
União Européia, que o outro office vai ser obrigado a adotar também.
--
Marco de Freitas,
NBR para a Internet já! Porque meu navegador não é penico.

http://www.abrasol.org/modules.php?name=News&file=article&sid=199
http://www.w3.org/2003/03/Translations/byLanguage?language=pt-br
http://www.petitiononline.com/we6k7496/petition.html
http://www.dicas-l.unicamp.br/dicas-l/browsers.php

Adam Victor Nazareth Brandizzi escreveu:
Não trabalho na área (na verdade, estou mais próximo dos usuários chatos
que vocês atendem do que de vocês mesmos :D) mas posso afirmar que, se
eu fosse um usuário 'oreia' como os que vocês têm, eu ficaria muito
reticente se alguém dissesse "Estamos usando OpenOffice porque o MS
Office é caro" ou frases semelhantes. Dá a impressão de que vocês
trocaram o Pentium IV deles por um 586 apenas porque é mais barato...

Enfim, minha dica pessoal (inexperiente, devo confessar) é que não se
restringam a apenas falar sobre o quanto o OpenOffice é gratuito, mas
também mencionem as diversas vantagens técnicas, culturais e sociais...

On Fri, 2005-09-02 at 12:23 -0300, Marco wrote:

E tenha sempre um CD-ROM com o OOo, com a instalação automática, de
preferência.
--
Marco de Freitas,
NBR para a Internet já! Porque meu navegador não é penico.

http://www.abrasol.org/modules.php?name=News&file=article&sid=199
http://www.w3.org/2003/03/Translations/byLanguage?language=pt-br
http://www.petitiononline.com/we6k7496/petition.html
http://www.dicas-l.unicamp.br/dicas-l/browsers.php

Carlos B. Schwab escreveu:

Ah, está explicada verdadeira extensão de seu problema
Igor, sem trocadilhos... JUIZ. Juízes são advogados e
estes são, sinceramente, um dos piores públicos para
trabalhar.

Sua situação é parecida com a minha, serviço público e
advogados. O que falta para essa gente é respeito,
respeito aos colegas de trabalho que não advogados
como eles. Falta também respeito à ordem e hierarquia
no serviço público.

Se utilizar OpenOffice foi ORDEM da administração,
deve ser respeitada como tal. Ninguém pede que aceitem
como cordeiros, todos tem direito de discordar, mas
que respeitem a ordem e quem as faz cumprir.

Um cara do exército falou que é muito importante o
"apoio do comando", ou seja, a chefia, quem decidiu
pelo uso de OpenOffice tem o dever de dar total apoio
a quem executa. E acima de tudo, quem recebeu a ordem
tem o dever de obedecê-la. Lá, uma ordem é uma ordem.

Não sou fã de organizações militares, mas lá há algo
que falta aos outros órgãos públicos: respeito à
hierarquia e disciplina, coisas que há muito sumiram
de outros lugares, principalmente quando envolvem os
"doutores" juízes e advogados.

Resolvemos o problema em parte, com o seguinte
argumento, mesmo sem poder contar muito com o "apoio
do comando":

"Não possuímos licença para instalar o MSOffice e
instituição não possui verba para comprá-las. Instalar
MSOffice seria considerado pirataria, portanto, ato
ilícito."

Por coerência, a maioria deles tinha de concordar e
muitos respondiam: "então vou usar esta merda, mas não
levo mais trabalho para casa"

Aos mais renitentes, que exigiam o MSOffice, ao menos
eu, respondia: "Não vou instalar, pois como disse-lhe,
não possuímos licença e seria pirataria. Não vou
instalar porque NINGUÉM pode obrigar-me a cometer ato
ilícito no exercício de minhas funções. Se o senhor
tiver alguma dúvida, estarei à disposição para
esclarecê-la."

Ficou um tanto fora do tópico, mas eu compreendo muito
bem os problemas pelos quais o Igor passou e,
lamentavelmente, ainda vai passar.

Ah, em tempo, decidimos utilizar o padrão do
OpenOffice e posteriormente iremos fazer a conversão
de toda a base de arquivos existente em formato .doc,
o que não é pouca coisa, pois cada advogado possui de
300 a 600 Mb em arquivos em média. São quase uma
centena de advogados.


--- Igor da Silva Erler <[EMAIL PROTECTED]>
escreveu:



Eu concordo que o melhor seria usar o padrão do
proprio OO. Mas trabalho num estabelecimento publico
e aqui existe o "eu mando, eu quero, eu sou mais
importante que voce carinha do computador". Tipo,
nos


tinhamos instalado o OO nas maquinas ano passado,
mas


as pessoas reclamavam que "isso não abre la em
casa",


e UM JUIZ mandou que nos do Departamento de
informatica tiracemos todos os OO e instalasemos
M.office(ps: que nos nao tinhamos) em todas as
maquinas...
Solução: Compramos quase 100 Pacotes .M.Office.
derrepente a custo quase 2x mais caro pela urgencia
Agora queremos testar para ver se assim é possivel
pelo menos usar um software livre por enquanto ,
chegaram 300 maquinas novas e eu tenho de por
um ofice nelas, e nao tenho dinheiro para M.
Office...

Carlos B. Schwab

Porto Alegre, RS

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