Com relação ao OOo,
Acho que com a versão 2.0 muita coisa vai mudar... menos reclamações, com 
certeza. E mais adesão ao software.
Aqui tem gente que começou a usar a 1.1.2 e achou complicado, pois mudava 
muito em relação ao MS Office. Agora usando o 2.0 beta, estão gostando. 
Aliás, a nova interface está sendo elogiada.
Uma colega do lado ainda está com a 1.1.2 e não consegue abrir alguns 
arquivos do word que tem tabelas e campos de seleção (já tive o problema com 
o dito arquivo no 1.1.2).... eu com a 2.0 beta até agora não tive nenhum 
problema.... inclusive fiz o que ela precisava alterar no arquivo...

Na verdade o que as usuários querem é apenas que a coisa funcione, não estão 
nem aí se é livre, se é proprietário, acham bom se é grátis, e quem não 
acharia!!!! Isso é problema para o gestor de recursos e para o adminstrador 
de sistemas (suporte...). Para o usuário, tem é que funcionar, ser fácil de 
usar (intuitivo, no mínimo)... E parece que o pessoal o OOo enxergou isso.

Gilmar Amaral

Em 16/09/05, Olivier Hallot <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:
> 
> Complementando..
> 
> Livre ou proprietário, conta muito a base instalada.
> 
> Ninguém reclama da MS, Oracle ou SAP, por que o mercado já consagrou,
> independente da qualidade da solução. Preço é detalhe na equação 
> financeira.
> 
> O mesmo acontece com o Apache, que detém 70% do mercado de servidores
> web. Preço nem conta.
> 
> Se a base instalada é grande, os pepinos são encarados como fatalidade.
> Caso contrário, é culpa do pequeno, do inovador e do administrador que
> escolheu mal. Entretanto com o software livre, voce ainda pode tentar
> mexer no código e resolver o pepino. No outro caso, não. É proibido.
> 
> As empresas que escolhem o OpenOffice, são pioneiras e sofrem da
> ousadia. Quando a base instalada do OO for maior (estima-se hoje em 10 a
> 15% a nivel mundial), diminuem os ruidos e o administrador fica mais
> tranquilo em adotar o OO.
> 
> Olivier
> 
> Roberto Salomon wrote:
> 
> > De novo vejo uma oportunidade para o administrador. A questão da
> > responsabilidade é óbvia e importante: Quem é responsável?
> >
> > No Software Livre temos um novo modelo de negócios onde esta
> > responsabilidade fica diluida mas pode ser contratada. Quando uma
> > empresa resolve por adotar um Software Livre, há diversas
> > considerações a fazer. Quem garante o software? Quem me dará suporte?
> > Ou seja, quem vou culpar se alguma coisa der errado?
> >
> > A todos estes questionamentos há uma só resposta: quem você contratar.
> >
> > Este é o novo modelo comercial proposto e possível no SL. Se uma
> > empresa migra para o OOo, quem dará o suporte? Aquela empresa que for
> > contratada para isso. E se esta empresa não for competente?
> > Contrata-se outra com mais experiência.
> >
> > A liberdade proposta pelo SL chega até ao modelo de negócios,
> > permitindo que pequenas empresas possam prestar serviços que antes
> > eram exclusivos dos grandes fabricantes de software fechado.
> >
> > No resto, é questão de contrato.
> >
> > Salomon
> >
> > HDO - Seu Help Desk Ainda Melhor wrote:
> >
> >> Eu acho que também, sob a ótica do ADMINISTRADOR, existe um
> >> outro problema que ouvi em um grande conglomerado empresarial.
> >>
> >> Eles não discutem a qualidade, etc do software livre, etc.
> >>
> >> Querem saber é A QUEM RECLAMAR OU RESPONSABILIZAR
> >> QUANDO ALGUM PROBLEMA ACONTECER. E nos casos de Linux,
> >> OpenOffice, etc isso fica um pouco complicado de fazer.
> >>
> >> Ou seja:
> >>
> >> A quem vão responsabilizar caso algo não funcione direito?
> >>
> >> Com quem assinarão um contrato com direitos e deveres?
> >
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