Mas podemos encher o saco pelo menos.
Liguem para 0800-619619 e deixem registrada sua reclamação para a
Ouvidoria da Câmara.
Eu quero um plebiscito!
-- 
Marco de Freitas,
NBR para a Internet já! Porque meu navegador não é penico.

http://www.abrasol.org/modules.php?name=News&file=article&sid=199
http://www.w3.org/2003/03/Translations/byLanguage?language=pt-br
http://www.petitiononline.com/we6k7496/petition.html
http://www.dicas-l.unicamp.br/dicas-l/browsers.php

Rodrigo C. Camargo escreveu:
> È por essas e outras que nos vamos a vida todas sermos o pais do
> futebol, nunca o pais da tecnologia, nossos queridos deputados preferem
> pagara 7 milhoes de reais pra Microsoft a investir 500 mil reais em um
> projeto para aprimoração do OpenOffice ou qualquer outro soft que seja
> livre. Mas a culpa disso tudo e do povo que vota nessa gente.
> 
> -----Mensagem original-----
> De: Chico [mailto:[EMAIL PROTECTED] 
> Enviada em: quinta-feira, 22 de dezembro de 2005 08:43
> Para: [email protected]
> Assunto: [usuarios OOo] Os pobrezinhos dos Deputados não conseguem usar
> o OpenOffice !!!
> 
>       Deputados reclamam e Câmara compra MS Office
>       Quarta-feira, 21 dezembro de 2005 - 12:47
>       IDG Now!
>       Depois de uma experiência de dois anos com o software livre Open 
> Office, a Câmara dos Deputados está adquirindo licenças da suíte de 
> aplicativos proprietários Microsoft Office para os computadores da casa.
> 
> 
>       Reclamações dos usuários sobre incompatibilidades entre a
> plataforma 
> exclusiva de softwares livres com as atividades e necessidades da 
> instituição obrigam a aquisição do Microsoft Office, de acordo com a
> Câmara.
> 
> 
>       O OpenOffice continuará a ser usado, mas os deputados, comissões, 
> lideranças partidárias e setores técnicos da Câmara terão a opção de
> usar 
> também o produto da Microsoft.
> 
> 
>       Para realizar a compra, a Câmara obteve da fabricante o desconto
> mais 
> alto que a empresa oferece em nível mundial, o que vai permitir a
> aquisição 
> das licenças por cerca de metade do preço de mercado.
> 
> 
>       Os níveis de descontos variam da categoria A (mais baixo) até D
> (mais 
> alto). A Câmara, assim como a maioria dos órgãos do serviço público
> federal, 
> possui normalmente um nível de desconto C, mas na aquisição atual
> conseguiu 
> um nível de desconto D.
> 
> 
>       Com isso, o preço de mercado das 7.587 licenças, estimado em 11 
> milhões de reais, deve baixar para aproximadamente 6 milhões de reais,
> já 
> que as revendedoras Microsoft poderão competir entre si pela melhor
> oferta.
> 
> 
>       O pregão para aquisição das licenças ocorreu entre 15h00 e 18h40
> da 
> terça-feira (20/12), mas, como não foi concluído, será retomado às 14h00
> da 
> quinta-feira (21/12).
> 
> 
>       Dores de cabeça
> 
> 
>       Segundo a Câmara, a adoção do OpenOffice trouxe uma economia 
> significativa de recursos, porém ocasionou problemas no envio e
> recebimento 
> de documentos de outros órgãos, além de exigir um investimento maior em 
> treinamento.
> 
> 
>       Além disso, não é possível implantar o OpenOffice em todos os 
> equipamentos da Câmara, em razão de limitações do software, dependência
> de 
> determinadas aplicações e uso avançado de recursos do pacote da
> Microsoft.
> 
> 
>       É o caso, por exemplo, do deputado Júlio Lopes (PP-RJ). "Nós 
> trabalhamos com Word no escritório no Rio. Não há compatibilidade entre
> os 
> programas. Prefiro a funcionalidade do Microsoft Office", resumiu.
> 
> 
>       Explicações semelhantes foram fornecidas pelas assessorias de
> outros 
> deputados, como Ivan Ranzolin (PFL-SC), Eduardo Cunha (PMDB-RJ), Ricarte
> de 
> Freitas (PTB-MT), Jorge Alberto (PMDB-SE) e Coronel Alves (PL-AP).
> 
> 
>       Reclamações
> 
> 
>       A Câmara iniciou o uso do OpenOffice em 2003. Ao longo de 2005, a 
> direção da Câmara recebeu 79 pedidos de aquisição do Microsoft Office, 
> vindos de deputados, comissões, lideranças partidárias e órgãos da Casa
> para 
> os quais o OpenOffice não era suficiente para atender as necessidades 
> administrativas.
> 
> 
>       As principais reclamações se referem a dificuldades de operação do
> 
> OpenOffice, perda de formatação ocorrida no recebimento de documentos 
> externos e no envio de documentos para fora do ambiente da Câmara dos 
> Deputados, assim como a incompatibilidade entre documentos do MS-Office
> e 
> OpenOffice.
> 
> 
>       "Não estamos substituindo o OpenOffice pelo MS-Office, mas
> oferecendo 
> ao usuário aqui da Câmara a possibilidade de optar entre as duas 
> plataformas", resumiu o diretor do Centro de Informética, Luiz Antonio
> da 
> Eira.
> 
> 
>       Com informações da Agência Câmara.
> 
> 
> Fonte:
> http://idgnow.uol.com.br/AdPortalv5/ComputacaoCorporativaInterna_211205.
> html
> 
> Abraços.
> Chico. 


---------------------------------------------------------------------
To unsubscribe, e-mail: [EMAIL PROTECTED]
For additional commands, e-mail: [EMAIL PROTECTED]

Responder a