Se os recursos saíssem da verba de cada gabinete,
hahaha, teríamos mais deputados usando OpenOffice.

;-)

Cordialmente

Roberto Cohen
HDO Manager Team
Fone: +55-51 3321.2566  ramal 215
SKYPE: roberto.cohen

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  ----- Original Message ----- 
  From: Chico 
  To: [email protected] 
  Sent: Thursday, December 22, 2005 10:09 AM
  Subject: Re: [usuarios OOo] Os pobrezinhos dos Deputados não conseguem usar o 
OpenOffice !!!


  Eu gostaria que existisse um jeito de nos juntarmos em coro e dizer isso a 
  todos eles por email.
  Se bem que falar não adianta nada... eles vão continuar longe da gente, no 
  ar-condicionado, sem patrão, com o salário e a pança gorda.
  Na minha vida, a coisa que mais odeio é Bill Gates e Deputado brasileiro.

  Abraços.
  Chico.
  ----- Original Message ----- 
  From: "Rodrigo C. Camargo" <[EMAIL PROTECTED]>
  To: <[email protected]>
  Sent: Thursday, December 22, 2005 7:27 AM
  Subject: RES: [usuarios OOo] Os pobrezinhos dos Deputados não conseguem usar 
  o OpenOffice !!!


  È por essas e outras que nos vamos a vida todas sermos o pais do
  futebol, nunca o pais da tecnologia, nossos queridos deputados preferem
  pagara 7 milhoes de reais pra Microsoft a investir 500 mil reais em um
  projeto para aprimoração do OpenOffice ou qualquer outro soft que seja
  livre. Mas a culpa disso tudo e do povo que vota nessa gente.

  -----Mensagem original-----
  De: Chico [mailto:[EMAIL PROTECTED]
  Enviada em: quinta-feira, 22 de dezembro de 2005 08:43
  Para: [email protected]
  Assunto: [usuarios OOo] Os pobrezinhos dos Deputados não conseguem usar
  o OpenOffice !!!

        Deputados reclamam e Câmara compra MS Office
        Quarta-feira, 21 dezembro de 2005 - 12:47
        IDG Now!
        Depois de uma experiência de dois anos com o software livre Open
  Office, a Câmara dos Deputados está adquirindo licenças da suíte de
  aplicativos proprietários Microsoft Office para os computadores da casa.


        Reclamações dos usuários sobre incompatibilidades entre a
  plataforma
  exclusiva de softwares livres com as atividades e necessidades da
  instituição obrigam a aquisição do Microsoft Office, de acordo com a
  Câmara.


        O OpenOffice continuará a ser usado, mas os deputados, comissões,
  lideranças partidárias e setores técnicos da Câmara terão a opção de
  usar
  também o produto da Microsoft.


        Para realizar a compra, a Câmara obteve da fabricante o desconto
  mais
  alto que a empresa oferece em nível mundial, o que vai permitir a
  aquisição
  das licenças por cerca de metade do preço de mercado.


        Os níveis de descontos variam da categoria A (mais baixo) até D
  (mais
  alto). A Câmara, assim como a maioria dos órgãos do serviço público
  federal,
  possui normalmente um nível de desconto C, mas na aquisição atual
  conseguiu
  um nível de desconto D.


        Com isso, o preço de mercado das 7.587 licenças, estimado em 11
  milhões de reais, deve baixar para aproximadamente 6 milhões de reais,
  já
  que as revendedoras Microsoft poderão competir entre si pela melhor
  oferta.


        O pregão para aquisição das licenças ocorreu entre 15h00 e 18h40
  da
  terça-feira (20/12), mas, como não foi concluído, será retomado às 14h00
  da
  quinta-feira (21/12).


        Dores de cabeça


        Segundo a Câmara, a adoção do OpenOffice trouxe uma economia
  significativa de recursos, porém ocasionou problemas no envio e
  recebimento
  de documentos de outros órgãos, além de exigir um investimento maior em
  treinamento.


        Além disso, não é possível implantar o OpenOffice em todos os
  equipamentos da Câmara, em razão de limitações do software, dependência
  de
  determinadas aplicações e uso avançado de recursos do pacote da
  Microsoft.


        É o caso, por exemplo, do deputado Júlio Lopes (PP-RJ). "Nós
  trabalhamos com Word no escritório no Rio. Não há compatibilidade entre
  os
  programas. Prefiro a funcionalidade do Microsoft Office", resumiu.


        Explicações semelhantes foram fornecidas pelas assessorias de
  outros
  deputados, como Ivan Ranzolin (PFL-SC), Eduardo Cunha (PMDB-RJ), Ricarte
  de
  Freitas (PTB-MT), Jorge Alberto (PMDB-SE) e Coronel Alves (PL-AP).


        Reclamações


        A Câmara iniciou o uso do OpenOffice em 2003. Ao longo de 2005, a
  direção da Câmara recebeu 79 pedidos de aquisição do Microsoft Office,
  vindos de deputados, comissões, lideranças partidárias e órgãos da Casa
  para
  os quais o OpenOffice não era suficiente para atender as necessidades
  administrativas.


        As principais reclamações se referem a dificuldades de operação do

  OpenOffice, perda de formatação ocorrida no recebimento de documentos
  externos e no envio de documentos para fora do ambiente da Câmara dos
  Deputados, assim como a incompatibilidade entre documentos do MS-Office
  e
  OpenOffice.


        "Não estamos substituindo o OpenOffice pelo MS-Office, mas
  oferecendo
  ao usuário aqui da Câmara a possibilidade de optar entre as duas
  plataformas", resumiu o diretor do Centro de Informética, Luiz Antonio
  da
  Eira.


        Com informações da Agência Câmara.


  Fonte:
  http://idgnow.uol.com.br/AdPortalv5/ComputacaoCorporativaInterna_211205.
  html

  Abraços.
  Chico.

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