Valeu Ricardo,
Acho que todos da lista deveriam fazer o mesmo.
Só para lembrar a licitação foi suspensa temporariamente mas ainda pode
ser posta para frente então não podemos esmorecer.
Acho que todos da lista devem colaborar ligando, escrevendo, visitando
fazendo passeata, enviando e-mail, chorando para todos os deputados,
principalmente para quem vocês votaram mas também para amigos, parente,
cunhado, sogra e visinhas bem elaboradas.
Só uma dica que acho muito importante o problema da migração na Camara dos
Deputados não foi do técnico, ele fez todo o planejamento mas o pessoal da
câmara disse o seguinte, "mas não é de grátis, vamu economizar o máximo
possível". Ai o plano do colega foi paras cucuias.
Não fizeram migração de documentos, treinamento, palestras, migração de
macros, suporte adequado para economizar.
Viram que o OpenOffice.org não deu certo até poque não seguiram os passos
corretos.
Pediram para comprar os programas proprietários. É tão baratinho e a m$
anunciou que ia dar um desconto legal só para câmara.
Portanto sempre que pensem em migram digam claramente que devem GASTAR com
a migração. Se não dá bode quase sempre.
Pela minha estimativa com os gastos de migração ainda dá para economizar
70% se fosse comprar.
Abraços,
Marcus de Vasconcelos Diogo da Silva
Suporte Informática
====================================
SENAI - CETAFR
Centro de Educação e Tecnologia
Alexandre Figueira Rodrigues
Fone/fax: +55 85 3215.3026
Site: www.senai-ce.org.br/af
Pessoal já mandei uma mensagens para todos os deputados, relatando que
aqui no
Tribunal de Contas do Estado do Ceará nós usamos o OpenOffice a dois anos
e eu
dou suporte aos usuários sem problemas, será que o problema deles não é
falta
de técnicos competentes???
Citando Olival Gomes Barboza Júnior <[EMAIL PROTECTED]>:
> http://www2.camara.gov.br/internet/popular/falecomdeputado.html/
>
>
> -----Mensagem original-----
> De: Chico [mailto:[EMAIL PROTECTED]
> Enviada: qui 22/12/2005 10:09
> Para: [email protected]
> Assunto: Re: [usuarios OOo] Os pobrezinhos dos Deputados não conseguem
usar o
> OpenOffice !!!
>
> Eu gostaria que existisse um jeito de nos juntarmos em coro e dizer isso
a
> todos eles por email.
> Se bem que falar não adianta nada... eles vão continuar longe da gente,
no
> ar-condicionado, sem patrão, com o salário e a pança gorda.
> Na minha vida, a coisa que mais odeio é Bill Gates e Deputado
brasileiro.
>
> Abraços.
> Chico.
> ----- Original Message -----
> From: "Rodrigo C. Camargo" <[EMAIL PROTECTED]>
> To: <[email protected]>
> Sent: Thursday, December 22, 2005 7:27 AM
> Subject: RES: [usuarios OOo] Os pobrezinhos dos Deputados não conseguem
usar
> o OpenOffice !!!
>
>
> È por essas e outras que nos vamos a vida todas sermos o pais do
> futebol, nunca o pais da tecnologia, nossos queridos deputados preferem
> pagara 7 milhoes de reais pra Microsoft a investir 500 mil reais em um
> projeto para aprimoração do OpenOffice ou qualquer outro soft que seja
> livre. Mas a culpa disso tudo e do povo que vota nessa gente.
>
> -----Mensagem original-----
> De: Chico [mailto:[EMAIL PROTECTED]
> Enviada em: quinta-feira, 22 de dezembro de 2005 08:43
> Para: [email protected]
> Assunto: [usuarios OOo] Os pobrezinhos dos Deputados não conseguem usar
> o OpenOffice !!!
>
> Deputados reclamam e Câmara compra MS Office
> Quarta-feira, 21 dezembro de 2005 - 12:47
> IDG Now!
> Depois de uma experiência de dois anos com o software livre Open
> Office, a Câmara dos Deputados está adquirindo licenças da suíte de
> aplicativos proprietários Microsoft Office para os computadores da casa.
>
>
> Reclamações dos usuários sobre incompatibilidades entre a
> plataforma
> exclusiva de softwares livres com as atividades e necessidades da
> instituição obrigam a aquisição do Microsoft Office, de acordo com a
> Câmara.
>
>
> O OpenOffice continuará a ser usado, mas os deputados, comissões,
> lideranças partidárias e setores técnicos da Câmara terão a opção de
> usar
> também o produto da Microsoft.
>
>
> Para realizar a compra, a Câmara obteve da fabricante o desconto
> mais
> alto que a empresa oferece em nível mundial, o que vai permitir a
> aquisição
> das licenças por cerca de metade do preço de mercado.
>
>
> Os níveis de descontos variam da categoria A (mais baixo) até D
> (mais
> alto). A Câmara, assim como a maioria dos órgãos do serviço público
> federal,
> possui normalmente um nível de desconto C, mas na aquisição atual
> conseguiu
> um nível de desconto D.
>
>
> Com isso, o preço de mercado das 7.587 licenças, estimado em 11
> milhões de reais, deve baixar para aproximadamente 6 milhões de reais,
> já
> que as revendedoras Microsoft poderão competir entre si pela melhor
> oferta.
>
>
> O pregão para aquisição das licenças ocorreu entre 15h00 e 18h40
> da
> terça-feira (20/12), mas, como não foi concluído, será retomado às 14h00
> da
> quinta-feira (21/12).
>
>
> Dores de cabeça
>
>
> Segundo a Câmara, a adoção do OpenOffice trouxe uma economia
> significativa de recursos, porém ocasionou problemas no envio e
> recebimento
> de documentos de outros órgãos, além de exigir um investimento maior em
> treinamento.
>
>
> Além disso, não é possível implantar o OpenOffice em todos os
> equipamentos da Câmara, em razão de limitações do software, dependência
> de
> determinadas aplicações e uso avançado de recursos do pacote da
> Microsoft.
>
>
> É o caso, por exemplo, do deputado Júlio Lopes (PP-RJ). "Nós
> trabalhamos com Word no escritório no Rio. Não há compatibilidade entre
> os
> programas. Prefiro a funcionalidade do Microsoft Office", resumiu.
>
>
> Explicações semelhantes foram fornecidas pelas assessorias de
> outros
> deputados, como Ivan Ranzolin (PFL-SC), Eduardo Cunha (PMDB-RJ), Ricarte
> de
> Freitas (PTB-MT), Jorge Alberto (PMDB-SE) e Coronel Alves (PL-AP).
>
>
> Reclamações
>
>
> A Câmara iniciou o uso do OpenOffice em 2003. Ao longo de 2005, a
> direção da Câmara recebeu 79 pedidos de aquisição do Microsoft Office,
> vindos de deputados, comissões, lideranças partidárias e órgãos da Casa
> para
> os quais o OpenOffice não era suficiente para atender as necessidades
> administrativas.
>
>
> As principais reclamações se referem a dificuldades de operação do
>
> OpenOffice, perda de formatação ocorrida no recebimento de documentos
> externos e no envio de documentos para fora do ambiente da Câmara dos
> Deputados, assim como a incompatibilidade entre documentos do MS-Office
> e
> OpenOffice.
>
>
> "Não estamos substituindo o OpenOffice pelo MS-Office, mas
> oferecendo
> ao usuário aqui da Câmara a possibilidade de optar entre as duas
> plataformas", resumiu o diretor do Centro de Informética, Luiz Antonio
> da
> Eira.
>
>
> Com informações da Agência Câmara.
>
>
> Fonte:
> http://idgnow.uol.com.br/AdPortalv5/ComputacaoCorporativaInterna_211205.
> html
>
> Abraços.
> Chico.
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