Esse Mercenário não pode ganhar a presidência da Camara Fonte: http://click.uol.com.br/?rf=hu-hn-man1&u=http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u88501.shtml
10/01/2007 - 12h47 Chinaglia pressiona aliados a defender aumento de salário para parlamentares Publicidade ANDREZA MATAIS da Folha Online, em Brasília O candidato do PT à presidência da Câmara, deputado Arlindo Chinaglia (SP), vem pressionando aliados a defender juntamente com ele o aumento salarial de 91% para os parlamentares. O reajuste elevaria para R$ 24.500,00 os salários dos deputados e ajudaria, na avaliação do petista, a atrair para sua candidatura o apoio do "baixo clero", que hoje está com o presidente da Câmara, deputado Aldo Rebelo (PC do B-SP). Aldo tem como coordenadores de sua campanha os deputados Inocêncio Oliveira (PL-PE) e Ciro Nogueira (PP-PI), considerados líderes dos parlamentares com pouca expressão na Casa. Numa reunião ontem à noite da campanha de Chinaglia, no restaurante Ko Un, no Lago Sul de Brasília, o assunto foi discutido. A Folha Online apurou que o deputado teria feito um apelo para que o presidente do PMDB, deputado Michel Temer (SP), e o líder do PT na Câmara, Henrique Fontana (RS), ao menos, não condenassem o reajuste publicamente. O encontro --cerca de 20 pessoas estavam presentes-- era para comemorar a decisão do PMDB de apoiar a candidatura de Chinaglia, mas acabou tendo momentos de tensão quando o assunto salário entrou em pauta. Temer e Fontana descartaram apoiar o reajuste e advertiram Chinaglia que o momento não é apropriado para se discutir a questão. Temer sugeriu a Chinaglia dizer que o assunto será discutido após 1º de fevereiro, com a nova Mesa Diretora, já que esta não é uma atribuição exclusiva do presidente da Câmara. Segundo presentes no jantar, Temer disse que Chinaglia tinha que levar em conta a opinião da sociedade que foi contrária ao reajuste. Apoiar o reajuste seria desconhecer a opinião pública. Chinaglia teria conseguido do PT apenas a promessa de que, se este for um ponto que pode prejudicar sua candidatura, o partido, em última hipótese, apoiará o reajuste. Ontem, ele disse que é favorável à equiparação dos salários dos parlamentares com os dos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal).
