* Renato S. Yamane ([EMAIL PROTECTED]) wrote:

> Veja o *meu* ponto de vista: - - Corretor ortográfico: Esse negócio
> faz as pessoas mais "burras", pois ficam muito dependentes de um
> recurso que poderia ser substituido por uma boa dose de leitura por
> parte do usuário (quanto mais você lê, mais aprende a escrever).

A coisa é um pouco pior: Se você escreve "para" ao invés de "pára" o
"corretor ortográfico" não irá te ajudar, pois na verdade as duas formas
existem e apenas diferem na aplicação. Já se você escreve "sessão" e
"cessão" é pior, pois no primeiro caso pode-se considerar que foi a
falta do acento um mero erro de digitação e no segundo uma prova cabal
de que o sujeito não domina seu próprio vernáculo.

Não existe "corretor ortográfico". O que existe é um "repositório" de
palavras que é checado a cada palavra digitada,e  quando uma palavra
digitada não é encontrada neste "repositório" recebe uma sinalização. 
"Repositório" este que nem pode ser considerado, uma vez que o próprio
ignóbil que escreveu errado pode adicionar a palavra grafada
erroneamente à "lista".

PS: A falta de "corretor ortográfico" foi usada aqui por um bando que
queria melar a migração. Como todos prestaram concurso público contendo
a redação a prova mais importante, mandei o caso para a corregedoria
para averiguar se era ou não caso de exoneração, visto que o
pré-requisito de saber escrever corretamente estava faltando para estes
funcionarios.

--
Existem muitas semelhanças entre a colonização eletrônica e o 
sistema colonial antigo. [...] O sistema colonial recruta elites 
locais para conseguir subjugar o resto da população. Ao fornecer 
cópias grátis de seus softwares, que não são livres, para escolas, 
a Microsoft está usando a escola para criar uma futura dependência 
tecnológica na sociedade.
                        Richard Stallman

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