Marcus Senna Borges de Barros escreveu: > Olivier, > > acho que não fui claro o suficiente. Quis dizer que uma coisa que já é > feita por padrão (e não requer nenhum esforço extra por parte do usuário > final) em um produto, no outro requer uma sequência a mais de passos. > Entendo queo BR-Office não queira ser um "clone", mas na prática é quase > igual, principalmente a interface, e eu até acho que essa é uma boa > estratégia! Quanto menos coisa para o usuário "estranhar", menor será a > resistência e maior a chance de substituir um produto pelo outro. Agora, > se tiver inovações, melhor ainda! > > Com relação às reclamações do usuário, costumo tentar me colocar na > posição deles. Se eu fosse um usuário final, sem muito conhecimento de > TI, só iria aceitar de bom grado uma mudança se as funcionalidades que > eu uso continuassem lá e, se eu tivesse consciência do que é melhor para > a empresa (nem todos têm), eu apoiaria a mudança para um produto que > custasse menos (ou não custasse nada, desde que a primeira premissa - > funcionalidades - fosse atendida). Pouco iria me importar se o código é > livre, se os outros podem alterar, se há monopólio da M$ ou se é bom > ficar preso a um fornecedor ou não, etc. etc..... Isso seria problema > para o pessoal de TI! :) > > Um abraço, > > Marcus. > Sugiro que traga de volta as máquinas de escrever. A manuais, de preferência. Eles vão implorar pelo BROffice em questão de minutos.
-- Marco de Freitas, NBR para a Internet já! Porque meu navegador não é penico. http://www.softwarelivre.org/news/2472 http://www.w3.org/2003/03/Translations/byLanguage?language=pt-br --------------------------------------------------------------------- To unsubscribe, e-mail: [EMAIL PROTECTED] For additional commands, e-mail: [EMAIL PROTECTED]
