E todos vivem felizes para sempre!!!!

Renato, se a idéia é mudar é necessário começar em algum lugar!  Agora, se a
idéia é se curvar a um determinado formato  ou empresa então viva a
Microsoft. E vamos acabar com essa história de software livre que só faz
atrapalhar.

2008/10/31 Renato S. Yamane <[EMAIL PROTECTED]>

> JOSE GONÇALVES RAMALHO JUNIOR escreveu:
> > Estude um pouco
> > para aprender a usar as poderosíssimas linguagens de macro do BrOffice,
> > você vai ver que o Python, por exemplo pode fazer verdadeiras peripécias
> > e até coisas simples.
>
> José, o que eu tentei dizer foi: De nada adianta eu escrever macros
> poderosíssimas se há constante troca de documentos entre
> clientes/fornecedores e a maioria deles utiliza MS Office.
>
> Uma macro escrita para o OOo não funcionará no MS Office, e o contrário
> também é válido.
>
> Por exemplo: Tente dizer para a General Motors que o documento que eles
> te enviaram, que é utilizado no MUNDO TODO e que inclusive é um padrão
> ASTM (<http://www.astm.org/Standards/E1804.htm>), não funciona no seu
> computador, e que eles precisarão re-escrever todas as 1.000 linhas de
> código da macro deles
> (<http://bugs.debian.org/cgi-bin/bugreport.cgi?bug=501996>)
>
> Nesses casos, o uso do MS Office é inevitável. E é isso que ocorre em
> todas as grandes empresas.
>
> As grandes empresas ditam as regras, e as pequenas e médias empresas
> acatam :-)
>
> Há muitos casos, na indústria automotiva por exemplo, que o uso do MS
> Office ainda é inevitável devido a constante troca de documentação entre
> cliente/fornecedor (em todo o mundo).
>
> Att,
> Renato
>
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>

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