--- Em sex, 22/1/10, João Alberto Garcia <[email protected]> escreveu:
> Acredito, veja bem, acredito na boa
> vontade de todos da lista. Não vejo mal nenhum se numa dada
> cidade alguém fizesse uma propaganda dentro da revista e a
> imprimisse com uma tiragem "X" para que uma parte da
> população (que não fosse os mesmos de email) mesmo não
> tão antenada em informática e que só ouve
> falar em Word, Excel Microsoft ... Caso "pegassem" em algo
> diferente, poderia ser na sala de espera de algum
> consultório dentário, hospitais públicos... Enfim
> qualquer outro ambiente que o (on line) já se estaria
> atingindo um bom objetivo, divulgação.
>
> Parece-me, que a media online funciona mais ou menos aos
> moldes da televisão e do rádio, ou seja só há uma
> comunicação naquele instante (exagero, sei). Fora isto, é
> bem segmentada, só (praticamente) lê que talvez nem
> precisasse tanto. Mas quando a gente leva uma revista de
> informática, ou um jornal para casa, sempre mais alguém
> lê. Imagine alguns exemplares num display (acho que é este
> o nome) para as pessoas se servirem nos mais diversos
> lugares de uma cidade? O cara do provedor, seja quem for
> poderia imprimir, colocar uma propaganda de seu
> estabelecimento (num lugar assim: patrocínio...) e
> distribuir gratuitamente aos clientes, sim. Ou seja, o
> compromisso seria que o leitor final não pagasse para ler.
>
> Tenho um primo em Curitiba que faz um jornal de Bairro
> cerca de dez anos, vive disso. Quem paga o jornal são os
> anunciantes, o povo lê de graça. Olha que ele tem muitos
> anunciantes. Imagina com uma revista bem elaborada a exemplo
> desta última é um certo egoísmo não publicá-la
> descentralizadamente para milhares ou que sabe milhões
> lerem.
>
> Na minha opinião, o nome BrOffice ficaria bem mais
> popularizado. Fico imaginado algo assim : Já ouviu falar no
> BrOficce? Você ainda vai precisar dele .... E olha que uma
> revista dura muito tempo, dependendo do assunto fica como um
> manual em determinados lugares.
>
> É minha opinião. Por quê não se experimenta uma vez
> só, por exemplo no dia do grande encontro do BrOffice? Só
> uma vez certamente, depois é só avaliar e certamente caso
> a experiência não seja boa, deixa-se como está.
>
> João Alberto
>
Veja bem: nada impede que se façam reportagens ou que se desenvolvam materiais
de ensino/divulgação para serem colocados nestas publicações.
O que está em discussão aqui é querer engordar uma publicação ou um curso
utilizando-se de material desenvolvido por outras pessoas, isto é, o *uso
comercial* do material disponibilizado no site BrOffice.
Osvaldo
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