Eis uma op9nião interessante:
 

Um novo referendo?

Umas poucas organizações não-governamentais sediadas no Brasil, movidas por propósitos obscuros e apoiadas por entidades estrangeiras ( Ford Foundation, Open Society Institute, Rockefeller Foundation, MacArthur Foundation, Tinker Foundation, Kellog Foundation, Children and Youth in Organised Armed Violence, Save the Children, Christian Aid, Oxfam International, International Anisty e outras) provocaram a realização de um referendo para que fosse proibida a comercialização de armas de fogo no Brasil.

Antes de qualquer coisa, para que não tentem desmentir a participação de estrangeiros na questão do referendo, deve ser revelado que o TSE proibiu a participação explícita das organizações não governamentais, sediadas no Brasil, na campanha, exatamente por esse motivo.

Alegam os mentores do referendo que se deseja diminuir o número de mortes por armas de fogo, que no Brasil atinge a marca de 39 mil pessoas por ano.

É realmente comovedora a preocupação dos estrangeiros e das “ONG” com a vida dos brasileiros!

Todavia, por não acompanharem o que se passa no país, desconhecem esses entes caridosos que o número de mortes por acidentes com armas de fogo é baixíssimo no nosso país, apenas 32 pessoas, em média, por ano.

Também desconhecem esses forasteiros que os brasileiros mortos por armas de fogo por querelas pessoais, inclusive problemas passionais, não ultrapassam o percentual de 5% do total, correspondendo, pois, a menos de 2.000 mortes anuais.

A maioria absoluta das mortes por armas de fogo, portanto, corre por conta dos malfeitores, tanto na luta contra a polícia, quanto no combate entre facções do crime organizado, bem como nos atentados que perpetram contra pessoas pacatas, nos logradouros públicos, nas propriedades privadas e nas residências.

Por acaso, o referendo garantirá o desarmamento desses malfeitores?

Se a moda do referendo “pegar” e, sobretudo,  se a intenção explícita for a de proteger a vida da população, pode-se antecipar a realização de um novo referendo, em futuro próximo, para proibir a comercialização de veículos automotores no território brasileiro.

Isso porque, segundo as estatísticas oficiais, morrem por atropelamentos no Brasil cerca de 100 pessoas por dia, isto é, 36.500 por ano, número este da mesma ordem de grandeza das mortes atribuídas às armas de fogo.

Então, tal número também justificaria um novo referendo, mesmo porque nas mortes por acidentes de trânsito não há influência majoritária de malfeitores.

Os brasileiros, portanto, retroagiriam à época das charretes, cabriolés, carros de boi e outros meios de transporte mais seguros, embora mais lentos e pouco confortáveis!

Ora, só está faltando mais essa!

Para acabar de vez com a ingerência maldosa de entidades estrangeiras no país, tanto mais que todos os brasileiros já tomaram ciência do comportamento venal de inúmeros parlamentares, dentre eles, com certeza,  os que intermediaram a aprovação do atual referendo, bastará votar NÃO no dia 23, repelindo a proibição da comercialização legal de armas de fogo no Brasil.

Tal atitude demonstrará o grau de maturidade que já impera entre os eleitores nacionais.

Os homens de bem, maioria absoluta da população, não podem ficar a mercê dos bandidos cruéis e dos políticos irresponsáveis!

“Brasil acima de tudo, sob a proteção de Deus!”.

 

Almirante Roberto Gama e Silva

             Rio de Janeiro, em 3 de outubro de 2005.

 
----- Original Message -----
From: jeff
Sent: Tuesday, October 04, 2005 10:05 PM
Subject: [VotoEletronico] FC: DESARMAMENTO ao MP - para tornar público

É lamentável que uma instituição como o MP se apresente evidentemente defensora de uma inconstitucionalidade como o desarmamento do cidadão de bem, tirando-lhe o direito pleno e inalienável de defesa da sua vida dos seus e de sua propriedade. Não bastasse este tema e este "refedendum" ser um ato ilegal e imoral contra o Direito e a soberania da Nação, esta instituição não tem o direito de se apresentar contra ou a favor. Este é mais um abuso de poder, se colocar uma instituição pública que tem o dever de defender justamente o direito do cidadão, ser PARCIAL no tema que deve ser decidido pelo cidadão. É lamentável ver que as instituições estão sendo promiscuamente vendidas aos interesses de interesses dos inimigos da Nação e do País. A ordem, o lobby e o dinheiro para fazer esta campanha para nos IMPOR o desarmamento veio diretamente do governo dos EUA, pelo presidente daquele país, Mr. Bush. É a falência das instituições. Vocês não tem o direito de usar do meu dinheiro dos impostos, para fazer campanha contra os interesses nacionais e mesmo que fosse lícita e legítima a causa para um referendo, não pode esta instituição ser parcial no tema. Sem contar que o sistema eleitoral das Urnas Eletrônicas torna qualquer "referendum", plebiscito ou votação ILEGÍTIMAS por causa das falhas e característica deste sistem eleitoral das Urnas-E ser TOTALMENTE FRAUDÁVEL. E eu tenho PROVAS se algum MINISTÉRIO que se apresenta ser sério neste País queira saber. O direito de defesa é inalienável e o cidadão tem que ter as condições equivalentes ao perigo e às agressões que pode sofrer. É lamentável ver um programa de televisão da Justiça com cenário verde da característica da campanha do SIM, ser apresentado como propaganda ILEGAL. Os responsáveis por estas práticas de abuso devem ser RESPONSABILIZADOS. Este REFEDENDO é ILEGAL, INCONSTITUCIONAL e é um atentado contra a nossa soberania nacional e contra o direito de defesa do cidadão de bem.
 
Jefferson Abreu
 
Mensagem enviada à TV JUSTIÇA - que é paga com o NOSSO dinheiro. -


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