Caros Concidadãos
Prezado francisco
 
 
Paz e Bem
 
A república presidencialista-democrática-representativa-brasileira corromperia qualquer 'criminoso' que ousasse dela se aproximar.
 
Nasceu corrupta e se mantem da putrefação das intenções  porque os homens se lançam à Política.
 
O Jogo Político é viciado.
O Interesse Social nunca foi o motivo porque o Capital assumiu o Estado.
 
                                                                                (...)
 
A  superestrutura da sociedade brasileira está infectada pela Peste da ineficácia e ineficiência de seus Sistemas .
O remédio eficaz que livra a república dessa Peste não é Purgante;
Purgar, execrar os atuais homens públicos não livra a sociedade do produto da Peste sobre o Estado - a morte do Bem-estar Social.
 
O estado de direito no Brasil é ficção
estorinha de assombração com que os marmanjos-carcamanos de hoje e sempre, usam para assustar os remediados, pobres e miseráveis da nação.
 
Desde guando o Direito Jurídico brasileiro garante a fruição igualitária dos produtos do trabalho social?
 
Se Lula fosse Alí Babá com seus Quarenta Ladrões
seu cuspe não causaria asco a nínguém.
A cuspideira que é e sempre foi as Repúblicas Velha, Colorida, Maranhense, Café Com Leite receberam vilanias travestidas das melhores intenções.
 
Antes de Ladrão, Quadrilheiro, Criminoso, qualidades adquiridas no mercado persa que é a república brasileira, Homens são seres sócio-políticos.
 
O Dever Social é Condenar tais Homens ao Ostracismo ou Recuperar os Valores 'que eles' perderam para o Sistema.
 
Onde há 'mais valia'. Na Produção vigiada desses homens levados ao Carcére ou no Trabalho vigiado desses Homens nos Negócios Sociais.
 
                                                                                 (...)
 
Mais uma vez tudo é como foi antes...
Dissipamos energias condenando aquilo que não é defensável
brigando por ninharias
perdendo o que realmente tem valor
Resolubilidade dos Sistemas Republicano...
 
 
Até...
 
 
 
 
 
 
 
 
 
                                                                             
                                                                             
 

Francisco Jose <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:
 
Prezado Fernando Gonçalves
 
Para quem tenha honestidade, ou intelectual ou moral, a crítica tem que levar a conseqüências práticas não havendo uma linearidade entre elas nem um único modo de se chegar ao mesmo resultado mesmo porque o processo se dá por contradições. A não tomada de ações sob que pretexto for é que é grave e a população mesmo sem cultura e semianalfabeta percebe essa desonestidade num relance. A absolvição dos indiciados no mensalão soou como uma punhalada nas costas do cidadão comum.
 
O que o Sr. Jabor faz é constatar uma realidade que de fato existe e exige providências. Exigir do Jabor que ele vá além e chegue inclusive à condenação da GLOBO como principal sustentáculo de Lula é querer demais.
 
O nível em que se situam as constatações e análises do Sr. Jabor está no plano em que se situam o ordenamento jurídico e moral da nossa República e que todos nós concordamos ou fingimos que concordamos que deve ser respeitado.
 
E foi baseado nele e na sua augusta e até exageradamente moralista defesa que o PT cresceu e chegou ao poder.
 
Por contradição descobre-se que o PT é o maior desrespeitador desse ordenamento jurídico, um impostor que apenas ambicionava. o poder pelo poder.
 
Essa contradição só pode ser resolvida de duas maneiras além da do adiamento de sua solução, ou o fascismo que se significa fazer tábula rasa de todo o ordenamento jurídico apenas para satisfazer o apetite do poder de uma nova horda de porcos magros famintos, sem sequer acenar com qualquer rompimento com a ordem econõmico social injusta em que nos situamos, ou então o malogro de um projeto fascista disfarçado de esquerda, como aliás todo projeto fascista desde Mussoline, que fora desmascarado em tempo.
 
Esse é o sentido positivo da constatação do Sr. Jabor, a constatação de um processo adiantado de fascistização. Não importa se o Sr. Jabor emprega termos tendenciosos exibindo preconceitos ideológicos. Se ele faz por bazófia ou não. Ele é instrumento consciente ou não da agudização dessa contradição.
 
Essa grande contradição consiste em que o ordenamento jurídico sob o qual, o poder econômico pode impor o mondelo neoliberal entrou em colisão ou esgotamento com a outorga ao PT da gestão do modelo.
 
O PT funcionava bem como falsa oposição, colaborando discretamente com o grande capital conquanto o ônus das privatizações ficasse só com o PSDB e o PFL.
 
Quando se invertem os pápeis, a coisa se complica. Ao assumir aberta e descaradamente o papel de gestor do modelo neoliberal, o PT fica numa situação de cheque e para que não se desmorone o poder do PT e do executivo sobre as bases do PT e as massas em geral, a corrupção e os métodos fascistas de contrôle têm que ser multiplicados e substituir as bandeiras utópicas como método de persuasão.
 
A corrupção e a fascistização era portanto uma decorrência necessária da manutenção do modêlo sob a gestão do PT. A novidade que foi revelada para surpresa de alguns é que o PT já era mestre e doutor no uso desses instrumentos, pois usara e abusara deles nos sindicatos, Centrais sindicais, fundos de pensão e todas as prefeituras por onde passou.
 
As novas oposições por outro lado, por questão de sobrevivência, são obrigadas a  usar ás únicas bandeiras que sabem brandir, a moral, a legalidade, a ética pois não dispõem de bandeiras socio-econômicas, mesmo demagógicas, para oferecer aos trabalhadores, aos funcionários públicos e classes desfavorecidas em geral.
 
Essa portanto é uma grande crise provocada pela própria necessidade de manutenção do modelo que entrou em contradição com o arcabouço jurídico que o sustentava.
 
A salvação do PT em detrimento da manutenção da ordem jurídica é a melhor saída para o capital pois o PT é oúnico partido capaz de substitur a ordem jurídica por um regime fascista, pois é o único que dispõe de militantes organizados e sectários nos sindicatos, estatais, fundos de pensão, órgãos públicos dos três poderes etc. Só com Lula o grande capital pode estabelecer uma fugimorização caso seja possível.
 
A solução benéfica para o povo brasileiro é a punição exemplar de todos os culpados levando às últimas conseqüências as investigações que fatalmente levariam ao impeachment e à prisão de Lula. Pois isso poria a nú toda a corrupção usada para a manutenção do modelo tornando urgente a sua substituição. Ou seja, a salvação e afirmação do ordenamento jurídico no momento se impõe como necessária ao bem do povo e do Brasil.
 
Esse oportanto é o aspecto positivo do discurso do Sr. Jabor, ele denuncia essas ameaça á legalidade, essa ameaça de fascistização e tenta suscitar a indignação da sociedade para que reaja.
 
Todos temos que agir para que essa reação aconteça, sem preocupações com filigranas ideológicas.
 
Qualquer pretexto para justificar a acomodação, a não investigação, a não punição etc. é que vem a ser uma desonestidade intelectual, por mais rico que seja de argumentos ideológicos ou científicos.
 
 
F. Santana
 
----- Original Message -----
Sent: Wednesday, April 26, 2006 11:42 AM
Subject: [VotoEletronico] Re: [VotoEletronico] A VERDADE ESTÁ NA CARA MAS NÃO SE IMPÕE

Caros Concidadãos
Prezado Alejandro
 
Paz e Bem
 
A verdade não é óbvia como o senso comum faz parecer.
 
Por crítico e aguçado que seja a capacidade de análise dos 'leitores do Sr. Arnaldo Jabor' , daqueles textos não se tira outra coisa que não basófia.
 
Para quem tenha honestidade intelectual ,a crítica tem por base a conjuntura política-ideológica, essa trama que so pôde ser tecida pela Sra. Linha e Sr. Agulha, digo, por quem está no Poder e por quem quer estar Nele.
 
Até.
 


Alejandro Carriles <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:
Publicado em 25 de abril de 2006
 
A VERDADE ESTÁ NA CARA MAS NÃO SE IMPÕE
 
Arnaldo Jabor
 
A verdade está na cara, mas não se impõe
O que foi que nos aconteceu? No Brasil, estamos diante de acontecimentos inexplicáveis, ou melhor, “explicáveis” demais. Toda a verdade já foi descoberta, todos os crimes provados, todas as mentiras percebidas. Tudo já aconteceu e nada acontece. Os culpados estão catalogados, fichados, e nada rola. A verdade está na cara, mas a verdade não se impõe. Isto é uma situação inédita na História brasileira.
Claro que a mentira sempre foi a base do sistema político, infiltrada no labirinto das oligarquias, claro que não esquecemos a supressão, a proibição da verdade durante a ditadura, mas nunca a verdade foi tão límpida à nossa frente e, no entanto, tão inútil, impotente, desfigurada, broxa.
Os fatos reais: com a eleição de Lula, uma quadrilha se enfiou no governo e desviou bilhões de dinheiro público para tomar o Estado e ficar no poder 20 anos. Os culpados são todos conhecidos, tudo está decifrado, os cheques assinados, as contas no estrangeiro, os tapes , as provas irrefutáveis, mas o governo psicopata de Lula nega e ignora tudo. Questionado ou flagrado, o psicopata não se responsabiliza por suas ações. Sempre se acha inocente ou vítima do mundo, do qual tem de se vingar. O outro não existe para ele e não sente nem remorso nem vergonha do que faz. Mente compulsivamente, acreditando na própria mentira, para conseguir poder. Este governo é psicopata.
Seus membros riem da verdade, viram-lhe as costas, passam-lhe a mão na bunda. A verdade se encolhe, humilhada, num canto.
E o pior é que o Lula, amparado em sua imagem de “povo”, consegue transformar a Razão em vilã, as provas contra ele em acusações “falsas”, sua condição de cúmplice e comandante em “vítima”. E a população ignorante engole tudo.
Como é possível isso? Simples: o Judiciário paralítico entoca todos os crimes na fortaleza da lentidão e da impunidade. Só daqui a dois anos serão julgados os indiciados — nos comunica o STF. Os delitos são esquecidos, empacotados, prescrevem. A Lei protege os crimes e regulamenta a própria desmoralização. Jornalistas e formadores de opinião sentem-se inúteis, pois a indignação ficou supérflua. O que dizemos não se escreve, o que escrevemos não se finca, tudo quebra diante do poder da mentira desse governo. Sei que este é um artigo óbvio, repetitivo, inútil, mas tem de ser escrito...
Está havendo uma desmoralização do pensamento. Deprimo-me: “Denunciar para quê, se indignar com quê? Fazer o quê?”. A existência dessa estirpe de mentirosos está dissolvendo a nossa língua. Este neocinismo está a desmoralizar as palavras, os raciocínios. A língua portuguesa, os textos nos jornais, nos blogs, na TV, rádio, tudo fica ridículo diante da ditadura do lulo-petismo . A cada cassado perdoado, a cada negação do óbvio, a cada testemunha, muda, aumenta a sensação de que as idéias não correspondem mais aos fatos! Pior: que os fatos não são nada — só valem as versões, as manipulações.
No último ano, tivemos um único momento de verdade, louca, operística, grotesca mas maravilhosa, quando o Roberto Jefferson abriu a cortina do país e deixou-nos ver os intestinos de nossa política.
Depois surgiram dois grandes documentos históricos: o relatório da CPI dos Correios e o parecer do procurador-geral da República. São verdades cristalinas, com sol a pino. E, no entanto, chegam a ter um sabor quase de “gafe”. Lulo-petistas clamam: “Como é que a Procuradoria Geral, nomeada pelo Lula, tem o desplante de ser tão clara! Como que o Osmar Serraglio pode ser tão explícito, e como o Delcídio Amaral não mentiu em nome do PT? Como ousaram ser honestos?”.
Sempre que a verdade eclode, reagem. Quando um juiz condena rápido, é chamado de “exibicionista”. Quando apareceu aquela grana toda no Maranhão (lembram, filhinhos?), a família Sarney reagiu ofendida com a falta de “finesse” do governo de FH, que não teve a delicadeza de avisar que a polícia estava chegando...
Mas agora é diferente. As palavras estão sendo esvaziadas de sentido. Assim como o stalinismo apagava fotos, reescrevia textos para coonestar seus crimes, o governo do Lula está criando uma língua nova, uma novi-língua empobrecedora da ciência política, uma língua esquemática, dualista, maniqueísta, nos preparando para o futuro político simplista que está se consolidando no horizonte. Toda a complexidade rica do país será transformada em uma massa de palavras de ordem, de preconceitos ideológicos movidos a dualismos e oposições, como tendem a fazer o populismo e o simplismo. Lula será eleito por uma oposição mecânica entre ricos e pobres, dividindo o país em “a favor” do povo e “contra”, recauchutando significados que não dão mais conta da circularidade do mundo atual. Teremos o “sim” e o “não”, teremos a depressão da razão de um lado e a psicopatia política de outro, teremos a volta da oposição mundo x Brasil, nacional x internacional. A esquematização dos conceitos, o empobrecimento da linguagem visa à formação de um novo ethos político no país, que favoreça o voluntarismo e legitime o governo de um Lula 2 e um Garotinho depois.
Assim como vivemos (por sorte...) há três anos sem governo algum, apenas vogando ao vento da bonança financeira mundial, só espero que a consolidação da economia brasileira resista ao cerco político-ideológico de dogmas boçais e impeça a desconstrução antidemocrática. As coisas são mais democráticas que os homens.
Alguns otimistas dizem: “Não... este maremoto de mentiras nos dará uma fome de verdades!”. Não creio. Vamos ficar viciados na mentira corrente, vamos falar por antônimos. Ficaremos mais cínicos, mais egoístas, mais burros.
O Lula reeleito será a prova de que os delitos compensaram. A mentira será verdade, e a novi-língua estará consagrada.
 
 


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