Olá,
A ONG americana Black Box Voting acaba de publicar a segunda parte do relatório
do especialista Harri Hursti sobre seu ataque (teste de penetração) nas urnas-e
da Diebold.
Os relatórios (1ª e 2ª partes) estão em:
http://www.blackboxvoting.org/BBVreport.pdf
http://www.blackboxvoting.org/BBVtsxstudy.pdf
Nesta 2ª parte estão apresentados os estudos mais avançados e mostra que existem inúmeras vulnerabilidades nas urnas-e Diebold que permitem a troca de programa para fraudar a apuração eletrônica. As urnas-e analisadas possuem sistema operacional Windows CE.
Ainda preciso ler o relatório com atenção e proponho que outros também o leiam
(e até traduzam) para debatermos e divulgá-lo.
Para lembrar: a Diebold produz urnas-e nos EUA e no Brasil. Aqui ela forneceu
em torno de 300 mil urnas-e e neste ano está fornecendo mais 23 mil ao TSE com
o mesmo sistema Windows CE das urnas-e americanas. Aqui o TSE, por ter poder
para tanto, não permite que se faça os mesmos testes de penetração que estão
sendo feitos nos EUA.
A pergunta que não dá para não fazer é: Será que as urnas que a Diebold produz
no Brasil tem as mesmas falhas de segurança que permitem fraudar a apuração
eletrônica?
Fica dificil acreditar que eles saberiam fazer urnas-e seguras aqui no Brasil e
não fazem o mesmo lá nos EUA.
[ ]s
Amilcar Brunazo Filho
www.votoseguro.org
EU SEI EM QUEM VOTEI.
ELES TAMBÉM.
MAS SÓ ELES SABEM QUEM RECEBEU O MEU VOTO.
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