É isso aí, Chadel,

Imagina um paraguaio votando numa urna eletrônica sabendo que:

1- Não tem como conferir o resultado votado pelo eleitor;

2- o papel impresso tem as marcas das armas do Brasil;

3- parte do software, que não foi mostrado a nenhum partido no Paraguai, foi escrito por funcionários da Agência Brasileira de Inteligência, ABIN;

Acharia que a soberania do seu país estaria garantida?

Roger Chadel escreveu:
O que mais me chama a atenção neste momento é que durante anos usamos
a expressão satírica "La garantía soy yo" para dizer que o TSE garante
a honestidade da urna. O que devem dizer os paraguaios? "A garantia
sou eu"?

Quando muita gente fala do interesse que outro país, notadamente os
Estados Unidos, poderia ter em controlar as eleições em países sul-
americanos, o que os paraguaios mais conscientes (são poucos, em
qualquer lugar do mundo as urnas eletrônicas fascinam, ninguém pensa
no que está por trás) podem estar pensando: "quer dizer que a
soberania do país está nas mãos do governo brasileiro?", partindo do
princípio - errado, mas geralmente aceito - que o TSE é parte do
governo.

Roger Chadel

[ ]s
  Eng. Amilcar Brunazo Filho - Santos, SP
  www.votoseguro.org
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  SEI EM QUEM VOTEI,
  ELES TAMBÉM,
  MAS SÓ ELES SABEM QUEM RECEBEU MEU VOTO

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