A todos.. Por algum motivo, o artigo não saiu inteiro. Cortou uma boa parte. Talvez tenha limite de caracteres este fórum.
Assim, antes que "caiam matando" ainda mais no conteúdo do artigo, eu pediria que lessem na íntegra em meu blog: http://voto-e.blogspot.com Caso contrário, eu vou começar a achar que qualquer pessoa que não seja do grupo e escreva sobre assunto vai ser sempre alvo de críticas ferrenhas. Algumas, sem sentido. abs Beth 2006/8/30, Luiz <[EMAIL PROTECTED]>:
Só um pequeno reparo financeiro ao artigo: 341 mil dólares são aproximadamente 750 mil reais e não um bilhão. Um bilhão de reais é o custo de cada eleição por aqui, o custo dos equipamentos de identificação digital que o TSE pretende empurrar-nos goela abaixo, o custo do mensalão, o do caixa-dois etc,etc,etc. Para provarmos que as urnas são fraudáveis precisa muito menos... Como vimos, cerca de 750 "novos barões". Ou seja, quase nada. Exatamente como as nossas urnas, que também não valem nada... Retórica danada !!! Cordioli *-------Mensagem original-------* *De:* Beth Osuch <[EMAIL PROTECTED]> *Data:* 08/30/06 17:27:41 *Para:* votoseguro <[EMAIL PROTECTED]>; voto-eletronico<[email protected]> *Assunto:* [VotoEletronico] As urnas da Diebold - dinamitadas e adoradas As urnas da Diebold – dinamitadas e adoradas <http://photos1.blogger.com/blogger/2069/3097/1600/ilustraw42.5.jpg> *Por José Rodrigues Filho ** ** No início da semana que passou a empresa Diebold, fabricante de nossas urnas eletrônicas, foi dinamitada com um relatório resultante de uma pesquisa produzida pelo Instituto de Ciência Eleitoral, da Califórnia, USA, que demonstrou, mais uma vez, a fragilidade e insegurança do voto eletrônico. A mídia americana não pára de emitir comentários sobre o assunto. O sistema de votação estudado dispunha de mecanismo de impressão do voto do eleitor, ou seja, a máquina de votar era acoplada a uma impressora que emitia o registro do voto. Mesmo assim, o relatório mostrou que, no caso de uma recontagem de votos, cerca de dez por cento (10%) das provas do sistema de verificação e emissão de votos eram ilegíveis, foram destruídos, desapareceram ou estavam comprometidos. Em resumo, a recontagem de votos estava comprometida. Este fato parece derrubar a tese dos que defendem o mecanismo de emissão do voto de papel. Além disto, o estudo constatou que em cerca de cinqüenta por cento (50%) dos locais de votação houve uma discrepância entre o que estava registrado e armazenado na máquina e a emissão do voto de papel. A média de discrepância foi de 25 votos por local de votação, embora se tenha registrado uma discrepância de mais de 200 votos num único local. Resumindo, o que se constatou foi que a verificação e impressão de votos não batiam com o que estava armazenado na máquina de votar; o que estava registrado na memória da máquina não batia com os cartões de memória; que também não batia com a emissão de votos. Um fato curioso apontado na pesquisa e comentado pela imprensa foi o de que 24 urnas utilizadas na eleição não continham nenhum voto registrado
