Prezado Colega Ricardo Barz Sovat, A resposta está na própria matéria, quando textualmente diz:
"A empresa foi contratada para fazer a chamada contagem rápida, EM PARALELO À APURAÇÃO OFICIAL, REALIZADA DE FORMA BEM MAIS LENTA". Ou seja, LÁ EXISTE A PROVA DO CRIME o que desmoralizaria mais ainda as Urnas Eletrônicas da Diebold e da Unisys do que uma simples "pane". Será que no Brasil os totalizadores são tão rápidos que já possuem os resultados antes mesmo do início da votação ?!! POR UMA URNA ELETRÔNICA REALMENTE SEGURA, subscrevo-me Atenciosamente, Leamartine Pinheiro de Souza 21 2558-9814 - [EMAIL PROTECTED] Rua Conde de Baependi 78, Ap 1310 Flamengo, Rio de Janeiro, RJ 22231-140 -----Mensagem original----- De: [EMAIL PROTECTED] [mailto:[EMAIL PROTECTED] Em nome de Ricardo Barz Sovat Enviada em: terça-feira, 17 de outubro de 2006 11:43 Para: [EMAIL PROTECTED] Assunto: [Voto Seguro] Fatos ... Se a rapidez da apuração era o que justificava a inexistência de auditoria possível, o que o TSE espera depois desta ? Mais exercícios de fé ? Desculpem pela mensagem longa, mas nem todos acessam a página da Folha ... []'s Sovat Firma brasileira pára apuração no Equador Consórcio E-Vote, encarregado de transmitir dados, não entrega resultados no prazo e desaparece após governo romper contrato Contrato de US$ 5,2 milhões previa entrega de resultado três horas após fechamento das urnas; empresa recebeu metade do pagamento FABIANO MAISONNAVE ENVIADO ESPECIAL A QUITO Nem o esquerdista Rafael Correa nem o megaempresário Alvaro Noboa: a principal notícia de ontem na eleição equatoriana não saiu dos dois candidatos que passaram para o segundo turno na véspera mas do consórcio brasileiro E-Vote, que fracassou no compromisso de entregar os resultados finais horas depois do fechamento das urnas e desapareceu sem dar explicações, tumultuando o ambiente político do país. O consórcio E-Vote é formado pelas empresas Probank e a Via Telecom, contratadas no Brasil pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) por cerca de R$ 98 milhões para dar suporte técnico na operação das urnas eletrônicas e a transmissão dos votos apurados nas eleições deste ano (leia texto ao lado). O fiasco do E-Vote foi o assunto do dia no Equador. Já pela manhã, o TSE equatoriano anunciou o cancelamento do contrato, que incluía o segundo turno, em 26 de novembro, e informou que estuda um processo judicial contra o consórcio por danos e prejuízos. A confusão serviu também para dar mais combustível a Correa, que anteontem havia dito que as pesquisas de boca-de-urna e a apuração foram fraudadas "pelas oligarquias" para lhe tirar a vitória no primeiro turno. Seu partido, Alianza Pais, pediu ontem ao Ministério Público a prisão do representante da empresa brasileira no país, Santiago Murray. De acordo com a denúncia de Correa, a empresa publicou "resultados parciais que têm induzido a opinião pública ao erro para justificar um suposto triunfo do do senhor Alvaro Noboa, o que não corresponde à verdade do voto expressado pelo povo equatoriano". Na imprensa, a atuação do E-Vote foi duramente criticada, sobretudo diante da falta de explicações do consórcio -que só se manifestou no fim da tarde, em uma entrevista coletiva (leia texto nesta página). Durante o dia, o escritório, montado no luxuoso hotel Swissotel, estava desocupado. Por volta do meio-dia, a empresa equatoriana que alugara os computadores para o E-Vote começou a desmontar a parafernália. A irritação foi tanta que a rádio local "La Luna" chegou a pedir que seus ouvintes fossem ao aeroporto para impedir a "fuga" dos representantes. Colapso O problema começou por volta das 20h locais do domingo (22h Brasília), quando o sistema de transmissão de dados colapsou com a apuração presidencial em 70,59% e a legislativa no zero. Pelo contrato de US$ 5,2 milhões, o E-Vote teria de entregar a apuração presidencial exatamente nesse horário -três horas depois do fechamento das urnas, às 17h. Já a eleição parlamentar deveria ter sido entregue às 22h. A empresa foi contratada para fazer a chamada contagem rápida, em paralelo à apuração oficial, realizada de forma bem mais lenta. Segundo o Jorge Valdospinos, porta-voz do TSE, os resultados finais para presidente serão conhecidos amanhã, mas não há previsão para conhecer os cem deputados eleitos anteontem. "A lei diz que o resultado deve sair em, no máximo, dez dias, mas há muitas contingências, não podemos dizer quando ficará pronto", disse à Folha, por telefone. De acordo com Valdospinos, o TSE havia pago 50% do valor do contrato à empresa (US$ 2,6 milhões). A segunda parte seria paga depois do segundo turno. O porta-voz disse que, pelo contrato, a empresa terá de devolver o dinheiro por não ter cumprido o estabelecido. Valdospinos afirmou que o principal prejuízo é o de credibilidade. "Foi criada uma série de problemas políticos. Por causa dessa falha da empresa, o TSE está sendo acusado de fraude, apesar de os observadores internacionais terem dito que não houve problema. A única coisa que falhou foi essa empresa." Apesar da apuração parcial, Noboa (26,66%), considerado o homem mais rico do país, e Correa (22,51%), aliado do venezuelano Hugo Chávez já estão matematicamente no segundo turno. Com isso, haverá ainda mais seis semanas de campanha presidencial. Ricardo Sovat Actium Telecomunicações Ltda ---------- No virus found in this outgoing message. Checked by AVG Free Edition. 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